Chet Holmgren revela lição do Thunder com derrota nos playoffs
Campeão em 2025, time de Oklahoma City foi eliminado nas finais do Oeste na última temporada
Chet Holmgren começou a temporada passada com a missão de ajudar o Oklahoma City Thunder a atravessar os playoffs e ser bicampeão. Mas não deu certo. A equipe perdeu nas finais do Oeste e tornou-se o oitavo time seguido a não conseguir defender o título da NBA. É comum que, a princípio, uma derrota traga lições e aprendizado. No entanto, para o pivô, esse ano serviu muito mais para reforçar uma ideia.
“A lição que aprendemos com a eliminação deste ano, em síntese, é a mesma do ano em que fomos campeões. Ou seja, foi só uma confirmação. Foi um tipo de lembrança de como é difícil conquistar um título. De tudo o que é preciso, do trabalho necessário. E, mesmo assim, não há garantia nenhuma de sucesso”, contou o jovem astro, em entrevista à ESPN.
Para Chet Holmgren, aliás, a pós-temporada virou um ponto de inflexão na carreira. Muitos fãs e analistas o viram como um símbolo da queda do Thunder no mata-mata por causa do seu desempenho abaixo da média. Ele foi uma decepção, em particular, contra o San Antonio Spurs. Mas o atleta não vê motivo para mudanças, do ponto de vista coletivo e/ou individual.
“Você pode trabalhar duro e dar todos os passos certos, mas não chegar até o fim dos playoffs. Então, é preciso estar em paz com o fato de que vai se dedicar e ‘sacrificar’ sem garantia de resultado. É uma questão de fé, digamos assim. A gente não chegou ao título neste ano. Isso não pode, no entanto, mudar o nosso processo”, explicou o jogador de 24 anos.
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Mudanças
É certo que Chet Holmgren vai jogar com um time diferente daquele com que disputou os playoffs pelo Thunder. O time precisou fazer cortes em seu elenco e, com isso, teve uma economia na faixa dos US$200 milhões entre salários e multas. Lu Dort, Aaron Wiggins e Isaiah Joe foram embora em trocas. O pivô não queria que as mudanças fossem necessárias, mas entende o que aconteceu.
“É assim que o jogo funciona, pois nenhum elenco de 17 jogadores vai ficar junto para sempre. Mas isso não faz com que ver amigos irem embora fique menos doloroso. Eu estou, ao mesmo tempo, empolgado com a chance que eles vão ter nos novos times. Vou estar feliz por todas as suas conquistas, acompanhando de longe”, garantiu o especialista defensivo.
Perder jogadores, a princípio, significa uma piora da equipe. Mas o Thunder é um caso diferente: com os seus jovens jogadores e ativos, o time estava pronto para perder os três atletas por questão financeira. Isso não é uma garantia de que as mudanças vão dar certo, mas Holmgren confia na comissão liderada pelo celebrado GM Sam Presti.
“Eu tenho total confiança na franquia e, por isso, estou de acordo com os movimentos que planejam para o elenco. Confio na capacidade dos nossos dirigentes de acertarem tudo. E, enquanto isso, o meu trabalho é estar em quadra durante as férias para voltar ainda melhor em setembro”, concluiu o jovem titular do Thunder.
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