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Saiba quais foram as melhores trocas da trade deadline da NBA

Listamos as cinco (seis) principais negociações que aconteceram na janela de transferências

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Nathaniel S. Butler / AFP

A trade deadline da NBA já passou, mas quais foram as melhores trocas? Nós listamos cinco delas e colocamos em votação para o leitor do Jumper Brasil escolher.

1. Kevin Durant para o Phoenix Suns

De longe, a melhor. Foi boa para o Phoenix Suns, foi boa para o Brooklyn Nets. Você pode até considerar o fato do nome Kevin Durant, mas por quanto tempo ele vai jogar em grande nível? E existe o risco de lesões, também. No momento, ele está fora justamente por isso. Em contrapartida, o Nets recebeu caras como Mikal Bridges e Cam Johnson, fora as escolhas de Draft.

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O Suns, por outro lado, vai para o “tudo ou nada”. Vai tentar o título em 2022/23, mesmo com Chris Paul caindo de produção e sem um banco tão qualificado. Mas o quinteto titular projetado merece muita atenção dos adversários. Qualquer um pode ser uma ameaça no ataque, inclusive Torrey Craig com suas bolas de três (39.4% de aproveitamento).

Então, Phoenix tem, pelo menos, a atual campanha e a próxima em busca de seu primeiro campeonato. É um risco válido.

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2. Los Angeles Lakers despacha Russell Westbrook por três bons jogadores

A negociação do Los Angeles Lakers foi a melhor por cerca de duas horas. Ainda assim, está no ranking das melhores trocas da trade deadline da NBA. O time californiano enviou Russell Westbrook para o Utah Jazz e recebeu três jogadores por isso: D’Angelo Russell, Jarred Vanderbilt e Malik Beasley. Claro que o Lakers mandou outras peças, mas que sequer jogavam, como Damian Jones e Juan Toscano-Anderson.

O fato é que a franquia abriu mão só de uma de suas escolhas de Draft que restavam e reforçou o elenco como queria: um grande defensor e dois arremessadores. Então, tudo certo. Agora, se vai funcionar na prática, o papo é outro.

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Vale ressaltar alguns detalhes. Primeiro, Russell é um armador que sabe jogar sem a bola e comete poucos erros de ataque. Depois, Beasley é uma versão atualizada de Danny Green. Ele terá jogos em que não vai acertar nenhuma cesta de três em cinco tentativas. Em outros, vai converter cinco em sete.  É um autêntico quente/frio. Por fim, Vanderbilt se destaca, principalmente, por ser um ótimo defensor, mas sabe passar e vai ajudar nos rebotes.

A página virou.

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No fim das contas, é comum culpar apenas Westbrook pelos problemas da equipe nos últimos anos, mas o fato é que as coisas já não estavam bem antes dele. Agora, o Lakers tem tudo para melhorar com as peças certas.

3. Josh Hart no New York Knicks

O New York Knicks acabou de receber um senhor jogador em Josh Hart. Ele entende muito o jogo, sabe a hora de distribuir, pega muitos rebotes e pode arremessar de três. Não anda tendo grandes temporadas no último quesito, mas a primeira na NBA resultou em 39.6% de aproveitamento. Ou seja, ele não esqueceu como se faz. Talvez, pelo fato de jogar ao lado de seu amigo Jalen Brunson, ele consiga melhorar os pobres 30.4% que teve pelo Portland Trail Blazers na atual campanha.

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Hart consegue defender múltiplas posições e somou nove jogos com, pelo menos, dez pontos, cinco rebotes e cinco assistências. Chegou a pegar 19 rebotes diante do próprio Knicks durante a temporada. Outra vantagem de Nova York ter o atleta é o fato de seu contrato ser de opção dele. Se não funcionar e ele entender que ali não é o seu lugar, é um alívio de quase US$13 milhões.

4. New Orleans Pelicans recebe Josh Richardson

O Pelicans queria se livrar de Devonte’ Graham e conseguiu. Só que a peça de reposição é bem melhor. Josh Richardson, além de ser um bom criador de jogadas, é ótimo defensor. Seu estilo de jogo vai casar muito bem com o de Jose Alvarado na segunda unidade.

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Mas sabe o que mais foi legal para o Pelicans? O contrato de Richardson. Enquanto Graham tem acordo até 2024/25, o do seu novo reforço é expirante. Ou seja, se der tudo errado, vai abrir US$12.2 milhões em sua folha salarial. Claro, imaginando o pior, mas tem tudo para funcionar.

Seu arremesso de três é mais confiável (duas temporadas com 40% ou mais de aproveitamento) e ele ataca mais a cesta que Graham, embora 51% de suas tentativas sejam de longa distância. De qualquer forma, só o fato de ele ser mais um grande defensor em uma equipe repleta deles, já é um grande alívio.

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E para o San Antonio Spurs, também, não foi ruim. Longe disso, aliás. Graham chegou fazendo 31 pontos na estreia contra o Detroit Pistons.

5. Pacote de trocas do Los Angeles Clippers

Na verdade, nenhuma das trocas que o Clippers fez na trade deadline da NBA foram grandes sozinhas. Mas no conjunto da obra, sim. A equipe se reforçou em todas as áreas e, agora, seu elenco está ainda mais qualificado. Bones Hyland e Eric Gordon podem ser os armadores que Kawhi Leonard desejava, mas o time ainda pode receber Russell Westbrook, caso queira ser dispensado do Utah Jazz.

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Já no garrafão, o Clippers estava atrás de um pivô para a reserva de Ivica Zubac e recebeu. Tudo bem que Mason Plumlee não é um grande defensor, mas sabe pontuar, é ótimo passando a bola sob pressão e pega rebotes. E Plumlee ajuda especialmente nos últimos dois, já que Los Angeles é apenas o 28° que mais dá assistências na liga e o 15° em rebotes. O pivô, que pega 9.7 por jogo, tem 34% deles ofensivos. Ou seja, mais um problema que a equipe pode solucionar.

Sem contar Westbrook, que ainda pode parar no Chicago Bulls, o conjunto de trocas que o Clippers fez foi realmente bom.

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Kyrie Irving para o Dallas Mavericks?

Em termos de talento, sem dúvidas o Dallas Mavericks recebeu um excepcional jogador. Um dos mais talentosos da NBA, sem dúvida alguma. Mas e fora das quadras? Quantas vezes Kyrie Irving perdeu jogos por suas ações longe do ginásio recentemente?

Muita gente acaba tendo um certo receio, mas é normal. Se o Mavs conseguir manter Irving com foco no jogo e estender seu contrato, perfeito. Agora, se ele sair um pouco fora da caixinha, não se surpreenda caso sua passagem por Dallas for meteórica e fechar com outra equipe em julho.

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