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Ficou decepcionado? Veja cinco formas de melhorar o All-Star Game da NBA

Listamos cinco mudanças para tornar o evento menos chato

Melhorar All-Star Game NBA
Jesse D. Garrabrant / AFP

Chuva de críticas. A NBA precisa melhorar com urgência, após sofrer no último final de semana do All-Star Game. A edição de 2023, que ocorreu em Salt Lake City, casa do Utah Jazz, tinha tudo para ser uma das melhores, mas acabou frustrando muita gente. A ausência quase total de competitividade não ajudou em nada um jogo frio, sem graça e com cara de Torneio de Três Pontos.

A primeira delas envolve um novo formato para o evento festivo. Então, o ideal é acabar de vez com os times sendo montados via Draft pelos dois maiores votados durante as eleições. A partir daí, voltaríamos a ter Leste e Oeste, mas com algumas condições um pouco diferentes. Dessa forma, os sete mais votados iriam para o Jogo das Estrelas diretamente, enquanto os outros cinco seriam escolhidos pelos técnicos da liga. Cinco entrariam no quinteto inicial, enquanto outros dois já garantiriam vaga no banco.

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O fato de serem sete jogadores deixaria bem claro que seriam aqueles que o público mais gostou. Então, haveria uma chance a mais para aqueles ídolos que não foram escolhidos. James Harden e Trae Young por exemplo, não fizeram parte do jogo das Estrelas de 2023 porque foram esnobados pelos treinadores. Por outro lado, Anthony Edwards só fez sua estreia por conta do número de contusões no Oeste.

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No jogo em si, voltaríamos com regras similares às antigas. Ou seja, quatro períodos de 12 minutos. Só que, para tornar a partida competitiva por todo o seu período, a conferência vencedora ganharia o direito de uma super mid-level. Assim, os times do lado vencedor poderiam adicionar um jogador em cada elenco para a próxima temporada no valor de US$15 milhões. Então, por se tratar de uma exceção, as regras seriam as mesmas da mid-level. 

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Portanto, são apenas ideias para melhorar o All-Star Game da NBA e todo o seu evento. De cara, eliminaríamos vários problemas que aconteceram nos últimos anos.

Outros eventos

O formato dos eventos de sexta-feira não teria que fazer muitas mudanças. Aliás, nenhum. O problema está no sábado. Aquele Desafio de Habilidades está completamente errado. O ideal seria com regras de modelos antigos como os de 2015, por exemplo.

Por fim, deveriam voltar com o torneio de trios. Ali, o Shooting Stars era muito mais interessante do que a mistura que fizeram com o de habilidades. O formato contava com um jogador atual do elenco, além de um ídolo da equipe e uma jogadora da WNBA.

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Mudanças propostas 

1. Leste contra Oeste
2. Sete jogadores com indicação do público, enquanto os técnicos escolheriam cinco
3. Para forçar a competitividade, ao vencedor (no caso, a conferência toda), levaria uma Super Mid-Level (US$15 milhões) para a offseason
4. Desafio de Habilidades no formato antigo
5. Volta do Shooting Stars

 

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