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Tony Parker não alivia sobre atuação da França no Mundial: “Fiasco”

Para ídolo da seleção, eliminação na primeira fase do torneio é um retrocesso para imagem do esporte no país

tony parker frança mundial
Garrett Ellwood / AFP

O basquete francês vive um momento de reavaliação. A seleção entrou na Copa do Mundo FIBA como uma das favoritas ao título, mas caiu na primeira fase de grupos da competição. A atual vice-campeã olímpica, aliás, quase perdeu para o Líbano no jogo de despedida do torneio. Para o ídolo Tony Parker, a França precisa enxergar a eliminação do Mundial sem meias palavras: foi um fracasso.

“Não há como descrever de forma leve, pois realmente foi um fiasco. Eu conversei com Nicolas [Batum] por uma hora após a eliminação e ele ficou decepcionado. Todos os jogadores, certamente, estão desapontados. Não é normal que um time assim ‘caia’ na primeira fase. A Espanha e os EUA, por exemplo, não ‘caem’ tão cedo em torneios”, avaliou o ex-atleta, em entrevista à RMC Radio.

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A melancólica 18ª posição no Mundial, na prática, não tem um impacto tão danoso quanto poderia. Afinal, como dona da casa, a França já possui uma vaga garantida nas Olimpíadas do ano que vem. Mas o resultado deixa marcas que impactam fora das quatro linhas. Para Parker, nenhuma derrota ocasional e eliminação é pior do que os danos à imagem do basquete francês.

“Essa campanha é uma pena porque os jogadores trabalharam duro para colocar a França na elite. Fizeram com que a FIBA, os árbitros e outros países respeitassem nossa seleção. Conquistar respeito não é fácil e leva tempo. Então, em uma noite qualquer, você enfrenta a Letônia ‘iluminada’ e acertam uns arremessos malucos. Foi uma pena”, lamentou o integrante do Hall da Fama.

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Reforços

Tony Parker notou que, depois da derrota da França no Mundial, o foco não ficou só no time que estava na Ásia. Falou-se até mais, aliás, sobre alguns atletas que não estavam no elenco. A seleção tenta recrutar Joel Embiid, enquanto tem um jovem fenômeno em Victor Wembanyama pedindo passagem. O lendário armador, no entanto, sabe que os “reforços” criam uma situação complexa.

“Trazer novos jogadores não é uma questão tão simples, pois, como resultado, vai nos forçar a tomar decisões bem importantes. Se você quer Joel e Victor no time, para começar, eles precisam complementar o restante do elenco. E acho que isso significa que vamos ter que abrir mão de algumas referências do atual elenco”, indicou o ícone do San Antonio Spurs.

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Parker não cita nomes, mas todos sabem que a referência clara é Rudy Gobert. A chegada de dois novos pivôs de ofício deve limitar o espaço do atleta do Minnesota Timberwolves. “Nós temos que melhorar a equipe e, por isso, certas mudanças são necessárias. Mas isso nunca é fácil. Pode apostar que algumas delas vão chamar a atenção e virar notícia”, avisou o veterano.

Sem surpresas

O rendimento da França foi uma surpresa para muitos fãs e analistas, obviamente. Mas o ala Nicolas Batum deu a entender que não ficou surpreso. Ele admitiu que terminar como a 11ª melhor seleção europeia no Mundial foi um resultado fraco e desapontador. Mas, ao mesmo tempo, o produto de um período de treinamentos “estranho” e um trabalho que exige uma reavaliação.

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“Essa foi uma grande decepção, antes de tudo. Sinto que desmoronamos do ponto de vista mental e físico. Não estávamos tão unidos assim, além disso. A derrota para a Letônia resume as últimas cinco ou seis semanas de trabalho. Temos um time muito bom, mas todos precisam refletir. Estou destruído porque, seja pelo motivo que for, desperdicei o meu último Mundial”, desabafou Batum.

 

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