Duncan Robinson minimiza “cultura Heat” antes de reencontro

Arremessador do Pistons visita time de Miami pela primeira vez na carreira neste sábado

duncan robinson heat cultura Fonte: Reprodução / X

Duncan Robinson sempre foi visto como um dos produtos da “cultura” do Miami Heat. A equipe, afinal, se notabilizou por identificar e trabalhar jogadores que não são grandes talentos. É um time que coloca o esforço acima do potencial, para resumir. Analistas e fãs apontam isso como um diferencial, mas o ala crê que é só uma visão externa.

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“Essa história é uma coisa dentro da franquia, mas tomou vida própria por aí. É até meio estranho, pois ganhou uma proporção fora da realidade. Na verdade, tudo é bem mais simples do que parece. A ideia é maximizar o talento todos os dias. Entregar o máximo esforço e, com isso, tirar vantagem de todas as chances”, resumiu o arremessador.

A trajetória de Duncan Robinson, de fato, foi muito diferente. Ele iniciou a sua carreira universitária na terceira divisão da NCAA e, depois de cinco anos, não foi selecionado no draft. O time de Miami teve um papel crucial nesse longo caminho, enquanto tornava-se um jogador sólido na NBA. Mas ele não vê influência de uma “cultura” diferente nisso.

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“O Detroit Pistons tem uma forma de trabalhar bem parecida com Miami. Afinal, não tem nenhum segredo incrível. É claro que ter uma lenda como Pat Riley no comando é especial porque todos o conhecem. E eu admito que a estabilidade da organização me ajudou a ter sucesso. Mas o Heat não faz nada tão diferente”, cravou o veterano.

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Visitante

Robinson jogou sete temporadas e fez mais de 400 jogos pelo Heat. Mas, na offseason passada, ele foi para o Pistons como agente livre. Nesse sábado, então, ele vai ser o visitante em Miami pela primeira vez na carreira. É certo que nós teremos homenagens e um vídeo-tributo. Erik Spoelstra se prepara para uma noite especial e curiosa.

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“Vai ser estranho recebê-lo como visitante, certamente. Eu ainda assisto aos seus jogos em Detroit porque torço por Duncan. Ele é um dos grandes casos de sucesso que nós tivemos aqui nos últimos 20 anos. Tanto que lhe disse, quando foi embora, que a sua história inspira. Poderia dar uma série ou filme, por exemplo”, elogiou o técnico.

A cultura do Heat recebe crédito pelo sucesso de vários jogadores como Robinson. Mas Spoelstra salienta que nada acontece sem um atleta esforçado. “Não é todos os dias que vemos alguém que jogava na terceira divisão da NCAA entrar na liga e quebrar recordes. Então, é preciso dar crédito a força e vontade de Duncan também”, concluiu.

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Mesmo sentimento

Duncan Robinson, mesmo que não cultue a tal “cultura” do Heat, tem muita história e carinho pela franquia. Foi quem lhe deu uma chance quando ninguém o via como um jogador de NBA. Por isso, ele admite que não vai ser um jogo normal. E enfrentar o Heat em um bom momento na temporada faz tudo mais especial.

“Eu estou empolgado, mas vai ser meio estranho mesmo. Já tenho tanta história de um lado daquele ginásio que estar do outro não vai ser algo natural. No entanto, estou feliz pela situação do time. Os técnicos merecem crédito, pois sempre acham uma forma de fazê-los competir. Então, será divertido demais”, projetou o ala.

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