O Phoenix Suns comemorou ao selecionar o novato Khaman Maluach com a 10a escolha do último draft. Mas, após uma temporada quase inteira, é difícil justificar o clima de festa da época. O jovem só disputou 27 jogos com o novo time, pois passou a maior parte do ano na G League. Ele não busca desculpas, no entanto, ao discutir essa falta de espaço.
“Eu não coloco a culpa em ninguém por não estar jogando, pois isso é responsabilidade minha. Por isso, estou reforçando a minha rotina de treinos e trabalhando duas vezes mais duro do que antes. Mas não tenho pressa. Eu sei que só tenho que ter paciência porque a minha hora e vez vão chegar”, refletiu o novato de 19 anos.
A participação de Khaman Maluach, a princípio, tem sido muito discreta na temporada do Suns mesmo. Ele só disputou 12 jogos da equipe desde a virada do ano e ficou dez minutos em quadra em três deles. Até por isso, nunca marcou mais de sete pontos em uma partida. O garoto admite as dificuldades, mas não desanima diante delas.
“Desde o início da temporada, o meu pensamento tem sido só me preocupar em estar pronto. Não sei se vou jogar ou não, mas tenho que estar pronto. E, assim que tiver uma chance, entrar em quadra com energia. Entrar no ritmo da equipe e atuar com confiança todas as posses”, resumiu o ex-atleta da Universidade de Duke.
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Grande chance
A grande chance do novato Khaman Maluach pode ter surgido por causa de uma lesão no Suns. Mark Williams acusou uma lesão de estresse no pé e, com isso, o calouro deve fazer parte da rotação pelos próximos oito jogos. Ele já ficou em quadra por 12 minutos durante a derrota para o Chicago Bulls, anotando dois pontos e quatro rebotes.
“Eu sou um calouro, então vou cometer erros. Não tem jeito. Mas tenho que ser capaz de seguir para a próxima jogada com a consciência de não repetir essa falha. Ou seja, aprender com isso. Sei que os erros vão ocorrer, mas posso superá-los se eu sempre exigir o meu máximo esforço e energia em quadra”, refletiu o jovem jogador.
Um dos pontos mais desafiadores para os pivôs no sistema do Suns é a versatilidade no sistema defensivo. Maluach reconhece isso, mas se vê cada vez mais integrado. “Estou confortável com as trocas de marcação contanto que os meus colegas me orientem e a comunicação seja boa. Conto com eles para entender tudo isso”, contou o atleta.
Exemplo
Se o impacto de Malauch em Phoenix ainda não se vê em quadra, ele já se tornou uma presença marcante na comunidade. Afinal, tem sido muito ativo entre os jovens mais necessitados da cidade. Em particular, junto à colônia africana – os seus conterrâneos sul-sudaneses. O pivô vê isso como uma forma de levar um exemplo à frente.
“Eu já estive no lugar dessas crianças, então entendo essa situação. E sei que conhecer pessoas que superaram as dificuldades me motivaram a ir além. É isso o que quero ser para eles. Não vou ficar surpreso se vermos um desses garotos, um dia, na NBA ou em uma grande universidade. Pois foi o que aconteceu comigo”, relembrou o novato.
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Fonte: Reprodução / X

