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Maxime Raynaud explica salário na NBA: “Vai embora”

Pivô assinou acordo de US$ 6 milhões com o Kings em 2025

Maxime Raynaud salário NBA
Reprodução / X

O pivô Maxime Raynaud abriu o jogo sobre como funciona o salário na NBA. O francês, que teve grande ano de estreia pelo Sacramento Kings em 2025/26, tem um dos menores contratos a longo prazo da liga. Até 2027/28, por exemplo, ele vai receber quase US$ 6 milhões.

Maxime Raynaud, desse modo, afirmou que o salário está longe do que as pessoas imaginam. Embora seja uma quantia bem maior do que a média do restante do mundo, ele garante que não consegue ostentar. Em especial, por ainda estar em seu primeiro contrato como jogador profissional.

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“São quantias enormes, às quais temos uma sorte enorme de ter acesso. Porém, a realidade é que uma carreira de jogador de basquete dura dez anos. Não é como uma carreira profissional mais comum, que se estende por muitos anos. Então, para realmente falar em dinheiro que vai durar a vida toda, é preciso esperar pelo segundo ou terceiro contrato”, disse Maxime Raynaud.

O pivô chegou à liga como uma escolha de segunda rodada em 2025. Desse modo, ele assinou um contrato de três anos por US$ 5.9 milhões, sendo o último ano uma opção do Kings. Para efeito de comparação, Jayson Tatum, que tem o maior salário da NBA, assinou um acordo de US$ 313 milhões com o Boston Celtics. Ou seja, Raynaud está bem longe do topo.

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Desse modo, Maxime Raynaud entende que é preciso ter cautela com seu salário na NBA. Enquanto ainda não aparece entre os grandes contratos, ele tenta se organizar para não gastar além da conta.

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“Na escala da NBA, meu salário não é muito. O contrato de Nikola Jokic deve girar em torno de US$ 300 milhões. Ainda assim, eu tenho um salário alto. Porém, ainda não comprei um carro esportivo. Meu maior gasto é com meus investimentos a longo prazo. Talvez, quando assinar um segundo contrato, eu aproveite mais”, seguiu o francês.

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Raynaud ainda explicou sobre a questão dos impostos. De acordo com o pivô, as taxas acabam tomando uma quantia expressiva dos contratos da NBA. Então, mesmo sendo um alto valor no papel, o que sobra não é muito.

“O salário na NBA vai embora. Os impostos da Califórnia, junto com os federais, a parte dos nossos agentes e o fundo dos sindicato dos jogadores. Então, desses US$ 6 milhões, eu não recebo tudo. No entanto, é justo reforçar que ainda são valores muito acima da média”, finalizou Raynaud.

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Vale lembrar, por fim, que Raynaud viveu um grande ano de estreia pelo Kings na NBA. Com a lesão de Domantas Sabonis, o pivô ganhou espaço e teve médias de 12.5 pontos e 7.5 rebotes, sendo um dos melhores calouros de 2025/26.

 

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