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Análise dos novatos da temporada: Kevin Porter Jr.

Lucas Torres analisa a performance de um dos candidatos a steals da classe de 2019

Posição no draft de 2019: 30º
Estatísticas em 2019-2020: 10.0 pontos / 3.2 rebotes / 2.2 assistências e 1.9 turnover / 44.2% de aproveitamento nos arremessos de quadra / 33.5% de aproveitamento nos arremessos do perímetro, com 3.2 tentativas / 2.0 tentativas de lance livre (72.3%) / 23.2 minutos

Avaliação da temporada: B+

Produção em relação à expectativa: produziu mais que o esperado para uma última escolha de primeira rodada, mas não chegou a surpreender às expectativas de scouts, que desde o high school conhecem seu atleticismo e habilidade de colocar a bola dentro da cesta

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Destaques positivos:

Efetivo fora da bola, sobretudo como arremessador em spot ups, que concentraram 18.3% de seu volume ofensivo (79.1th percentile; 40.7% de suas bolas de três pontos em situações de catch and shoot)

Excelente timing como cutter, a despeito da pouco incentivo à movimentação sem a bola do sistema do Cavs. Um dos mais eficientes da liga (91.7th percentile) ao combinar excelentes instintos para ocupar espaços vazios com atleticismo para explodir para a cesta quando embalado

Habilidoso para usar sua envergadura de 2,06m e fugir de contestações ao redor do aro. Usa ambas as mãos para finalizar. Ótimo trabalho de pés. Converteu 68.7% de suas tentativas na área restrita em 19-20

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Não teve problemas em deixar o jogo chegar até ele. Mentalidade coletiva (a maior parte de seus arremessos, 33.8%, veio em situaçõs nas quais ele nem sequer colocou a bola no chão). Fez bom trabalho mantendo os braços longos ativos nas linhas de passe. Sua média de 2.5 desvios por 36 minutos foi a segunda maior entre os jogadores de perímetro do Cavaliers (o primeiro foi Alfonzo McKinnie, com 2.6). Média de 1.4 roubo por 36 minutos

 

https://youtu.be/M6Bidtgdtvo

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Destaques negativos: 

‘Ponto de disparo’ do arremesso baixo, na altura do peito, lhe causou enormes dificuldades para tirar o próprio chute (28.1% de aproveitamento em pullups; e 29.2% na média distância)

O baixo ponto de lançamento lhe trouxe dificuldade de criar seu chute a partir do drible, mesmo possuindo um controle de bola acima da média para a idade e ótimo ritmo em suas hesitações e mudanças de velocidade, impactando negativamente sua eficiência como lead guard (abaixo da média em situações de isolation – 38.9th percentile; e, mais ainda, como ball handler em pick and rolls – 27.1th percentile).

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A mesma característica diminuiu também sua capacidade de matar bolas quando contestado no perímetro (27.3% de aproveitamento em tentativas de três pontos contestadas), mesmo em situações de catch and shoot

Mostrou, na NBA, a falta de instintos para criar para os companheiros que o acompanha desde o high school. Tende a olhar estritamente para a cesta quando está com a bola nas mãos, perdendo leituras simples (só 1.1 assistência para cada turnover)

Exibiu falta de comprometimento como defensor individual em vários momentos. De longe, o pior defensor individual do Cavaliers na temporada, mantendo as mãos baixas e os joelhos não flexionados em diversos momentos, concedendo arremessos sem contestação e infiltrações sem muita resistência (permitiu acréscimos de 7.9% na média de aproveitamento dos adversários no total dos arremessos de quadra; e de 7.7% na linha dos três pontos)

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Tentou compensar ‘preguiça defensiva’ com a utilização das mãos frequentemente (média de 4.2 faltas por 36 minutos)

 

https://youtu.be/62wlMf9fUao

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