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Um vai ficar de fora

Ricardo Romanelli comenta a disputa pelas últimas vagas nos playoffs da conferência Oeste

Por Ricardo Romanelli

A temporada regular da NBA vem chegando ao fim e, lógico, restam poucas vagas indefinidas para os playoffs. No momento, a briga mais interessante é pelas duas últimas posições do Oeste: Phoenix Suns, Dallas Mavericks e Memphis Grizzlies disputam quem ficará com as sétima e a oitava colocações da conferência mais forte da liga. Aquele que terminar com a pior campanha dentre os três fica de fora da pós-temporada.

Não vamos nem comentar o quanto o Oeste é competitivo e o fato de que aquele que acabar em nono lugar seria o terceiro melhor time do Leste, pois este não é o foco. Esta disputa será a que nos vai fazer acompanhar múltiplas partidas nas rodadas que faltam e dividir nossos olhos entre telas. Sem dúvidas, será a última grande incógnita que vai emprestar emoção à temporada regular.

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Hoje, o Dallas Mavericks tem a dianteira e ocupa a sétima posição com 47 vitórias. O time texano busca uma vaga para coroar o sucesso da surpreendente parceria do volátil Monta Ellis com Dirk Nowitzki e um elenco de veteranos, como Vince Carter e Shawn Marion. É também o time mais embalado da trinca, com quatro vitórias seguidas e nas “cabeças” da maioria dos power rankings da NBA.

Já o Phoenix Suns, uma das surpresas da temporada impulsionada por ótima fase de diversos jogadores e um técnico novato (Jeff Hornacek) provável vencedor do prêmio de treinador do ano, vem jogando bem em tempos recentes. Bateu o Oklahoma City Thunder em duas oportunidades no mês passado, por exemplo, com atuações convincentes. A expectativa por uma vaga nos playoffs, factível após a desconfiança do começo da temporada, deu injeção de ânimo na equipe, que parece firme nesta “corrida”.

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Finalista do Oeste na temporada passada, o Memphis Grizzlies é quem está em posição mais desconfortável – não só pela posição na tabela, mas também por vir de uma temporada bem aquém das expectativas. Trata-se, porém, de uma equipe aguerrida e capaz de fazer um esforço final pela vaga. Por mais que tenham força e rodagem, fica o alerta: nos últimos seis jogos, os comandados de Dave Joerger venceram apenas dois e permitiram que o Suns tomasse seu lugar na tabela.

O que adiciona um toque especial a esta disputa é o calendário. As duas últimas partidas do Mavericks são justamente contra o Suns (em Phoenix) e Grizzlies (em Dallas). O mesmo acontece com Memphis, que recebe o Suns e depois visita o Mavs. O time do Arizona joga os dois confrontos diretos e fecha sua campanha enfrentando o Sacramento Kings.

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Claro que Grizzlies e Mavericks ainda encaram jogos complicados – contra Miami Heat e San Antonio Spurs, respectivamente –, mas três boas equipes separadas por duas vitórias na classificação com confrontos diretos nas últimas três rodadas é algo que nenhum criador de calendários da NBA poderia prever. É isto que torna a NBA tão fascinante. Em uma temporada onde 30 times jogam 82 partidas entre si, chegamos ao fim da campanha com uma disputa que promete equilíbrio e uma conclusão eletrizante. Isso apenas abrindo as cortinas para algumas séries de playoffs que projetam ser espetaculares.

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