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Terry Rozier faz análise sincera de atuação como jogador do Heat

Armador chegou a Miami em janeiro do ano passado, depois de troca com o Charlotte Hornets

terry rozier heat jogador
Reprodução / Instagram

Terry Rozier completa um ano como jogador do Miami Heat nesse mês. Ele chegou ao time cercado de altas expectativas, depois de uma troca com o Charlotte Hornets. A franquia abriu mão de uma escolha de primeira rodada de draft para ter o veterano. Então, surpreende ver que ele virou reserva da equipe nesta temporada. O próprio armador admite que não conseguiu mostrar o seu melhor basquete para a Flórida.

“Alguns jogadores não admitem, mas o aspecto mental é bem importante quando você passa por uma mudança de função. Afinal, somos todos humanos. Eu quero mostrar o meu melhor basquete e, assim, fazer a torcida entender porque trocaram por mim. No entanto, reconheço que não provei isso ainda. Mas acredito que vamos dar a volta por cima. Sei que vou”, afirmou o atleta, em entrevista ao site HoopsHype.

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De fato, a atual campanha trouxe grandes mudanças para o volume ofensivo do atleta. A sua taxa de uso de posses de bola teve considerável queda, assim como número de posses em pick-and-rolls. Como resultado, o número de arremessos e a sua média de pontuação abaixou. Mas, diante de outros problemas dentro do elenco, ele não deseja chamar a atenção para as suas dificuldades.

“Tem sido um grande ajuste para mim. Mas eu sei que temos outros atletas com quem estamos mais preocupados no momento. E o nosso trabalho é, independentemente do que aconteça, entrar em quadra e jogar. Só estou tentando, então, reencontrar o meu melhor ritmo. A temporada não tem sido fácil para mim, mas sei do que sou capaz e como posso ajudar a equipe”, garantiu o jogador de 30 anos.

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Reserva

É sempre um problema em potencial quando jogadores de renome viram reservas. Não só por uma questão de ego, mas adaptação técnico-tática também. Rozier, no entanto, não encarou a situação com tanto drama quanto outros atletas. Ele tem sido elogiado dentro da franquia pela postura depois de perder a titularidade. Como titular ou saindo do banco, o armador se vê como um privilegiado.

“Eu não tive problemas em começar a sair do banco de reservas porque é só mais uma coisa a superar em minha carreira. É uma parte da vida. Você sempre deve se adaptar as circunstâncias em torno de si. Mas não tenho do que reclamar. Sou um abençoado, pois jogo na NBA e faço o que amo. Eu vou achar o meu caminho e, assim, ajudar a equipe”, cravou o ex-atleta do Boston Celtics.

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A carreira nos esportes é cheia de altos e baixos. Por isso, Rozier tende a crer que toda dificuldade é passageira. E, mais do que isso, deixa um legado positivo. “Sei que tudo vai melhorar. Por isso, sinto que não tenho motivos para me queixar agora. Eu passo por dificuldades para que, quando me recuperar, possa me orgulhar da jornada ainda mais”, projetou.

Não ligo

As atuações de Terry Rozier como jogador do Heat, se não ruins, são decepcionantes. Afinal, passam longe do impacto que se imaginava na época da troca. Ninguém pode acusá-lo, no entanto, de falta de esforço em quadra. O especialista defensivo, mesmo que menos assertivo, segue com o conhecido estilo aguerrido em quadra. Jogar bem abaixo do esperado pode desanimar alguns, mas ele não aceita isso de si.

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“Eu lido com as minhas más atuações assim como vejo os comentários dos críticos: não ligo. Não posso deixar que afete o meu nível de esforço e dedicação. Sei quem eu sou como jogador, pois já estou nessa liga há uma década. Vejo o quanto trabalho, o tempo que fico em quadra. Estou aqui por um bom motivo, então só tenho que seguir treinando”, concluiu o experiente armador.

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