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“Achei que podia alcançar Michael Jordan”, conta Dwyane Wade

Em certo momento, ídolo do Heat revela que pensou que poderia ser melhor jogador da história

Dwyane Wade Michael Jordan
Reprodução / X

Dwyane Wade e Michael Jordan, certamente, são dois dos melhores jogadores de todos os tempos. Mas é verdade que estão em níveis diferentes. O ídolo do Miami Heat nunca esteve na discussão, por exemplo, para ser o número um da história. Isso não ocorreu, no entanto, por falta de talento ou oportunidade? O ex-atleta admite que, às vezes, sente que subestimam quem foi dentro de quadra.

“Eu acho que as pessoas nunca entenderam o meu jogo, antes de tudo. Não reconhecem tudo o que fiz, pois atuei em tantas funções diferentes durante a minha carreira. Nunca fui o melhor arremessador da NBA, mas fazia tantas coisas tão bem. Com o passar dos anos, além disso, aprendi a ser um coadjuvante. Eu fiz muitas coisas e não sei se todos veem isso”, defendeu o craque, no podcast do amigo Carmelo Anthony.

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Wade teve uma carreira memorável no basquete. Depois de ser selecionado pelo Heat no draft de 2003, tornou-se o maior jogador da história da franquia. Conquistou três títulos da NBA em Miami, além de ter sido para 13 All-Star Games. Disputou mais de 1.000 jogos na liga durante 16 temporadas. E ele não tem dúvidas de que, se não fossem as várias lesões, poderia ter sido ainda maior.

“Quando era um dos melhores, eu fui um dos melhores. Antes das lesões, eu achei que podia alcançar Michael Jordan. ‘Estou indo atrás de você, MJ’, sabe? Essa era a minha mentalidade, pois confiava em mim mesmo. Achava que poderia ser o melhor de todos os tempos porque achei o caminho bem cedo. Já frequentava o topo da liga ainda em minha segunda temporada”, contou o membro do Hall da Fama.

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Número 23

Uma prova da importância do ícone do Heat veio na lista dos 100 melhores jogadores da história divulgada recentemente. O site Bleacher Report colocou Dwyane Wade na 23a posição, enquanto Michael Jordan foi o número um. Ele não protesta contra Jordan no topo, mas a sua colocação não agradou muito. Apesar de dizer que não se importava, o ex-jogador deu claros sinais de descontentamento.

“Eu não me importo com essas listas, pois, no fim das contas, não significam nada. Tirei tudo o que tenho e entreguei tudo o que tinha a esse jogo. E ainda devo minha vida ao basquete. Isso é só a opinião, então, de uma pessoa que nunca entrou em uma quadra antes. Por que me importaria com a visão de alguém que não enfrentou nenhum dos jogadores de quem fala?”, questionou o veterano.

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Wade, ao mesmo tempo, tenta não levar as listas e rankings tão a sério. Estar nelas, no fim das contas, significa um elogio por si só depois de tantos anos. “Se o seu nome é colocado entre os melhores que já fizeram algo, você deve sentir-se bem com isso. É assim que me sinto. Por isso, já não me importo tanto com qual é a minha posição”, completou.

Nova função

Assim como Michael Jordan, Dwyane Wade também vai estar na cobertura da NBA nos EUA a partir da próxima temporada. O tricampeão da liga, afinal, foi contratado como analista da Amazon Prime Video. Enquanto isso, a lenda do Chicago Bulls vai ser um “colaborador especial” da rede NBC. Wade, a princípio, tem uma abordagem simples sobre a nova função dentro do basquete.

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“As pessoas querem ouvir, antes de tudo, sobre a forma como você jogou e enxerga o jogo agora. Então, eu vou trazer algumas histórias e pequenas reflexões que podem agregar para que vejam tudo com outros olhos. Vou esperar também por momentos para poder falar um pouco sobre como funcionam os vestiários, as viagens. Como é estar lá dentro”, resumiu o ídolo da NBA.

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