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Revisão da temporada – Detroit Pistons

Fora dos playoffs pelo quinto ano seguido, o Pistons teve uma temporada desastrosa

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Detroit Pistons (29-53)

MVP do time na temporada: Andre Drummond – 13.5 pontos, 13.2 rebotes, 1.6 bloqueio, 1.2 roubada

Pontos positivos:

– Pela primeira vez na carreira, o armador Brandon Jennings conseguiu ao menos sete assistências por partida. O jogador, conhecido por buscar primeiro o lance individual para depois procurar seus companheiros, tentou em média 14.2 arremessos, menor marca em cinco anos na NBA. De quebra, Jennings os 7.6 passes decisivos significam a melhor marca da equipe desde 2005-06, quando Chauncey Billups obteve 8.2.

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– Já em seu segundo ano na liga, o pivô Andre Drummond foi dominante no garrafão. Não no ataque, que ainda precisa ser desenvolvido, mas na defesa. Com médias de 13.2 rebotes e 1.6 bloqueio, aos poucos terá a chance de ser um dos melhores de sua posição.

– Em um time que não tinha arremessadores, Kyle Singler acabou destoando de seus companheiros. O ala-armador converteu 38.2% de suas tentativas para três pontos, além de 82.6% nos lances livres.

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– O Pistons foi o time com a segunda melhor média de rebotes em 2013-14, perdendo apenas para Portland Trail Blazers e empatando com o Denver Nuggets com 45.4 por jogo. Além disso, liderou nos rebotes ofensivos com 14.6.

– Os pesados contratos de Rodney Stuckey e principalmente Charlie Villanueva, finalmente terminaram, permitindo ao time uma maior flexibilidade para novas contratações.

Pontos negativos:

– O time com três jogadores de garrafão não funcionou. Tudo bem que Josh Smith atuou como ala, mas é melhor jogando mais próximo da cesta. Sua chegada causou desconfiança, já que a equipe contava com dois jovens promissores para as posições de ala-pivô e pivô, e necessitava de um ala de ofício.

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– Com Smith na equipe, Greg Monroe acabou perdendo o posto de principal jogador. O ala-pivô não gostou de como seu jogo fluiu em 2013-14 e relutou em assinar um novo acordo. Monroe era agente livre restrito, mas acertou por um ano e agora poderá sair durante a temporada. Caso contrário, ele deixa o time ao fim de 2014-15 de graça.

– Faltaram arremessadores. O time ficou muito preso dentro do garrafão. Quando Smith tentou sair, não foi bem e converteu meros 26.4% de três pontos. Não por menos, o Pistons teve a segunda pior média no quesito, com 32.1%.

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– O Pistons era um time completamente perdido em quadra. Muito da culpa da própria diretoria, que sem um bom planejamento, teve seis técnicos desde 2007-08.

– Pelo quinto ano consecutivo, o Pistons ficou de fora dos playoffs. O time apostou em bons jogadores na agência livre de 2013, mas reconhecidamente “peladeiros”. Brandon Jennings e Josh Smith chegaram com salários altíssimos, ocupando pouco mais de 30% do teto salarial. O resultado foi o mesmo.

Análise:

Com um elenco engessado e sem muitas alternativas, o Detroit Pistons naufragou outra vez. O técnico Maurice Cheeks, apontado como o principal culpado, foi demitido após 50 partidas. Com ele, o Pistons teve 42% de aproveitamento. Depois, John Loyer assumiu e o resultado foi muito pior, com 25% de vitórias. O time já contava com Andre Drummond e Greg Monroe para o garrafão. Com espaço na folha salarial, a equipe tinha a chance de buscar um ala ou um ala-armador e acabou indo atrás de Josh Smith. Não deu nada certo. Brandon Jennings até arremessou menos, mas a qualidade continua ruim. Ele acertou somente 37.3% de suas tentativas.

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Futuro:

O primeiro passo positivo foi contratar o técnico Stan Van Gundy. Um treinador experimentado, que tem no currículo uma final de NBA e levou seus times aos playoffs em todos os anos de sua carreira, exceto quando foi demitido pelo Miami Heat em 2005-06. A filosofia muda, o estilo de jogo, idem. Com Van Gundy, o Pistons já correu atrás de arremessadores e assinou com Caron Butler, D.J. Augustin, Jodie Meeks, e Cartier Martin. Isso sem contar com Kentavious Caldwell-Pope, que ainda precisa aprimorar seu arremesso, mas tem um ótimo potencial defensivo. Como Greg Monroe pode ser trocado, a ideia é rodear Andre Drummond de jogadores com boa capacidade nos três pontos, facilitando o seu esquema. No draft, o Pistons não tinha nenhuma escolha de primeira rodada – havia trocado com o Charlotte Hornets. Acabou selecionando o armador Spencer Dinwiddie. O time está mais forte e aparentemente, com boas chances de finalmente se classificar para os playoffs.

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