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Revisão da temporada – Phoenix Suns

Equipe do Arizona ficou de fora dos playoffs pela quinta temporada seguida

Phoenix Suns (39-43)

Playoffs: Não se classificou.

MVP do time na campanha: Eric Bledsoe (17.0 pontos, 5.2rebotes, 6.1 assistências, 1.6 roubada de bola)

Pontos Positivos

– O fim da novela envolvendo a renovação contratual do armador Eric Bledsoe, que foi fechada quase no final da offseason. E US$ 70 milhões por cinco anos acabou sendo um contrato justo, ainda mais quando percebemos que o teto salarial da NBA vai aumentar consideravelmente a partir da próxima temporada. 

– O pivô Alex Len deu sinais de melhora em seu segundo ano em Phoenix. Depois de disputar apenas 42 jogos na temporada inaugural na liga, a quinta escolha do draft de 2013 atuou em 69 partidas, em 2014/15, e mostrou que pode ser muito útil à equipe na proteção do aro.

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– Em sua primeira temporada como titular, o ala-pivô Markieff Morris teve um bom desempenho e terminou o ano como o segundo cestinha da equipe, com média de 15.3 pontos. Vale dizer que ele foi o único jogador do Suns que disputou todas as 82 partidas da temporada regular.

– A chegada de Brandon Knight foi um alento após a saída de Goran Dragic. O jovem armador fez uma grande temporada pelo Milwaukee Bucks, mas ainda não pode mostrar muita coisa em Phoenix porque sofreu uma lesão no calcanhar esquerdo e atuou em apenas 11 jogos em 2014/15. Mas para o futuro, a promessa é de uma boa dupla com Bledsoe.

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Pontos Negativos

– Pela quinta temporada seguida, o Suns não alcançou os playoffs, igualando um recorde negativo da franquia da primeira metade da década de 70.

– Três jogadores da equipe se envolveram em confusões extra-quadra: o ala P.J. Tucker foi suspenso pela NBA dos três primeiros jogos da temporada após ter sido preso por dirigir embriagado, e os irmãos Markieff e Marcus Morris foram acusados de agredir um homem.

– O final de temporada do Suns foi melancólico, já que a equipe perdeu dez dos últimos 11 jogos disputados e deu adeus a qualquer chance de chegar aos playoffs.

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– A contratação de um terceiro armador – Isaiah Thomas – não fez bem ao time e deixou o esloveno Goran Dragic insatisfeito, já que ele teve seu rendimento prejudicado por ter ficado menos tempo com a bola nas mãos. Resultado? Ambos foram negociados na trade deadline.

– O Suns teve a quinta pior defesa da temporada, com média de 103.3 pontos sofridos.

Análise

A expectativa no começo da temporada era a de que o Suns brigaria novamente por uma vaga nos playoffs da sempre feroz e concorrida Conferência Oeste. Só que a experiência com um terceiro armador (Isaiah Thomas) não deu muito certo, tanto que o insatisfeito Goran Dragic pediu para ser trocado porque viu seu espetacular rendimento de 2013/14 despencar.

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Com uma trade deadline agitada, o time de Phoenix mudou bastante o elenco e, como era de se esperar, a qualidade em quadra deixou a desejar nos últimos dois meses da temporada regular. O rendimento pífio nos jogos finais (dez derrotas em 11 partidas) minou qualquer possibilidade de playoffs

E quem diria que a saída de Channing Frye seria sentida? Pois é, sem ele, o time de Phoenix perdeu uma importante arma ofensiva: as bolas de três pontos. Apesar do desenvolvimento de Markieff Morris, a equipe careceu de um big man para espaçar a quadra. 

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Futuro

Em 2015/16, o Suns deverá ser mais uma vez um dos postulantes a uma vaga nos playoffs. Lembre-se que o Portland Trail Blazers desmontou o time e o Dallas Mavericks não parece muito confiável. Então, em tese, o Oeste tem uma vaguinha em aberto, já que considero que Spurs, Warriors, Clippers, Grizzlies, Thunder, Rockets e Pelicans estarão nos playoffs. Mas o time do Arizona provavelmente vai nadar, nadar e morrer na praia. De novo. Como é cruel essa conferência Oeste!

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O ambiente na equipe ficou abalado nos últimos dias por causa da infantilidade demonstrada por Markieff Morris, que ficou “dodói” com a saída de seu irmão Marcus. Para se livrar do problema chamado Marfieff, o Suns deverá negociá-lo por menos do que realmente desejaria. Aguentar jogador insatisfeito é que não dá.

O time trabalhou bem na offseason, com a contratação do veterano Tyson Chandler, que chega para trazer consistência defensiva ao garrafão da equipe. Ele deverá ser uma liderança positiva em quadra e fora dela, além de servir como um tutor para Alex Len. Além disso, considero acertadas a escolha feita no draft (Devin Booker) e a contratação de Mirza Teletovic, um big man que vai ser importante para espaçar a quadra. E fica a expectativa pela subida de produção do segundoanista T.J. Warren, um ala com vários atributos no ataque.

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Mas a frustração por não ter fechado com LaMarcus Aldridge ainda ecoa na franquia. Ninguém esperava que o Suns fosse ser um dos finalistas na corrida por “LaMarcão”, mas a expectativa dos torcedores crescia à medida em que saíam notícias de que o plano do time tinha agradado ao jogador. Quem diria que o Suns esteve perto de fechar com um dos principais agentes livres desta offseason e, consequentemente, se tornar um contender no Oeste selvagem? Mas, cá entre nós, competir contra o San Antonio Spurs era complicado. 

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