Notícias Rumores Opinião Classificação Onde Assistir
Conferência Leste
Atlanta Hawks Boston Celtics Brooklyn Nets Charlotte Hornets Chicago Bulls Cleveland Cavaliers Detroit Pistons Indiana Pacers Miami Heat Milwaukee Bucks New York Knicks Orlando Magic Philadelphia 76ers Toronto Raptors Washington Wizards
Conferência Oeste
Dallas Mavericks Denver Nuggets Golden State Warriors Houston Rockets LA Clippers LA Lakers Memphis Grizzlies Minnesota T-Wolves New Orleans Pelicans OKC Thunder Phoenix Suns Portland Trail Blazers Sacramento Kings San Antonio Spurs Utah Jazz

“Eu estava errado sobre o basquete da NBA”, admite Sasha Vezenkov

Ala-pivô revela que voltou ao basquete europeu com outra visão após experiência na liga dos EUA

sasha vezenkov basquete nba
Reprodução / Instagram

Sasha Vezenkov chegou à NBA, em 2023, como alguém que realizava o seu sonho como jogador no basquete. Mas, ao mesmo tempo, trazia uma postura cética. Ele sempre viu a liga, assim como vários atletas europeus, como um filme com bem mais estilo do que substância. O búlgaro só ficou uma temporada nos EUA, mas admite que foi tempo o bastante para tirar a prova de que estava errado. Muito errado.

“Eu estou feliz, pois joguei lá. A chance de tentar competir contra os melhores era algo que devia a mim mesmo. E, certamente, é bem diferente de ver pela televisão. O nível de talento, antes de tudo, é incrível. Eu era um daqueles caras que diziam que ninguém marcava lá, por exemplo. Mas estava muito errado. Eles são os melhores jogadores do mundo”, reconheceu o ala-pivô, em entrevista ao podcast “Triple Threat”.

Continua após a publicidade

Não só se defende na NBA, mas o desafio de ser um marcador na liga é desgastante. Os jogos não param e, com isso, o tempo de preparação é curto. Defensores estudam os principais jogadores que vão enfrentar na noite seguinte, muitas vezes, dentro de um avião. E, como citado por Vezenkov, esses rivais são a elite do esporte. Foi um grande teste e, como resultado, aprendizado para o europeu.

“O calendário de jogos e ambiente da liga são bem duros. Afinal, todas as noites, você está marcando alguém do nível de Anthony Edwards, LeBron James ou Jimmy Butler. Superastros todas as noites, sem parar. É duro demais, mas, como disse, estou feliz porque cheguei lá. Gostei de boa parte dessa experiência, mesmo que tenha sido tão difícil. E, se pudesse escolher, faria tudo igualzinho”, garantiu o veterano.

Continua após a publicidade

Leia mais sobre LeBron James

Maratona

No último ano, Sasha Vezenkov percebeu que o desafio do basquete da NBA vai além da questão técnica e disposição. É uma maratona que testa, sobretudo, o físico dos atletas. Afinal, um time que vai longe nos playoffs pode disputar quase o dobro de jogos de uma equipe europeia em período igual ou menor. É um ritmo tão intenso exige um alto nível não só de preparo e condicionamento, mas também de motivação.

“Eu fiquei perto dos melhores jogadores para, assim, tentar aprender as suas rotinas. Esses caras disputam 82 jogos por temporada, então queria ver o que faziam diferente. No fim das contas, o que ficou em mim foi a capacidade de seguir se esforçando ainda que esteja cansado. Eles jogam 35-40 minutos e, ainda assim, estão no ginásio poucas horas depois. Ou seja, não param de trabalhar em seus jogos”, contou o búlgaro.

Continua após a publicidade

Vezenkov percebe que, do ponto de vista físico-atlético, nada do que viveu na Europa se assemelha à exigência nos EUA. “Por aqui, quando nós disputamos 30 minutos de uma partida, a gente ‘pega leve’ no dia seguinte. Mas, na NBA, simplesmente não existe esse tempo de folga. Não tem ‘pegar leve’. Por isso, digo que a ética de trabalho deles é insana”, elogiou.

Recomeço

Mas, obviamente, Vezenkov também viu problemas em sua passagem pela NBA. Se tudo fosse perfeito, ele não teria aberto mão de dinheiro para ir embora. O maior problema, a princípio, era a forma como a liga o enxergava. Não é segredo para ninguém que os EUA têm uma visão muito “egoísta” do mundo. E, por isso, o MVP da Euroliga era visto pelos norte-americanos como um calouro.

Continua após a publicidade

“Sempre me incomodou ser tratado como um novato mesmo com 28 anos de idade. Mas isso reflete que eles não se importam com quem você é ou o que fez antes dali. A NBA é começar do zero, em síntese. Você tem poucas chances e precisa se provar nos minutos que aparecem. Ou seja, vira só mais um. Não é que eles não respeitam a Euroliga. Eles nem sabem o que é”, concluiu o ídolo do Olympiacos.

Assine o canal Jumper Brasil no YouTube

Continua após a publicidade

Todas as informações da NBA estão no canal Jumper Brasil. Análises, estatísticas e dicas. Inscreva-se, mas dê o seu like e ative as notificações para não perder nada do nosso conteúdo.

E quer saber tudo o que acontece na melhor liga de basquete do mundo? Portanto, ative as notificações no canto direito de sua tela e não perca nada.

Então, siga o Jumper Brasil em suas redes sociais e discuta conosco o que de melhor acontece na NBA

Continua após a publicidade

comentários