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Detroit Pistons encerra temporada da NBA com saldo positivo

Campanha de 2024/25 marca resgate do orgulho em Detroit

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Reprodução / X

O Detroit Pistons deve se orgulhar da temporada 2024/25 da NBA. Depois de anos de insucessos, a franquia voltou aos holofotes de uma forma positiva. A boa campanha, sobretudo, marca o renascimento da equipe, que voltou a ser relevante na liga. Assim, saldo é positivo.

No limbo por mais de uma década, o Pistons deu alegrias ao seu torcedor nesta temporada. Afinal, nos últimos 15 anos, o time havia chegado aos playoffs apenas em 2016 e 2019, e, em ambas as vezes, foi “varrido”. No período, o time alternou campanhas medíocres com fiascos. Por exemplo, entre 2020 e 2024, o Pistons somou 94 vitórias em 384 jogos. Ou seja, um aproveitamento de apenas 24%.

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Em relação à última temporada, quando fez a pior campanha de sua história, o Pistons triplicou o número de vitórias, saltando de 14 para 44. Desse modo, se tornou a primeira equipe da NBA a conseguir essa marca. Então, de pior time da NBA, o Pistons se tornou competitivo, com a sexta melhor campanha do Leste. Portanto, o feito de Detroit não é pouca coisa.

Além disso, outro motivo para celebrar foi a primeira vitória em playoffs desde 2008. Na série deste ano contra o New York Knicks, Cade Cunningham e companhia foram valentes e venderam caro a eliminação após seis jogos intensos. Outrora piada na NBA, o Detroit Pistons fez uma temporada de renascimento.

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Depois de algumas reconstruções de elenco, o Pistons finalmente acertou. A primeira escolha do Draft de 2021 deu um alento à franquia, na época. Cunningham tinha um potencial enorme para se tornar um astro na NBA. Demorou quatro anos para que isso ocorresse. Com sucessivos fiascos do antigo GM, Troy Weaver, a equipe não conseguiu montar um time decente em torno do jovem armador.

Tudo mudou após a chegada de Trajan Langdon para comandar o basquete da franquia, na última offseason. Uma das primeiras ações do novo executivo foi a contratação do técnico JB Bickerstaff. Em Detroit, o treinador de 46 anos fez o seu melhor trabalho na NBA. Nas quatro temporadas à frente do Cleveland Cavaliers, ele foi relativamente bem. Mas, no Pistons, ele subiu de patamar.

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Langdon fez o básico, algo que Weaver não colocou em prática em quatro temporadas. Ou seja, cercou Cunningham de arremessadores confiáveis. Nos primeiros anos do camisa 2, a equipe sofreu com a falta de espaçamento de quadra. Mas, em 2024/25, as adições de Tim Hardaway Jr, Tobias Harris e Malik Beasley fizeram muito bem Cunningham.

Protagonista da equipe, o armador de 23 anos finalmente virou uma estrela na NBA. Com médias de 26,1 pontos, 9,1 assistências (quarto da liga nesse quesito) e 6,1 rebotes, Cunningham foi eleito All-Star pela primeira vez. E é nome certo nos times ideais da liga. Desde Isiah Thomas, ídolo na época dos Bad Boys dos anos 80 e 90 da NBA, o Pistons não tinha um armador tão talentoso.

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Futuro do Pistons

A temporada do Detroit Pistons promete ser um divisor de águas na história da franquia na NBA. Agora, sob a liderança de um astro da prateleira de cima como Cunningham, o time chegou para ficar nas primeiras posições da Conferência Leste.

Os jovens Ausar Thompson, Jalen Duren e Jaden Ivey mostraram evolução. Assim, são peças que Bickerstaff conta para o futuro. Thompson se tornou um defensor especial. Duren resgatou a tradição de pivôs que fazem o trabalho “sujo” no garrafão.

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E, por fim, Ivey virou um ótimo parceiro de armação de Cunningham. Com um aproveitamento acima de 40% nas bolas de 3, a quinta escolha do Draft de 2022, agora, é um arremessador confiável. Em razão de uma fratura da fíbula da perna esquerda, o ala-armador atuou em apenas 30 jogos. Portanto, o camisa 23 fez falta na série contra o Knicks.

Para 2025/26, Landgon terá algumas tarefas importantes. Ivey e Duren, por exemplo, são elegíveis a extensões contratuais. Já os veteranos Beasley, Hardaway Jr e Dennis Schroder serão agentes livres. No recrutamento da NBA, por outro lado, o Pistons terá direito à escolha 37, ou seja, de segunda rodada.

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Portanto, com o status alcançado em 2024/25, a franquia não pode regredir. E, nesse caso, a continuidade é importante. Com Cunningham mais maduro, e um elenco de apoio de qualidade, a equipe tem tudo para seguir brigando pelas primeiras posições do Leste. Que a temporada do Detroit Pistons na NBA não tenha sido um sonho na noite de verão.

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