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NBA Draft 2025: As necessidades do Portland Trail Blazers

Jumper Brasil aponta caminhos e alternativas para o Blazers no recrutamento deste ano

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Reprodução / X

O Jumper Brasil dá prosseguimento à série diária “NBA Draft 2025: As necessidades de cada time”, desta vez com o Portland Trail Blazers. Afinal, a equipe do Oregon terá o privilégio de fazer a 11ª no recrutamento deste ano.

Ainda em processo de reconstrução, o Blazers não foi aos playoffs nas últimas quatro temporadas. Além disso, não vence uma série de pós-temporada desde 2019, quando foi finalista do Oeste.

Antes do começo da temporada, o time de Portand parecia sem rumo. Mas, a campanha em 2024/25, animou os fãs da equipe. O técnico Chauncey Billups, após quatro anos à frente da equipe, finalmente fez um bom trabalho. Sobretudo na parte defensiva. Assim, a franquia recompensou o treinador com uma extensão contratual.

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No entanto, algumas coisas precisam mudar em Portland. A primeira delas é que os jovens Scoot Henderson e Shaedon Sharpe precisam ter mais minutos em quadra. Afinal, eles foram escolhas altas (3 e 7, respectivamente) em recrutamentos recentes, mas vieram do banco em 2024/25. O mesmo serve para Donovan Clingan, pick 7 do Draft passado.

Dessa forma, o GM do Blazers, Joe Cronin, terá a missão de fazer trocas importantes nesta offseason. Especialmente envolvendo os contratos expirantes de Anfernee Simons, Deandre Ayton e Robert Williams. Além disso, precisa definir o que fazer com Jerami Grant. Único jogador do elenco acima dos 30 anos, o ala parece um estranho no ninho em uma equipe cheia de jovens. Ele tem vínculo por mais três temporadas e US$102,6 milhões em salários a receber.

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Com relação ao recrutamento, Portland terá uma escolha de loteria pelo quarto ano consecutivo. Como ainda busca solidificar um núcleo jovem, a tendência é que a franquia mantenha a escolha. Nesse caso, o ideal seria selecionar o melhor talento disponível.

NBA Draft 2025: As necessidades do Portland Trail Blazers

Elenco para a próxima temporada (dez atletas com contratos garantidos)

PG: Anfernee Simons (26 anos, expirante de US$27,7 milhões) / Scoot Henderson (21 anos, US$10,7 milhões)
SG: Deni Avdija (24 anos, US$14,4 milhões) / Shaedon Sharpe (22 anos, expirante de US$8,4 milhões)
SF: Toumani Camara (25 anos, US$2,2 milhões)
PF: Jerami Grant (31 anos, US$32 milhões) / Kris Murray (24 anos, US$3,1 milhões)
C: Deandre Ayton (27 anos, expirante de US$35,5 milhões) / Donovan Clingan (21 anos, US$7,2 milhões) / Robert Williams (27 anos, expirante de US$13,3 milhões)

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Média de idade: 24,8 anos
Folha salarial: US$154,5 milhões
Agentes livres: Jabari Walker (SF/PF, 22 anos, restrito), Bryce McGowens (SG, 22 anos, restrito), Justin Minaya (PF, 26 anos, restrito), Dalano Banton (PG/SG, 25 anos, irrestrito)
Contrato não garantido: Duop Reath (PF/C, 29 anos, US$2,2 milhões)
Team option: Rayan Rupert (SG/SF, 21 anos, US$2,2 milhões)
Player option: Matisse Thybulle (SG/SF, 28 anos, US$11,5 milhões)
Exceções salariais: mid-level para times que estão abaixo da Luxury Tax (US$14,1 milhões), bianual (US$5,1 milhões)

Posições carentes:

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Necessidades da equipe

  • Trocar os contratos expirante de Ayton, Simons e Williams. Juntos, os três combinam para US$76,5 milhões em salários na próxima temporada. A saída dos pivôs será benéfica para Clingan, que terá mais tempo de quadra. Já a presença de Simons no time “trava” o desenvolvimento de Henderson. Terceira escolha do Draft de 2023, o jovem armador tem espaço limitado por causa do titular.
  • Fechar extensões prévias com Shaedon Sharpe e Toumani Camara. O jovem ala-armador já se mostrou importante para o Blazers. Na campanha recente, por exemplo, foi o segundo cestinha do time (média de 18,5 pontos, a melhor da carreira), atrás apenas de Simons (19,3). Já o ala belga se tornou um defensor de elite na NBA.
  • Armador e pivô reservas, com a provável saída do trio Simons, Ayton e Williams. Para a posição 1, aliás, o ideal seria trazer um veterano, que serviria de mentor para Henderson.
  • Bons arremessadores. Em 2024/25, o Blazers teve o quinto pior aproveitamento nos arremessos gerais (45%) e nas bolas de três (34,2%).
  • Adicionar playmakers. Na última temporada, o time de Portland foi o quarto pior em assistências (23,8 por jogo).

Escolha do Blazers no NBA Draft 2025: 11

Nomes mais indicados

* Pick 11
  • Colin Murray-Boyles (PF/C, South Carolina, sophomore): canhoto e um dos defensores mais físicos e versáteis da classe, ele demonstra altruísmo em quadra e talento para criar para os companheiros. Apesar de não ser muito alto para as posições 4 e 5, Murray-Boyles compensa com energia, força física e elevado QI de basquete. Também sabe colocar a bola no chão e achar o melhor momento para atacar a cesta. No entanto, quase não arremessa de longa distância.
  • Carter Bryant (SF/PF, Arizona, freshman): o combo forward tem as ferramentas necessárias para se encaixar em qualquer equipe. Afinal, Bryant possui força física, mobilidade, versatilidade defensiva e um arremesso consistente do perímetro. Além disso, mostra potencial como passador. Em suma, ele tem as ferramentas para ser um 3-and-D sólido na NBA.
  • Kasparas Jakucionis (PG/SG, Illinois, freshman): o lituano é um armador versátil, habilidoso e com elevado QI de basquete. Jakucionis é capaz de pontuar nos três níveis, ao mesmo tempo que acha ótimos passes para os companheiros. Enfim, consegue ser útil com ou sem a bola nas mãos.
  • Egor Demin (PG/SG, BYU, freshman): o jovem russo é um dos melhores playmakers e um dos atletas mais intrigantes da classe deste anos. Afinal, não é todo dia que surge um armador de 2,06m de altura com fácil entendimento do jogo. Porém, Demin precisa evoluir na defesa e ser um arremessador mais consistente para ser algo além de um bom passador.
  • Noa Essengue (SF/PF, Ratiopharm Ulm-ALE): o jovem francês é um combo forward (joga nas posições 3 e 4) com impacto no basquete profissional. Dotado de atleticismo invejável, Essengue é um finalizador explosivo e um defensor versátil. Além disso, possui um teto alto de evolução.

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