Bam Adebayo fez história não só da NBA, mas do basquete em geral, ao anotar 83 pontos na vitória do Miami Heat por 150 a 129 em cima do Washington Wizards na noite dessa terça-feira (10). Afinal, essa é a segunda maior marca de todos os tempos da liga. No entanto, para o treinador do time perdedor, Brian Keefe, o que o rival fez não foi “natural” ao forçar as jogadas para o pivô.
“No último quarto, o jogo deixou de ser basquete da NBA de verdade. Com toda certeza, eles o deixaram em quadra para isso e houve muitos lances marcados, 16 lances livres no último período. Ele ainda sofreu faltas longe da cesta que o levaram a cobrar mais lances livres. Eu não consigo explicar algumas dessas marcações, mas isso é tudo o que eu tenho a dizer sobre isso”, criticou o técnico.
Adebayo quebrou vários recordes na vitória do Miami Heat, sendo um deles o ponto citado pelo treinador do Washington Wizards. Ele quebrou o recorde de lances livres cobrados que era de Dwight Howard (com 39) e convertidos em um jogo. O pivô teve 43 tentativas, acertando 36. Além disso, ele fez 31 pontos só no primeiro quarto, algo que o time de Miami jamais teve. Depois, superou LeBron James que havia feito 61 pontos como o maior pontuador em um jogo na história da franquia.
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Após o duelo, Adebayo agradeceu o técnico Erick Spoelstra por “criar jogadas” para ele na vitória histórica da NBA. Isso porque o treinador até pediu revisão em um lance após falta de ataque para que o pivô tivesse a chance de aumentar seus números. Além disso, mesmo com a vitória garantida, ele ficou em quadra até restar apenas um minuto para o cronômetro zerar.
Spoelstra disse após o confronto entre Heat e Wizards, que começou a pensar em manter seu jogador no time, quando ele utrapassou a sua antiga melhor marca da carreira no basquete, que era de 41 pontos na NBA. A ideia era de chegar até 50. Após isso, ele só o tirou de partida, após atingir a antiga segunda melhor marca da liga, que pertencia a Kobe Bryant (81 pontos).
“Então quando ele chegou aos 50, pensamos: ‘certo, talvez ele consiga chegar aos 60’. Mas quando atingiu 60, é melhor deixá-lo jogar. Por que não tentar os 70? E aí a partir deste momento, eu nem cogitei mais removê-lo do jogo. Eu queria que ele tivesse esse momento. Eu não quis o tirar até que ele conseguisse alcançar a marca do Kobe”, disse o técnico do Heat.
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Fonte: Reprodução / X

