Notícias Rumores Opinião Classificação Onde Assistir
Conferência Leste
Atlanta Hawks Boston Celtics Brooklyn Nets Charlotte Hornets Chicago Bulls Cleveland Cavaliers Detroit Pistons Indiana Pacers Miami Heat Milwaukee Bucks New York Knicks Orlando Magic Philadelphia 76ers Toronto Raptors Washington Wizards
Conferência Oeste
Dallas Mavericks Denver Nuggets Golden State Warriors Houston Rockets LA Clippers LA Lakers Memphis Grizzlies Minnesota T-Wolves New Orleans Pelicans OKC Thunder Phoenix Suns Portland Trail Blazers Sacramento Kings San Antonio Spurs Utah Jazz

“Villanova” Knicks pode fazer Julius Randle jogar de pivô

Apenas uma troca com Utah Jazz pode evitar mudança no esquema

Reprodução / Instagram

O New York Knicks tem um problema sério para a próxima temporada: arranjar minutos para todo mundo jogar. Apesar de o técnico Tom Thibodeau não ser um grande fã de rotações grandes, o treinador terá de pensar muito se o time precisa de reforços. Isso porque desde a chegada de Mikal Bridges, mais um jogador de Villanova, o Knicks pode acabar utilizando Julius Randle (2,03 metros) como pivô.

Não que seja uma novidade em sua carreira, mas não era o cenário ideal. Assim que Isaiah Hartenstein foi embora para o Oklahoma City Thunder, sobrou apenas Mitchell Robinson como pivô confiável no elenco. Mas até para Robinson, a palavra “confiável” é difícil. O jogador nunca teve uma temporada completa desde que iniciou sua carreira na NBA. Então, realmente é uma situação difícil de lidar.

Continua após a publicidade

Enquanto isso, o Knicks trouxe outro jogador de perímetro, mais um de Villanova: Bridges. Pensando em uma rotação e utilizando os minutos dos mesmos titulares nas últimas temporadas, fizemos algumas projeções.

Primeiro, Jalen Brunson, Mikal Bridges, OG Anunoby e Julius Randle vão jogar entre 33 e 35 minutos por noite. Sem Hartenstein, Robinson pode variar entre 25 e 30. É sustentável?

Depois, Donte DiVincenzo cairia para cerca de 20 minutos, enquanto Josh Hart teria 24. A questão é: só aí, o Villanova Knicks (apelido que ganhou recentemente) ocuparia em torno de 210 minutos. Supondo que Miles McBride e/ou Cameron Payne absorvam os 13 que sobrarem de Brunson, sobe para 223. Então, sobrariam apenas 17 minutos para o resto da rotação.

Continua após a publicidade

Leia mais

Keita Bates-Diop, Jericho Sims estão lá e podem ganhar minutos. Mas aí a gente lembra que é Thibodeau e ele não gosta de rotações tão grandes. Daí, existem algumas alternativas. A primeira seria fazer com que Julius Randle tenha mais do que 7% de seus minutos jogando de pivô no Knicks, enquanto os jogadores de perímetro de Villanova ocupem outros espaços.

Anunoby (que não é de Villanova), por exemplo, deverá ter minutos como ala-pivô. O mesmo acontece com Josh Hart. Apesar de Hart ter apenas 1,93 metro, ele passou 28% de seus minutos na última temporada ali. Assim, Julius Randle pode fazer parte de uma rotação ao lado de quase todos eles.

Continua após a publicidade

Vamos supor que Julius Randle seja o pivô em formações baixas, OG Anunoby, Josh Hart, Mikal Bridges e Jalen Brunson deverão ter muito tempo de quadra juntos. Quando um deles sai (entre Hart, Anunoby e Bridges), DiVincenzo entra. Os substitutos naturais durante as partidas seriam Mitchell Robinson no lugar de qualquer um do perímetro, exceto Brunson. Assim, Randle volta a ser ala-pivô.

Mas para início de jogos, é pouco provável que a formação seja assim. Robinson será o titular no garrafão, enquanto Randle atua ao seu lado e o Knicks tem mais proteção no setor. Depois, dentro dos jogos, Thibodeau deve utilizar esquemas diferentes.

Continua após a publicidade

Outra solução?

A mais simples de todas é tentar convencer Precious Achiuwa a retornar para jogar como pivô vindo do banco. Assim, ele pode absorver cerca de 15 a 17 minutos na função, tirando de Julius Randle neste Villanova Knicks a obrigação de passar mais tempo na posição.

No entanto, dificilmente o Knicks vai fazer uma troca por alguém como Clint Capela (Atlanta Hawks) ou Walker Kessler (Utah Jazz). Apesar de o último ter um contrato fácil de lidar (US$2.9 milhões), o time esbarra em quem “apita” ali: Danny Ainge. E todo mundo sabe como é lidar com ele.

Continua após a publicidade

Mas existe uma única chance.

O Knicks teria de enviar um salário similar ao Jazz (DaQuan Jeffries, Jericho Sims ou Keita Bates-Diop) e escolhas de Draft. Duas, na verdade. Isso porque o time de Nova York possui três picks para 2025, mas algumas delas não devem vingar.

Tem a própria, a do Detroit Pistons (até a 13) e a do Washington Wizards (até a dez). Ou seja, Pistons e Wizards devem recuperar suas picks simplesmente porque vão para o tank. Então, sobra a da equipe. Pode funcionar, de repente, com uma de primeira e duas de segunda. Mas o fato é que Ainge sabe que o o técnico Will Hardy não quer mais contar com o pivô. Não faz parte de seu esquema.

Continua após a publicidade

É a única chance de o Knicks não forçar Randle a jogar tantos minutos como pivô.

Mas mesmo que não aconteça a troca, Julius Randle atuaria, no máximo, por dez minutos na posição. A direção do Knicks terá trabalho a fazer.

Villanova Knicks

Tudo começou quando Jalen Brunson assinou com o Knicks na agência livre de 2022. Na sequência, chegaram Donte DiVincenzo como agente livre na última offseason e Josh Hart (via troca com o Portland Trail Blazers) durante a trade deadline de 2023. Então, o time fez troca com o Brooklyn Nets por Mikal Bridges.

Continua após a publicidade

Os quatro jogaram e foram campeões juntos em 2016. Mas Hart foi para a NBA em 2018, quando Villanova venceu o título na NCAA novamente. Agora, eles querem repetir a dose, só que no Knicks.

Assine o canal Jumper Brasil no Youtube

Todas as informações da NBA estão no canal Jumper Brasil. Análises, estatísticas e dicas. Inscreva-se, mas dê o seu like e ative as notificações para não perder nada do nosso conteúdo.

Continua após a publicidade

E quer saber tudo o que acontece na melhor liga de basquete do mundo? Portanto, ative as notificações no canto direito de sua tela e não perca nada.

Então, siga o Jumper Brasil em suas redes sociais e discuta conosco o que de melhor acontece na NBA

comentários