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Vencedores e perdedores da trade deadline

O Jumper Brasil analisa quem se deu bem e quem foi mal no último dia de negociações da NBA

Vencedores perdedores trade deadline Fonte: Tim Nwachukwu/AFP

A temporada da NBA já vai caminhando para a sua parte final e, um dos momentos mais esperados era o fechamento da janela de trocas da liga, ocorrido nessa quinta-feira (10). Ao todo, dez negociações movimentaram o último dia do mercado. A principal, sem dúvida, foi a que levou Ben Simmons para Brooklyn e James Harden para Philadelphia. O Jumper Brasil analisa quem são os vencedores e os perdedores da trade deadline.

Vencedores

Philadelphia 76ers e Brooklyn Nets

As situações de James Harden no Nets e, principalmente, Ben Simmons no 76ers, eram praticamente insustentáveis. Assim, uma troca entre os dois acaba beneficiando todo mundo. O Nets se livra de uma das maiores estrelas da liga, mas recebe um bom 3-and-D em Seth Curry, um pivô com calibre de titular em Andre Drummond e um renovado Ben Simmons, com vontade de mostrar o que pode produzir. Já o Sixers consegue uma segunda estrela para atuar ao lado de Joel Embiid, sem abrir mão de nada muito valioso na rotação. Excelente para todo mundo.

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Ben Simmons

A troca foi boa para todo mundo, mas Simmons sai como o grande vitorioso. O australiano decidiu sair do 76ers muito antes do início da temporada, mas o presidente Daryl Morey bateu o pé e se recusou a negociá-lo por vários meses. Simmons, então, seguiu com seu desejo e não voltou às quadras, mesmo perdendo mais de US$19 milhões em multas. Essa novela acaba com ele indo para um contender. Sim, o Nets, apesar do momento ruim, tem chances de ir longe no Leste.

Washington Wizards

Porzingis não é mais a estrela que um dia se pensou que seria. Entretanto, o Wizards adquiriu o ala-pivô e mais uma escolha de segunda rodada futura pelos contratos horríveis de Spencer Dinwiddie e Davis Bertans. Isso, por si só, já é uma vitória. Mas tem mais. Washington também fez um movimento que pode aumentar as chances de Bradley Beal renovar com a equipe na offseason. E, mesmo que o ala-armador decida sair, o time já tem alguém para moldar o seu elenco.

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Boston Celtics

O Celtics é um dos times mais quentes do Leste e, surpreendentemente, se encontra a apenas cinco jogos do líder Miami Heat. E a equipe foi uma das que mais se movimentou na trade deadline. Chegam: Derrick White e Daniel Theis. Saem: Josh Richardson, Romeo Langford, Dennis Schroder, Bruno Fernando, Enes Kanter Freedom, Bol Bol e PJ Dozier. Boston reforça o banco com White e Theis e ainda se livra de mais de US$6 milhões em salários. Por fim, ainda abre cinco vagas no elenco para “atacar” o mercado de buyout.

New Orleans Pelicans

Embora não tenha feito nenhuma troca ontem, o Pelicans adquiriu CJ McCollum nos últimos dias. A aquisição do armador, junto ao talento de Brandon Ingram e, um possível retorno de Zion Williamson, cria um trio poderoso em New Orleans. Além das estrelas, a equipe ainda tem um bom grupo de apoio com Jonas Valanciunas, Herb Jones, Devonte’ Graham, Jaxson Hayes e companhia.

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Perdedores

Los Angeles Lakers

Três vitórias nos últimos dez jogos, nono colocado no Oeste e em queda livre, mas o gerente-geral Rob Pelinka achou que o elenco do Lakers não tinha nenhuma necessidade urgente. Encontrar alguém disposto a receber o contrato de Russell Westbrook não era uma tarefa fácil. Porém, a diretoria angelina precisava, ao menos, reforçar o perímetro e a defesa (quarta pior da liga), algo que não ocorreu. Agora, existe a possibilidade de conseguir alguma peça no mercado de buyout, mas sejamos realistas: ninguém muito relevante deve chegar ao time de Los Angeles.

LeBron James

Após a derrota humilhante para o “catadão” do Portland Trail Blazers, LeBron James afirmou que estava cansado e que o time não tinha condições de brigar pelo título. Portanto, era esperada alguma movimentação, certo? Errado. O Lakers manteve todo o elenco e vai jogando fora mais uma brilhante temporada da carreira de James. Aos 37 anos, isso pode fazer a diferença, ainda mais com o astro jogando mais de 35 minutos por jogo.

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New York Knicks

Assim como o Lakers, a diretoria do Knicks achou que não tinha urgência para se movimentar, afinal, a equipe está na 12ª posição do Leste. Se não tinha como trazer talento para Nova Iorque, a franquia poderia, ao menos, se livrar de salários. Kemba Walker, Alec Burks, Evan Fournier e até Julius Randle poderiam ter sido negociados, mas os dirigentes do Knicks não viram necessidade.

Dallas Mavericks

Todos esperavam um Mavericks ativo no fim da janela de transferências em busca de reforços para brigar no Oeste. Contudo, a única negociação do time foi enviar Kristaps Porzingis para o Wizards em troca de Spencer Dinwiddie e Davis Bertans. Com o armador, o Mavs reforça uma posição que já conta com Luka Doncic e Jalen Brunson. Por outro lado, diminui a eficiência do garrafão. Pior, Mark Cuban não conseguiu nenhuma escolha de Draft. Sem dúvidas, um dos piores movimentos da trade deadline.

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Portland Trail Blazers

Ao trocar McCollum, todo esperavam que o Blazers fosse atrás de reforços para montar o time ao redor de Damian Lillard. Supostamente, um dos alvos da equipe era Ben Simmons, que foi negociado para o Nets. Jerami Grant também não saiu do Detroit Pistons e as decisões vão aumentando ainda mais os rumores de que Lillard será o próximo a ir embora. Se for esse o caso, tudo certo, Portland vai abraçar a reconstrução do elenco. Mas, se não for, então a equipe sai como uma das perdedoras dessa janela de trocas.

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