O Oklahoma City Thunder deverá ser um dos protagonistas quando a ESPN iniciar a sua cobertura das finais da NBA, em junho. Os atuais campeões, afinal, já flertam com uma campanha histórica. A equipe lidera a liga com folgas depois de vencer 24 dos 25 jogos disputados. O jornalista Brian Windhorst está tão confiante que começou os seus preparativos agora.
“Eu já fiz as minhas reservas para jantar em Oklahoma City na época da decisão. E só fiz para os dias dos jogos um, dois, cinco e sete. Afinal, eles vão ter vantagem de mando de quadra na série. Todos sabem que vão fazer a melhor campanha da NBA. Então, temos certeza de que os jogos dois, três e seis não serão lá. É preciso estar preparado”, contou o veterano repórter.
O Thunder já esteve nas finais com a melhor campanha da liga na temporada passada. Foi campeão, mas passou por mais apuros do que se imaginava. A equipe disputou dois jogos sete nos playoffs, ou seja, ficou a uma partida da eliminação duas vezes. O fato é que ser o favorito não significa vencer. Windhorst, no entanto, não brinca quando diz que não vai fechar os olhos para o óbvio.
“Nessa semana, eu já entrei em contato com os restaurantes. E não estou brincando. Sei que, depois do primeiro jogo da série, vou querer ir a um lugar novo que me indicaram. Vai ser uma sexta-feira à noite e, por isso, não vai ser fácil entrar para comer. Por isso, já me garantir e vou ter uma mesa”, celebrou o jornalista da ESPN.
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Tradição
Desde que chegou à ESPN, muito antes do domínio do Thunder, Windhorst entendeu a importância dos jantares pós-jogo nas finais da NBA. É um momento importante, pois reúne vários jornalistas e analistas do canal que pouco trabalham juntos durante uma temporada. Todos estão no mesmo lugar. Mas o repórter adotou uma tradição própria para não transformar os encontros em um caos.
“Eu janto com cinco pessoas – e só cinco pessoas. É um costume que peguei de Gregg Popovich, pois ele só jantava com um máximo de cinco pessoas em sua mesa. É claro que, se alguém está acompanhado das esposas e maridos durante os playoffs, eu abro uma exceção. Não quero separar as pessoas. No entanto, é a quantidade ideal para ter uma conversa agradável”, explicou Windhorst.
O jornalista garante que a sua intenção não é ser, de alguma forma, elitista. Mas é um sistema que funcionou para as suas intenções em uma boa resenha depois dos jogos. “Seis pessoas já é uma exceção. Então, se alguém começa a cogitar levar a sétima ou oitava, não dá. Eu digo que faça o próprio jantar e nos vemos em uma outra oportunidade”, concluiu.
Recorde
Se depender de Shai Gilgeous-Alexander, certamente, Windhorst não vai perder as suas reservas. O ala-armador, como esperado, crava que todos no elenco estão bem comprometidos com a busca pelo bicampeonato. Mas não só isso. Eles querem bater as 74 vitórias e quebrar o recorde histórico da NBA.
“A gente se importa com o recorde de vitórias, pois vencer importa. Não interessa em que condições ou de que forma. É importante demais para nós e, por isso, buscamos ser a melhor versão desse time sempre que entramos em quadra. O pensamento é simples: se não melhoramos hoje, então perdemos uma oportunidade”, resumiu o craque.
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Fonte: Reprodução / X

