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Analista aponta Jayson Tatum como exemplo para astros: “Coração da NBA”

Para comentarista, novos jogadores da liga precisam ter atitude semelhante a astro do Celtics

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Reprodução / Instagram

Jayson Tatum, certamente, não é um dos astros mais celebrados da NBA. O craque do Boston Celtics, mesmo depois da conquista do título, segue como alvo de críticas de parte dos fãs e analistas da liga. O radialista Colin Cowherd é uma dessas vozes não muito entusiastas do ala. Mas ele não consegue ignorar o jogador como um exemplo diante do maior problema que a NBA enfrenta.

“O load management não é um problema em Boston, pois o melhor jogador é quem dita a cultura de um time. Se o seu astro quer jogar sempre, todos seguem o exemplo. Isso é liderança, em síntese. E Jayson é esse tipo de jogador. Ele é sempre o primeiro atleta em quadra para o aquecimento, atua com foco nos dois lados da quadra. Nunca está se poupando porque joga duro sempre”, elogiou o comentarista.

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Tatum não é um ícone de durabilidade, mas, de fato, não costuma ficar fora de muitas partidas. Ele nunca teve uma temporada na NBA abaixo de 64 jogos disputados. Além disso, já caminha para completar a sua sexta em oito campanhas com mínimo de 74 partidas. Esses números são ainda mais incríveis porque o Celtics foi aos playoffs em todos os seus anos como profissional.

“Jayson não é o rosto da liga, mas pode ser o coração. Pois a sua postura é importante demais na situação em que a liga se encontra. O melhor jogador da equipe campeã da NBA é também aquele que mais trabalha. É o garoto que não para enquanto os astros tirando noites de folga é a nova cesta de três pontos. Jayson não é só um ótimo atleta, mas tem uma ótima atitude”, reconheceu Cowherd.

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Reputação

A política do load management, a princípio, criou um constante clima de desconfiança na NBA. A reação das pessoas é contestar sempre que a NBA anuncia que um astro vai ser desfalque. Será que ele está lesionado mesmo? Ou a ausência é uma das cada vez mais constantes “gestões” de lesão? Cowherd vê um problema que começou como uma questão de quadra, mas evoluiu para uma crise de imagem.

“Todas as ligas norte-americanas tiveram problemas em certos momentos. A NFL viveu a onda de concussões até os anos 1980, por exemplo. A MLB, enquanto isso, encarou a polêmica dos esteroides. A NBA tem a sua própria versão desses dramas com esse load management. Astros tratando a temporada regular como algo opcional está abalando a reputação do basquete”, apontou o veterano analista.

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É verdade que a liga procura alternativas para conter esse problema. O destaque entre as medidas, por enquanto, fica para a obrigatoriedade de número de jogos para que o jogador seja elegível às premiações da temporada. Mas Cowherd não está convencido. “A regra dos 65 jogos foi uma tentativa de consertar as coisas. No entanto, parece que só colocaram um band-aid em uma perna quebrada”, resumiu.

Puxa mudança

Então, como é possível mudar esse quadro de crise? As medidas que a liga toma, por enquanto, não tem efeito prático. Cada lesão é vista com desconfiança crescente pelo público. Não existe forma de obrigar um time a colocar o atleta em quadra. Cowherd aposta que a mudança precisa ser puxada, antes de tudo, por Jayson Tatum e outros jovens astros da NBA. Eles precisam ser um exemplo melhor do que a geração anterior.

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“Se a NBA não pode forçar mudanças, então é a referência que vai. São jogadores como Jayson, Shai Gilgeous-Alexander e Anthony Edwards mostrando que é importante jogar todas as noites. Afinal, isso é uma obrigação e não uma escolha. Vê-los atuando todas as partidas vai ter uma influência bem maior do que qualquer regra que a liga crie”, concluiu Cowherd.

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