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Ex-jogador da NBA sugere que Cam Thomas aceite oferta do Nets

Após um mês de agência livre, time nova-iorquino e ala-armador seguem em impasse no mercado

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Reprodução / X

A agência livre da NBA, certamente, não tem sido fácil para Cam Thomas no Brooklyn Nets. O ala-armador iniciou a offseason, assim como todos os agentes livres restritos, com a expectativa de altos salários. Mas, sem flexibilidade financeira no mercado, as negociações travaram e não há times interessados. O ex-jogador Jeff Teague não se surpreende com a situação do jovem talento.

“Quando você tem a função de Cam, para começar, sempre vai receber menos do que o esperado. É raro ver um especialista em pontuação ou sexto jogador embolsar salários enormes. Foi assim que Lou Williams e Jamal Crawford, por exemplo. A gente pode pensar que scorers desse nível ganhariam uns US$25 milhões por ano. Mas os vínculos nunca passavam de US$15 milhões”, lembrou o armador aposentado.

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Vários jornalistas garantem que Thomas começou a agência livre mirando um contrato de US$30 milhões anuais. Aliás, segue com essa intenção. Mas a única oferta que veio do Nets foi uma extensão de duas temporadas e total de US$28,2 milhões em salários. Ele teria visto a oferta como uma ofensa. Por outro lado, Teague vê a proposta como algo para se avaliar com carinho.

“A proposta de Brooklyn não é um desrespeito, certamente. Esse é o salário que atletas da sua função ganham mesmo. Sei que Cam faz 24 pontos por partida, mas esse é um time que não compete por nada. Ele crê ter o potencial de um superastro. No entanto, pensam diferente dentro da organização. Se achassem que era um astro, o pagariam como tal”, resumiu o ex-titular do Atlanta Hawks.

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Pega e sai correndo

A situação atual da NBA sinaliza que Cam Thomas não vai conseguir um contrato nos padrões que esperava do Nets. Mas há uma alternativa mais incomum para o agente livre: aceitar a oferta qualificatória em seu vínculo. Ele receberia US$6 milhões para seguir mais um ano em Brooklyn, mas voltaria ao mercado sem restrições em 2026. Teague aconselha o ala-armador a pegar o que é mais garantido.

“Talvez, Cam pegue a oferta qualificatória e jogue a todo vapor na próxima temporada. Mas acho que ele deveria pegar aqueles US$28 milhões. Só coloque uma opção para o jogador no segundo ano e estaria bom. Digo isso porque sempre se deve garantir um primeiro contrato após o vínculo de novato. Imagine pegar a qualificatória e não fazer uma temporada legal”, ponderou o ex-armador.

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E nem sempre o problema é o jogador atuar mal. Teague lembra que, em um time em reconstrução com vários calouros, Thomas nem tem tantas garantias assim de que vá ter minutos. “Cam é bom o bastante para brilhar em qualquer cenário. Mas e se o time preferir dar tempo de quadra aos novatos e diminuir o dele? Quando você ganha uns US$14 milhões, a equipe te coloca para jogar”, apontou.

Diferença

Ninguém sabe quando esse impasse vai terminar. Na verdade, ele pode se estender até antes do início da próxima temporada. Acertar os valores de um novo contrato não vai ser fácil. Mas o problema maior não é o acordo com o Nets, mas da forma como Cam Thomas se vê e é visto na NBA.

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“Cam é um pontuador talentoso, mas está preso em uma situação difícil no momento. Ele quer o salário de um astro. Vários times, no entanto, o veem bem mais como um scorer que sai do banco de reservas. Essa diferença, em síntese, é o que o mantém como agente livre até agora”, explicou um olheiro experiente a Afseth.

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