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Técnico dos EUA “abre portas” para Kevin Durant jogar Olimpíadas

Erik Spoelstra exalta compromisso do craque e deixa portas abertas para que volte à seleção

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Reprodução / X

Apesar da idade, Kevin Durant planeja defender a seleção dos EUA nas Olimpíadas de Los Angeles. E, a princípio, o técnico do time está ansioso para trabalhar com o astro mais uma vez. Erik Spoelstra celebrou a vontade do ala em atuar pelo Team USA em 2028. É claro que muitas coisas podem acontecer em dois anos, mas, na visão do treinador, só essa disposição já significa muito.

“Ouvir Kevin falar que deseja seguir com a seleção, antes de tudo, é incrível. Dá para sentir a sua paixão quando coloca o nome dos EUA no peito. No fim das contas, acho que essa é a cultura da USA Basketball. Afinal, tudo o que queremos é que os nossos melhores jogadores levantem as mãos e digam que querem estar aqui”, comemorou Spoelstra.

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É verdade que, por enquanto, pensar em Kevin Durant com a seleção em 2028 é um pouco difícil. Ele vai estar prestes a fazer 40 anos de idade durante as Olimpíadas de Los Angeles. Com isso, viraria o jogador mais velho – com folgas – a defender o Team USA no basquete olímpico. Mas, se alguém pode fazer isso, o técnico aposta que esse atleta é o dono de quatro medalhas de ouro.

“Kevin é bastante tático em termos de ética de trabalho e a forma como treina. É uma grande lição, aliás, para todos os jovens que chegam à NBA. Uma coisa é arremessar bolas em quadra, mas trabalhar em seu desenvolvimento vai muito além. Observá-lo por semanas com a seleção mostra isso. Ele entra em quadra a cada dia querendo ser melhor, não importa que já esteja no fim da carreira”, elogiou o veterano.

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Respeito mútuo

Mas a admiração entre Spoelstra e Durant não é uma via de mão única. A vontade do ala de seguir na seleção, entre outros fatores, passa pela chance de voltar a trabalhar com o técnico do Miami Heat. Ele contou que, enquanto um fanático em basquete, já via o treinador como uma das mentes mais criativas da liga. E, então, estar ao seu lado em uma competição confirmou as suas melhores expectativas.

“Eu sempre admirei o trabalho de Erik de longe, mas estar em seu vestiário é algo bem diferente. Ver a sua intensidade e observações do jogo me fez querer atravessar uma parede para defendê-lo. Ele sempre foi muito empolgado em ser um dos auxiliares da seleção. Entendeu como queríamos vencer e, por isso, nos apoiou de forma integral”, lembrou o astro do Houston Rockets.

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Durant lembra também que, mesmo com o seu status na NBA, Spoelstra mostrou uma enorme humildade. Era um dos assistentes mais dispostos a ajudar os atletas em suas atividades particulares depois dos treinos, por exemplo. “Erik é um técnico que sempre estava lá para fazer o trabalho ‘chato’ e foi ótimo com cada jogador. E fazia, com isso, com que vir treinar todos os dias fosse mais empolgante”, completou.

Merecimento

É claro que a questão etária, a princípio, joga contra. Mas Kevin Durant teria chances muito boas de estar na seleção dos EUA para as Olimpíadas se houver a necessidade de um mentor. Afinal, o veterano astro é o único homem da história do basquete olímpico mundial a ter quatro medalhas de ouro. No entanto, se for para ser dessa forma, ele já avisa que não quer participar.

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“Eu torço para ter a chance de jogar em Los Angeles. Mas, para isso, sei que preciso me cuidar e manter o meu melhor basquete em atividade. Sempre digo isso porque quero merecer uma vaga, não a ganhar por meu histórico com a USA Basketball. Vou dar o meu melhor em quadra a cada dia e, com sorte, Erik e a sua equipe vão ver o meu valor”, concluiu o craque de 37 anos.

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