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Técnico do Lakers culpa mídia por crise de audiência da NBA nos EUA

Para JJ Redick, queda de público da liga na televisão norte-americana passa por postura da imprensa

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Reprodução / Instagram

O tema mais quente da NBA nesse momento está fora das quatro linhas. A liga, assim como qualquer atração na televisão, vive uma queda de público importante na década passada. Perdeu quase metade dos telespectadores desde 2012. Esse dado, a princípio, reflete as crescentes críticas dos torcedores ao jogo atual. Mas o técnico do Los Angeles Lakers, JJ Redick, crê que a culpa pela queda de audiência da NBA nos EUA é da mídia.

“Para começar, eu não acho que a mídia faça um bom trabalho celebrando a excelência do nosso basquete. O fã casual liga a televisão hoje e vê várias pessoas dizerem que o jogo é ruim. Por que, então, ele vai querer assistir? Isso é o que está acontecendo nas últimas dez ou 15 temporadas e não sei a razão. Aliás, para mim, é até meio engraçado”, opinou o ex-jogador e agora treinador.

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O comentário de Redick tem um alvo claro: o programa “Inside the NBA”, da TNT norte-americana. É uma atração que comenta os jogos da liga com um teor, às vezes, bem ácido. Os ídolos Charles Barkley e Shaquille O’Neal, em particular, criticam os jogadores e basquete da atualidade. Para o técnico, eles colocam o saudosismo acima do seu trabalho.

“O basquete da liga deveria ser bem mais elogiado. Afinal, estamos mais talentosos e habilidosos do que quando comecei a jogar. Isso não está aberto a debate, pois é um fato. Há mais jogadores que são excelentes hoje do que 18 anos atrás. Existem, da mesma forma, muito mais times ótimos agora do que antes”, cravou o comandante angelino.

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Equilíbrio

Mas a NBA, na visão de Redick, não está só mais talentosa do que nunca. A liga também teve campeões diferentes nos últimos sete anos, com mercados menores levando o troféu Larry O’Brien. E só três times fizeram mais do que uma final nesse período. Ou seja, há um cenário de muita incerteza. Para o técnico, isso é uma mudança positiva para o público e para o basquete.

“Eu ouvia as pessoas questionarem há uns cinco anos por que havia a temporada regular, pois todos já sabiam quem seriam os finalistas. Hoje, nós temos paridade e equilíbrio. No entanto, não estamos celebrando isso da forma como deveríamos. Vejam como a conferência Oeste está forte no momento, mas todos só sabem criticar o produto”, reclamou o chutador aposentado.

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Nessa quinta-feira, o Lakers venceu o Sacramento Kings e chegou a 15 vitórias nessa temporada. O adversário da noite é um exemplo do ponto que Redick tenta levantar. “Nós enfrentamos Sacramento que, por enquanto, tem um recorde negativo. E não é porque esse time é ruim. Eles são ótimos, com incrível talento, mas o nível de competitividade hoje é surreal”, argumentou.

Nas redes

O técnico do Lakers, no entanto, não aponta o dedo só para a imprensa quando discute a queda de audiência da NBA nos EUA. Faltam “defensores incondicionais” da liga na imprensa. Mas, ao mesmo tempo, o técnico vê um frenesi do público com os números da televisão. Os críticos da liga “falam alto” nas redes sociais e, assim, pautam uma imprensa que não protege o produto.

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“Nós não temos ninguém disposto a levantar a voz para dizer como o jogo está incrível e valorizá-lo. É claro que isso não significa que as críticas estejam proibidas, mas a gente precisa reconhecer mais. E sinto que ninguém faz isso hoje. A questão da audiência, por exemplo, só virou uma discussão porque a gente ouve demais a opinião de quem está nas redes sociais”, concluiu o treinador.

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