Depois de décadas de dinastias brilhantes como a era de Michael Jordan nos Chicago Bulls, LeBron James nas diversas franquias por onde passou (Miami e Cleveland com maior destaque) ou Stephen Curry no brilhante time do Golden State Warriors, que conquistou três títulos entre 2015 e 2018, parece que chegamos há relativamente pouco tempo a uma nova realidade.
Hoje em dia, ter uma ou duas superestrelas parece já não ser suficiente por si só para ganhar troféus. A importância de jogadores coadjuvantes que criem uma dinâmica coletiva forte e sustentada ao redor dos principais pontuadores tem sido cada vez maior.
O exemplo mais recente é nada mais, nada menos, que os campeões da NBA Oklahoma City Thunder, que ao redor de Shai Gilgeous-Alexander estão repletos de peças importantes que compõem um todo fortíssimo. Quem serão os próximos vencedores? Deixamos uma dica: se beneficie do bônus do site Granawin para apostar no próximo vencedor NBA. Esse é um site de apostas que dá um espaço importante ao basket.
A importância das “estrelas-sombra” no panorama atual da NBA
Qualquer time fica mais próximo de vencer se tiver os melhores jogadores no seu elenco. Há algum tempo, uma ou duas movimentações no período de trocas da NBA poderia ser suficiente para que uma franquia rapidamente se revelasse capaz de construir um time com argumentos suficientes para brigar pelo anel de campeão da maior liga de basquete do Mundo.
Atualmente, a história tem mostrado que é necessário um pouco mais para chegar à vitória nos playoffs. Claro que a estatística de pontos, rebotes e assistências constitui a métrica mais valorizada pela crítica e pela mídia, mas nem sempre um time vencedor se constrói apenas com superestrelas capazes de catapultar o coletivo quase sozinhos
Cada vez mais, o controle do ritmo de jogo, uma boa gestão dos 24 segundos de cada posse de bola e a capacidade de minimizar o número de turnovers aproximam o coletivo do sucesso.
A defesa como principal vetor para o sucesso
Ataques ganham jogos, defesas vencem campeonatos. É uma máxima muito antiga, mas que se perpetua no tempo. E na NBA não é diferente. Uma boa defesa não só garante uma pontuação sofrida potencialmente abaixo daquilo que o ataque do time pode produzir, deixando automaticamente a vitória mais perto, como muitas vezes cria situações de transição ofensiva que permitem marcar pontos fáceis sem gastar muito tempo do cronômetro.
Além dos rebotes e dos bloqueios, aspectos que têm maior visibilidade na folha estatística mais tradicional, várias outras ações incalculáveis matematicamente importam. A simples presença de um jogador no garrafão pode intimidar atacantes e condicionar a construção ofensiva do adversário. Contestar um arremesso, mesmo sem conseguir um bloqueio ou rebote, contribui de modo decisivo para a taxa de (in)sucesso do mesmo.
Os roleplayers e o seu papel tático no basquete moderno
Vários jogadores tornam seu time consideravelmente mais forte “apenas” por sua presença em quadra e mesmo sem números avassaladores na estatística mais tradicionalmente valorizada (pontos, rebotes e assistências). Numa fase em que o scouting e a análise de vídeo são levados ao detalhe por todos os adversários, torna-se cada vez maior o impacto de pequenas ações que podem potencializar a taxa de sucesso de um ataque.
A capacidade de movimentação, cortar sem bola nas costas de um defensor, realizar um passe extra, fazer um bloqueio longe do centro da ação ou a leitura de trocas de posições defensivas se revelam qualidades inestimáveis. Para isso, torna-se necessário que o atleta aceite ter menor protagonismo estatístico, mas não são raros os casos de atletas subestimados que se tornaram peças-chave para os respectivos times, assunto que abordaremos mais adiante.
O incremento oferecido pelas métricas avançadas
Com a evolução do esporte, os dados estatísticos e a análise se tornaram cada vez mais importantes, sendo fundamentais nos dias de hoje. No basquete e, muito em particular na NBA, podemos consultar dados que permitem avaliar o contributo menos palpável, estatisticamente, de um jogador. Por exemplo, o +/- ou o rating defensivo ajudam a perceber como um determinado time melhora quando certo atleta está em quadra. Além das métricas mais conhecidas, outros indicadores tornaram-se alvos de análise na avaliação do rendimento individual.
Premissas como screen assists (quando um bloqueio leva diretamente a uma cesta de um companheiro de time), contested shots (arremesso contestado, sem conseguir um bloqueio diretamente) ou deflections (quando um atleta consegue alterar a trajetória de um passe ou drible do adversário) permitem estudar melhor o impacto de jogadores que não se destacam particularmente nas estatísticas principais. Esses são dados importantes para juntar à análise de um determinado evento em que queira apostar.
Os melhores exemplos de atletas decisivos longe dos holofotes mais brilhantes
Jogadores com elevado QI basquetebolístico conseguem ler mais rápido que os outros os ataques adversários e se comunicar com o time, de modo a acertar posicionamentos, alertar ou evitar bloqueios. Aqui, Draymond Green salta à mente. Saber se posicionar para ganhar uma falta do atacante é também outra das estratégias que não surgem quantificadas na estatística. Um momento do jogo no qual Marcus Smart já mostrou ser especialista, além da qualidade geral que acrescenta à organização defensiva dos times por onde passa.
Seu trabalho mais visível foi em Boston, mas nos Lakers tem tido uma afirmação gradual. Alguns outros bons exemplos atuais são Alex Caruso, nos campeões Oklahoma City Thunder, Josh Hart, no New York Knicks, ou Derrick White, dos Boston Celtics. Se recuarmos 11 anos no tempo, temos em Andre Iguodala um excelente exemplo: ele conquistou o título de MVP das finais de 2015 longe de ser uma das principais estrelas do Golden State, mas com uma energia incrível trazida do banco sempre que entrava em quadra.
Fonte: Reprodução

