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Jayson Tatum: “Celtics quer ser time mais ‘desesperado’ dos playoffs”

Astro de Boston usa termo inusitado para definir postura que espera do time na pós-temporada

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Reprodução / X

Pode nem parecer, mas Jayson Tatum e o Boston Celtics já tiveram uma turbulência nos playoffs. O time, afinal, perdeu a vantagem de mando de quadra ainda no início da série contra o Philadelphia 76ers. A resposta veio rápido, pois venceu os dois jogos seguintes atuando fora de casa. Mas isso só ocorreu porque aprenderam algo importante naquele inesperado revés.

“Controlar o ritmo do jogo foi um dos pontos de ênfase do time chegando a Philadelphia. Eles venceram o segundo jogo da série porque foram a equipe mais desesperada em quadra. Depois da nossa vitória fácil na partida anterior, queriam dar uma resposta. Por isso, nós tínhamos que nos recuperar mostrando mais atitude”, contou a referência do elenco celta.

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Desespero é uma palavra curiosa para se usar como um elogio por causa da conotação negativa que possui. No entanto, pela ótica de Jayson Tatum, ganhou um significado diferente. Desespero tem a ver, antes de tudo, com o senso de urgência para o astro. Todas as equipes estão a 16 vitórias do título, então ele quer ver o Celtics com esse nível máximo de entrega e sem amarras.

“Eu aprendi nesses nove anos de playoffs que as coisas nunca acontecem como você imagina. Então, é preciso estar pronto para jogar com a mesma intensidade e atitude por quatro ou sete jogos. Essa é a mentalidade que tentamos manter a cada partida, não importa quantas sejam. Nós queremos ser o time mais desesperado sempre”, cravou o ala de 28 anos.

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Jayson Tatum, no entanto, reconhece que o Celtics tem uma vantagem sobre vários dos seus adversários quando atua fora de casa nos playoffs. Boston tem uma das bases de fãs mais engajadas e ramificadas da NBA. Ou seja, tem torcida em todos os lugares. Isso chamou a atenção, em particular, na quarta partida contra o Sixers. É um luxo que o astro não toma como garantia.

“Jogar pelo Celtics te traz vários luxos e privilégios. Certamente, essa é uma das partes boas de fazer parte da franquia mais vitoriosa da história da liga. A base de torcedores que temos é enorme. E, mais do que isso, os fãs atravessam o país para nos dar apoio. É algo que tenho muita sorte de ter desde o início da minha carreira”, reconheceu o craque, após a vitória no jogo 4.

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É verdade que, quando chegou à liga, Tatum não entendia muito bem que essa era uma vantagem tão incrível. Mas, depois de quase uma década, vê como é uma questão que faz a diferença. “Quando você começa a jogar contra outros times e lugares percebe que nem todos têm isso. Então, é muito bom ter esse tipo de suporte não importa onde estejamos”, completou.

O que mudou?

Mas é claro que mentalidade e torcida não são os únicos fatores que pesaram na reação do Celtics na série. O time arremessou melhor, o ataque fluiu e jogadores subiram de produção mesmo atuando como visitante. Um deles foi Payton Pritchard. Depois de acertar só dois arremessos de longa distância nas partidas de Boston, ele converteu 11 de 22 tentativas na Philadelphia.

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“Eu não sei se vi algo diferente nesses dois jogos. Na verdade, senti que dei um passo na direção certa na terceira partida da série. Falei isso, aliás, com todos. O meu ritmo e senso de agressividade, de certa forma, voltaram. O que mudou, então, tem mais a ver mais comigo recuperando a ‘faísca’ do meu jogo”, explicou o armador.

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