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Mark Cuban “esfria” Seattle e posiciona-se contra expansão na NBA

Para dono do Mavericks, aumento do número de times não faz sentido do ponto de vista econômico

cuban

Seattle vive a expectativa de voltar a ter um time na NBA após quase uma década, com um grupo de empresários preparando nova investida para tentar “reativar” o tradicional Supersonics. Mas, se depender do polêmico Mark Cuban, a cidade não retornará ao cenário da liga tão cedo. O dono do Dallas Mavericks mostrou-se contrário a um possível processo de expansão e não acredita haver espaço para novas franquias.

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“Nós temos times o bastante neste momento. Economicamente, uma expansão não faria sentido. Há diversas cidades que precisam de uma equipe, mas, para a NBA, não é a hora. Faz apenas seis anos que a liga teve que comprar uma franquia por questões de mercado. Nós melhoramos muito nossa situação desde então, mas ainda temos mais a avançar antes de expandir”, afirmou o mandatário, em entrevista ao jornal Boston Globe.

Recentemente, Seattle deu mais um passo à frente na tentativa de recolocar-se na liga com avanços em relação à construção da arena multiuso com capacidade para até 20 mil pessoas que receberia o Supersonics, a Seattle Arena. Isso, porém, não parece ser o bastante para convencer Cuban. Apesar do considerável aumento das verbas neste ano, o empreendedor acredita que a NBA não pode empolgar-se e tomar decisões impulsivas.  

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“Eu acho que ainda temos alguns desafios. Não podemos pensar que o novo acordo de televisão fez tudo ficar ótimo. Não temos a audiência da NFL, por exemplo, mas vejo muito potencial de crescimento. Os torcedores amam o esporte, participam do dia-a-dia, assistem aos jogos e nossa média de público nos ginásios é boa. Estamos em uma boa posição, mas é possível melhorar”, pontuou Cuban, que já havia sido contrário à expansão no passado.

As tentativas de melhora já estão começando. O dono do Mavs elogiou a decisão de trocar o comando da comissão de arbitragem da NBA e vê o posicionamento político de profissionais ao redor da liga como um fator positivo para a credibilidade da liga. Mas, para alcançar a popularidade da NFL, o mandatário aposta que o maior trunfo está na visibilidade dos “artistas” que fazem o esporte em quadra.

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“Somos a única das quatro grandes ligas cujos jogadores são realmente marcas. Os atletas são bem conhecidos, os fãs sabem os 15 integrantes da maioria dos elencos por conta dos videogames e fantasy. Mais do que isso, eles consideram que nossos jogadores são exemplos para a sociedade. Isso é sempre bom”, concluiu Cuban, prevendo voos mais altos para a NBA no futuro.

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