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Ex-atleta da NBA cobra evolução de Donovan Mitchell: “Não pode virar um Damian Lillard”

Para Richard Jefferson, evolução do craque vai medir time de Cleveland como um concorrente ao título

donovan mitchell damian lillard
Ezra Shaw / AFP

Donovan Mitchell e Damian Lillard são dois astros que movimentam rumores na offseason da NBA, mas de formas bem diferentes. O primeiro é um alvo de boatos, enquanto o segundo já pediu para ser trocado. Mas será que ambos possuem mais semelhanças entre si? Richard Jefferson acredita que sim. O ex-jogador observa a carreira e jogo do veterano como uma projeção preocupante para o jovem.

“Acho que, se o Cleveland Cavaliers chegar às finais de conferência, até posso ver Donovan acertar uma extensão. O time é um candidato, afinal, a ser finalista do Leste. Mas, para isso, Donovan precisa elevar o seu jogo. Em minha opinião, com todo o respeito, ele não pode virar um Damian. Tem que, para resumir, fazer os seus companheiros melhores”, disparou o ex-ala, em seu podcast.

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Mitchell estabeleceu-se como um dos principais jovens talentos da NBA por causa de sua capacidade de pontuar. E fez isso em alto nível na temporada de estreia com o Cavs. Ele registrou a maior média de pontuação da carreira (28,3). Mas também teve as melhores marcas pessoais no aproveitamento de tiros de quadra (48,4%) e três pontos (38,6%). Jefferson não acha que isso seja o bastante.

“Donovan precisa evoluir enquanto eleva os seus companheiros. Ele deve motivar e municiar os companheiros, assim como Michael Jordan fazia. O próximo passo do seu jogo é ‘subir’ o impacto além da pontuação e ser bem menos um arremessador em volume. Esteja no controle das ações e, assim, tente potencializar todos ao seu redor”, aconselhou o campeão da NBA em 2016.

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Outra visão

A opinião de Jefferson sobre o jogo de Donovan Mitchell – e, por extensão, Damian Lillard –, no entanto, está muito longe de ser um consenso. O seu próprio parceiro de podcast, aliás, apresenta uma visão diferente. Channing Frye não aposta que a evolução do jogo do ala-armador esteja em distribuir o jogo. Na verdade, ele vê isso como uma negação do que transformou-o em um astro.

“Eu discordo dessa visão, para começar. Não sei se, com a idade de Donovan, ele vai simplesmente mudar como joga. E realizar uma mudança tão drástica em seu estilo de jogo é o movimento certo, afinal? Passar mais a bola? Estamos exigindo que um jogador abandone o que faz em nível de elite por uns meses e vire algo totalmente diferente”, ponderou.

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Em termos estatísticos, a princípio, distribuir o jogo não parece ser um problema tão grave para Mitchell. Ele foi o terceiro atleta que mais deu passes por jogo no time e, além disso, o segundo principal assistente em média (4,4) na temporada passada. A sua média de quase 1,7 assistência para cada turnover, por fim, está próxima da melhor marca de sua carreira.

Sem troca

A situação do contrato de Mitchell, realmente, é complicada para o Cavaliers. Ele já pode assinar uma extensão prévia, mas não vai fazê-lo por uma questão financeira. A sua melhor alternativa, com um salário quase US$100 milhões maior, é tornar-se agente livre em 2025. Isso quer dizer, ao mesmo tempo, deixar o caminho aberto para uma saída para o New York Knicks.

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O gerente-geral Koby Altman entende a situação, mas avisa: nem pensa em trocar o ala-armador. Ele montou uma das bases jovens mais promissoras da liga e não vai precipitar-se em desmanchar o seu trabalho.

“A nossa intenção é manter a base de Donovan, Darius [Garland], Evan [Mobley] e Jarrett [Allen] junta por muito tempo. Eu não faço promessas nessa liga, mas os quatro sabem o quanto são importantes para o nosso projeto. E esse é um elenco jovem que já venceu 51 jogos na temporada passada. Então, não há motivo para quebrarmos esse núcleo”, sentenciou o executivo.

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