Notícias Rumores Opinião Classificação Onde Assistir
Conferência Leste
Atlanta Hawks Boston Celtics Brooklyn Nets Charlotte Hornets Chicago Bulls Cleveland Cavaliers Detroit Pistons Indiana Pacers Miami Heat Milwaukee Bucks New York Knicks Orlando Magic Philadelphia 76ers Toronto Raptors Washington Wizards
Conferência Oeste
Dallas Mavericks Denver Nuggets Golden State Warriors Houston Rockets LA Clippers LA Lakers Memphis Grizzlies Minnesota T-Wolves New Orleans Pelicans OKC Thunder Phoenix Suns Portland Trail Blazers Sacramento Kings San Antonio Spurs Utah Jazz

Pai, lesão e tempo perdido: a carreira de Lonzo Ball

Uma linha do tempo da carreira do armador que, talvez, nunca mais entrará em quadra

pai lesão lonzo ball
Quinn Harris / AFP

Cinquenta e quatro porcento. É o índice de jogos de temporada regular que Lonzo Ball disputou até aqui em sua turbulenta carreira, que inclui um pai polêmico, uma grande lesão e um futuro incerto.

Ball jogou basquete universitário por UCLA, e registrou números impressionantes em seu único ano por lá: 14,6 pontos, 6 rebotes e 7,6 assistências por jogo. O armador mostrou grande QI de basquete logo cedo, além de boa defesa e arremesso de três pontos. Por isso, foi nomeado para a equipe ideal do Pac-12 e foi finalista do prêmio de melhor atleta universitário da temporada.

Continua após a publicidade

Los Angeles Lakers

Já em 2017, o Los Angeles Lakers selecionou o jogador com a segunda escolha geral no Draft da NBA. Em um processo bastante tumultuado às vésperas do Draft, o pai de Lonzo Ball foi frequentemente à imprensa para encher a bola do filho, antes de qualquer lesão. Ele chegou a participar de programas na ESPN e Fox Sports, além de falar que ele próprio teria sido profissional.

A primeira temporada de Ball, contudo, não foi tão boa. Com médias de apenas 10,2 pontos, 6,9 rebotes e 7,2 assistências, era claro que precisava trabalhar muito em seu arremesso. Dessa forma, com aproveitamento de apenas 30,5% de três pontos, 42% de quadra e incríveis 45,1% do lance livre, Lonzo foi o pior arremessador da liga naquele ano. Além disso, já mostrou indícios da falta de saúde física que o assombra na carreira: perdeu 30 partidas.

Continua após a publicidade

A chegada do rei

Em 2018/19, porém, boas notícias: LeBron James chegaria à equipe. O rei vinha de oito finais consecutivas da NBA, e prometia levar o Lakers para outro patamar.

Com uma equipe renovada, a organização começou bem a temporada, chegando a ocupar a terceira posição da Conferência Oeste no Natal. Entretanto, uma lesão de LeBron colocou o Lakers em uma posição ruim, e mesmo quando James voltou, em meados de fevereiro, a temporada já parecia perdida.

Continua após a publicidade

Além disso, outro fator importante foi o rumor de Anthony Davis chegando em Los Angeles. O pivô já havia pedido para sair do New Orleans Pelicans. Então, era claro que, para o Lakers fazer a troca acontecer, teria que abrir mão de pelo menos três de seus jovens jogadores: Josh Hart, Lonzo, Brandom Ingram e Kyle Kuzma.

Ao final da temporada, o armador teve médias de apenas 9,9 pontos, 5,3 rebotes e 5,4 assistências. Seu arremesso de dois e três pontos melhorou ligeiramente, mas o lance livre piorou: 41,7%.

Continua após a publicidade

A franquia de Los Angeles não foi aos playoffs, e ficou claro que, caso quisessem deixar LeBron feliz, teriam que se movimentar no verão. Por isso, negociaram Brandon Ingram e Josh Hart, junto de Lonzo. Os jogadores desembarcaram em New Orleans e eram os novos reforços do Pelicans.

Leia mais!

New Orleans Pelicans

E aqui houve uma melhora substancial no jogo de Ball. Sem os holofotes de Los Angeles e a pressão de jogar com LeBron, o jogador teve a temporada mais saudável de sua carreira. Em 19-20, participou de todos os 63 jogos da equipe na temporada mais curta, e registrou médias de 11,8 pontos, 6,1 rebotes e 7 assistências por jogo. Além disso, seu aproveitamento de três pontos subiu para 37,5%. Por fim, apresentou melhora também em criar seus próprios arremessos e agredir a cesta.

Continua após a publicidade

Parecia que tudo ia continuar melhorando. Em 2020/21 foi a melhor temporada da carreira do armador, com médias de 14,6 pontos, 4,8 rebotes e 5,7 assistências, além de finalmente melhorar seu arremesso nos lances livres: 78,1%. Ball já era um dos melhores jovens armadores da liga. Entretanto, algo parecia continuar incomodando: Mais 17 partidas perdidas por lesão.

Chicago Bulls

E com essa melhora ano a ano, parecia que o Pelicans ia manter o jogador, certo?

Errado. A equipe decidiu que Lonzo não valia o salário de US$80 milhões por quatro anos que o Bulls o ofereceu, e deixou o armador ir para Chicago.

Continua após a publicidade

Lá, Ball teve o melhor período de sua curta carreira: foram 13 pontos, 5,4 rebotes e 5,1 assistências por jogo em 35 partidas, com 42,3% de aproveitamento de três pontos e quase dois roubos de bola por jogo. O Bulls era o primeiro colocado da conferência Leste até a lesão do atleta.

Ah, a lesão… 

Em janeiro de 2022, foi noticiado que o jovem jogador teve uma ruptura no menisco que o deixaria de fora por seis a oito semanas. Médicos da equipe realizaram a cirurgia oito dias depois do anúncio, no final do mês.

Continua após a publicidade

Em 11 de março, circulou um vídeo nas redes sociais onde o atleta aparecia treinando com bola. Entretanto, a equipe anunciou que seguraria a reabilitação do jogador por complicações no processo pós-operatório. Em abril, fomos informados que Lonzo estava fora da temporada. Chicago caiu para a sexta colocação geral sem o armador e foi eliminada na primeira rodada dos playoffs.

Com um verão inteiro para se recuperar, era esperado que Ball voltasse logo no começo da temporada 2022/23. Porém, no começo de setembro, Jamal Collier, da ESPN, noticiou que o atleta ainda era dúvida para o início dos jogos, e que ainda sentia dor ao fazer movimentos bruscos. Posteriormente, o próprio Chicago Bulls informou que faria outra cirurgia no jogador, e que ele ficaria fora por mais seis semanas.

Continua após a publicidade

Prazos adiados e tempo perdido

Ademais, tudo só parecia piorar. Em 30 de novembro, o técnico Billy Donovan admitiu que a recuperação estava sendo muito lenta. Além disso, Lonzo veio a público dizer que não conseguia correr ou pular.

E em fevereiro veio a confirmação. O armador não jogaria basquete nessa temporada. Três semanas depois, outra má notícia: Ball passaria pela terceira cirurgia no joelho cerca de um ano. No último mês, Dan Bernstein, do The Score, soltou uma bomba: o Bulls acredita que, talvez, o atleta nunca mais entre em quadra.

Continua após a publicidade

Por fim, outra bomba: Doug Gottlieb, da Fox Sports, disse que o Lakers acreditava que a lesão de Lonzo Ball era culpa de seu pai… Especificamente, dos tênis da Big Baller Brand, que Lonzo usou no início de sua carreira. Não existe a confirmação, mas a falta de informações e pronunciamento tanto da organização quanto do resto da família Ball abre suposições. Por hora, resta esperar e torcer para a recuperação do armador.

Assine o canal Jumper Brasil no Youtube

Todas as informações da NBA estão no canal Jumper Brasil. Análises, estatísticas e dicas. Inscreva-se, mas dê o seu like e ative as notificações para não perder nada do nosso conteúdo.

Continua após a publicidade

Então, siga o Jumper Brasil em suas redes sociais e discuta conosco o que de melhor acontece na NBA

Instagram
Twitter
Facebook
Grupo no Whatsapp

comentários