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Prospecto do Draft 2021 – DayRon Sharpe

Pivô de North Carolina é projetado como uma escolha de final de primeira e início de segunda rodada

DayRon Sharpe
Jared C. Tilton / AFP

DayRon Sharpe

Idade: 19 anos
País: Estados Unidos
Universidade: North Carolina
Posição: pivô
Altura: 6’11″ (2,11m)
Envergadura: 7’0″ (2,14m)
Peso: 120 kg

Médias na última temporada: 9.5 pontos, 7.6 rebotes, 1.4 assistência, 0.8 roubo de bola, 0.9 toco, 51.9% de aproveitamento nos arremessos de quadra, 50.5% de aproveitamento nos lances livres, 19.2 minutos por jogo

Pontos fortes

  • Sharpe é um reboteiro excepcional (22 rebotes a cada 100 posses de bola; 15.8 a cada 40 minutos). Membros inferiores muito fortes o permitem ganhar posição interna em ambas as tábuas. Tem um instinto natural para ‘prever’ a caída da bola
  • Faz corta-luzes de altíssimo nível. Usa base larga e muita fisicalidade para conseguir contato e liberar seus ball-handlers
  • Atua com intensidade em todos os minutos que está em quadra. Jogador de energia contagiante
  • Não é o mais atlético dos pivôs, ao passo que possui muita dificuldade para se mover lateralmente na defesa de perímetro, mas entendimento tático e atividade das mãos o permitem atuar nos gaps e executar com bom nível coberturas drop ou até mesmo algumas soft hedges no pick-and-roll
  • Corre a quadra com passadas largas. Coloca pressão no aro na transição se colocando debaixo da cesta e punindo crossmatches, seja para finalizar ou para conquistar posses extras em rebotes ofensivos nesses cenários
  • Faz bom uso da técnica da verticalidade na hora de proteger o aro, mitigando as limitações trazidas pela falta de explosão vertical e a envergadura apenas mediana de 2,14m
  • É um passador melhor do que lhe dão crédito. Poderá vir a ser usado como um criador secundário em situações de short roll de maneira efetiva no médio e longo prazo

Pontos fracos

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  • Jogo ofensivo limitado pela falta de explosão para se colocar como um espaçador vertical e a carência de um arremesso minimamente respeitável
  • Precisará ser usado em coberturas mais conservadoras de pick-and-roll, ao passo que se torna extremamente vulnerável quando colocado em uma ‘ilha’ para defender jogadores ágeis e habilidosos em trocas eventuais
  • Protetor de aro mais posicional. Tem dificuldades para cobrir grandes espaços de quadra em situações de ajuda por conta das limitações de envergadura e atleticismo
  • Arremessador de baixo aproveitamento nos lances livres. Situação que preocupa devido à frequência com que vai à linha (sofre muitas faltas na disputa por espaço na tábua ofensiva, 10.1 lances livres tentados a cada 100 posses de bola em 2020-21)
  • Características atléticas limitadas prejudicam seu teto de evolução na liga. Tende a ser visto como um titular sólido e/ou um backup, sendo, em ambas as situações, mantido em quadra apenas contra formações incapazes de puni-lo com volume e consistência com pullups de longa distância na saída do pick-and-roll

Comparações: Derrick Favors (Utah Jazz) / Isaiah Stewart (Detroit Pistons)

Projeção: entre as escolhas 29 e 36

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Confira alguns lances de DayRon Sharpe

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