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“Eu tenho sorte de jogar com Kevin Durant”, admite Ryan Dunn

Novato do Suns reconhece papel de astro como “mentor” em sua primeira temporada como profissional

kevin durant ryan dunn
Reprodução / Instagram

Ryan Dunn se animou quando foi escolhido no draft pelo Phoenix Suns, entre diversos motivos, por causa da presença de Kevin Durant. Afinal, qualquer atleta quer atuar ao lado de uma das suas influências no esporte. É verdade que, às vezes, conhecer o seu ídolo pode se revelar uma grande decepção. Mas, para o novato, essa experiência foi ainda melhor do que pensava.

“Lembro que, antes da temporada, Kevin me convidou para um treino na Califórnia. E, depois de jogarmos um contra um, ele me disse: ‘vamos precisar de você’. Tem sido ótimo ser um novato que pode observá-lo, questioná-lo e entender a sua abordagem física e mental. Por isso, eu estou aprendendo demais. Só tento ser uma ‘esponja’ e, assim, absorver tudo”, contou o calouro, em entrevista ao site AndScape.

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Durant, no entanto, vai além das dicas para ajudar os mais jovens do Suns. O craque quer empoderar – usando a palavra da moda – uma nova geração de atletas da NBA. Dunn nunca foi um grande talento ofensivo, mas credita o astro pela coragem de ser mais proativo no ataque como profissional. O veterano passa confiança para todos e recusa-se a permitir que o jovem seja pouco participativo.

“Kevin não permite que a gente seja um coadjuvante e tome uma posição passiva. Ele deseja que sejamos agressivos, pois temos que ser confiantes em nossa habilidade de fazer jogadas. Ou seja, não quer que sejamos só observadores. Ele virou um dos meus irmãos nessa temporada e construímos uma ótima relação. Eu tenho sorte de ter um veterano como esse ao meu lado”, admitiu o especialista defensivo.

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Leia mais sobre Kevin Durant

Respeitado

Para Kevin Durant, a princípio, Ryan Dunn é um símbolo do impacto que causou durante a carreira. Boa parte dos fãs da liga não tem uma visão positiva sobre a trajetória do ala na NBA. Mas, entre os jogadores, ele é um ícone por sua qualidade técnica e dedicação. O novato faz parte de uma nova geração de jogadores que, diferente do grande público, trata o veterano com uma enorme reverência.

“É legal ter esses garotos que assistiam aos meus jogos quando mais jovens agora como companheiros de elenco. Eles trazem não só admiração, mas um respeito pelo meu jogo. Isso é o que sempre quis: ser respeitado pelos jogadores por meu esforço e técnica. Por isso, receber esse tipo de tratamento dos garotos é demais. É uma honra para mim”, garantiu o astro de 36 anos.

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Ser uma referência traz respeito e, ao mesmo tempo, algumas piadas pela idade. Mas é o tipo de brincadeira de vestiário que ele leva na boa. “Eles me chamam de ‘tio’, ‘velho’. Mas, no fim das contas, tudo é amor. Sempre tive um enorme prazer em estar perto dos jovens talentos dessa liga. Eles acham que aprendem comigo, mas, na verdade, todos aprendemos juntos”, resumiu.

Palavras e ações

Durant virou um mentor para vários jogadores nos últimos anos. A sua presença regular na seleção dos EUA, em particular, o colocou em contato com os jovens talentos da liga. Mas, com Dunn, a relação é ainda mais próxima por serem companheiros de elenco. O calouro revelou que o colega, por exemplo, foi assistir à estreia do seu irmão na pré-temporada das Ligas de Verão da MLB.

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“Ter Kevin ao nosso lado no jogo do meu irmão significou muito. É uma prova de apoio não só a mim, mas à minha família também. Somos todos atletas profissionais, então existe um suporte constante mútuo. Mas é raro que isso vá para além das quadras a ponto de uma pessoa ir assistir ao jogo do seu irmão. Foi um ato muito legal da parte dele, certamente”, reconheceu o jovem jogador.

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