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James Wiseman foi o principal novato de dezembro

Jovem pivô do Warriors impressiona pela mobilidade e coordenação motora

Warriors rumores Wiseman
Ezra Shaw / AFP

Diversos novatos da classe de 2020 tiveram um impacto imediato na rotação de suas equipes já durante dezembro, o primeiro mês da temporada.

Exemplo disso, é o fato de seis deles terem tido médias de dois dígitos na coluna de pontuação: Anthony Edwards, do Minnesota Timberwolves (15); James Wiseman, do Golden State Warriors (12.5); Patrick Williams, do Chicago Bulls, Tyrese Haliburton, do Sacramento Kings (10.6); LaMelo Ball, do Charlotte Hornets (10.3); e Cole Anthony, do Orlando Magic (10).

Além deles, jogadores menos badalados como Payton Pritchard (Boston Celtics) e Desmond Bane (Memphis Grizzlies) tiveram minutos consistentes nas rotações de suas equipes (ambos passaram dos 20 minutos por jogo) e confirmaram a expectativa de já terem chegado ‘mais prontos’ à liga depois de quatro anos completos no basquete universitário.

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Dentro desse contexto de múltiplos destaques, elegemos os três principais calouros do último mês:

 

 

1) James Wiseman (Warriors)

Estatísticas: 12.5 pontos, 5.8 rebotes, 1.5 toco, 43.9% de aproveitamento nos arremessos de quadra, 62.5% da linha dos três pontos, com média de duas tentativas por jogo

Campanha da equipe: duas vitórias e duas derrotas

Comentário: Com 2.3 tocos e 8.8 rebotes por 36 minutos, Wiseman deu indícios sólidos de que irá confirmar a projeção de ‘âncora defensiva’ atribuída a ele durante o período pré-draft. O pivô, no entanto, fez mais ao logo de seus primeiros passos na NBA. Exibiu a combinação de fluidez atlética, mobilidade e coordenação motora incomuns para um atleta de 2,13m, características que estiveram em evidência em seu conforto para colocar a bola no chão e liderar contra-ataques no costa-a-costa. O bom toque nos arremessos de média e longa distância colocaram ainda uma ‘cereja no bolo’ de seu primeiro mês como profissional.

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2) Tyrese Haliburton (Kings)

Estatísticas: 10.6 pontos, 4.4 assistências, 0.8 desperdício de bola, 1.0 roubo de bola, 52.9% de aproveitamento nos arremessos de quadra, 50% de aproveitamento na linha dos três pontos, com média de quatro tentativas por jogo

Campanha da equipe: três vitórias e duas derrotas

Comentário: A reputação de ‘jogador de poucos erros’ se confirmou logo de cara e lhe rendeu o papel de ‘estabilizador do Kings’ nos últimos quartos – período no qual liderou sua equipe em minutagem, com 10.1 por jogo. Além da solidez na tomada de decisões, Haliburton exibiu sua versatilidade para atuar na bola e fora dela. No primeiro cenário, foi eficiente em pick-and-rolls e estabeleceu química imediata com o pivô Richaun Holmes, a quem entregou pocket passes com muita precisão em áreas congestionadas. No segundo, foi um alvo para lá de confiável em spot ups – espaçando a quadra para que De’Aaron Fox pudesse operar ‘ladeira abaixo’.

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https://www.youtube.com/watch?v=u_CmKrzn4Fs

 

3) Anthony Edwards (Timberwolves)

Estatísticas: 15.0 pontos, 2.3 rebotes, 41.8% de aproveitamento nos arremessos de quadra, 33.3% de aproveitamento na linha dos três pontos, com média de seis tentativas por jogo

Campanha da equipe: duas vitórias e duas derrotas

Comentário: Mais importante do que olhar para seu aproveitamento inconsistente nos arremessos de quadra foi observar a facilidade com que Edwards os criou. Atuando em seu próprio ritmo, com muito equilíbrio em seu trabalho de pés e a capacidade de criar contato para desequilibrar ‘homens formados’ como Royce O’Neale (Jazz) para chegar os lugares que quis em quadra (só 0.5 desperdício de bola por jogo).

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