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Raptors institui política de “tolerância zero” com Bruno Caboclo

Em ano final de contrato, brasileiro deverá ter conduta tão avaliada quanto desempenho em quadra

O Toronto Raptors planeja avaliar muito mais do que o rendimento em quadra de Bruno Caboclo em seu último ano de contrato com o time. De acordo com Josh Lewenberg, da rede TSN, a franquia canadense vai instituir uma política de “tolerância zero” com possíveis problemas de comportamento.

A medida seria uma forma de “controlar” desvios de conduta que a equipe já vem identificando no jogador de 21 anos. O mais recente aconteceu na Copa América deste ano, quando ele se “rebelou” contra as orientações do treinador da seleção brasileira e resolveu não retornar à quadra. O episódio causou a sua dispensa imediata do grupo que disputava a competição.

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Lewenberg relata que Caboclo já teria tido comportamentos semelhantes durante a última temporada da D-League, que foram resolvidos internamente antes de virem a público. O presidente de operações do Raptors, Masai Ujiri, admitiu em entrevista recente que a seleção do brasileiro na 20ª posição do draft de 2014 (então, apenas com 18 anos) pode ter sido precoce demais.

Em três temporadas no basquete norte-americano, o ala disputou só 106 minutos na NBA e foi remanejado para a liga de desenvolvimento em várias oportunidades. Caboclo registrou médias de 9.9 pontos e 5.4 rebotes em 34 jogos da temporada passada da agora G-League e sua melhor atuação no torneio ocorreu exatamente na partida que decidiu do título, quando liderou o Toronto 905 à vitória com 31 pontos e 11 rebotes.

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