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Os melhores movimentos de times e jogadores na agência livre

Listamos sete grandes negociações que aconteceram na offseason da NBA

times jogadores agência livre
Reprodução / X

A agência livre da NBA serve para que times consigam fechar com jogadores de peso. Bem, isso até foi assim durante um bom tempo, mas o CBA (Acordo Coletivo de Trabalho) deixou tudo mais difícil. Como resultado, vários grandes nomes estendem seus vínculos previamente e deixam a offseason um tanto mais “seca”.

No entanto, foi um grande momento para algumas franquias, que conseguiram ótimos negócios. Aqui, listamos sete deles.

Rui Hachimura para o Clippers

O ala japonês Rui Hachimura foi muito bem no Los Angeles Lakers na última temporada. Apesar de seus números crus ficarem abaixo (11.5 pontos, 3.3 rebotes), vale lembrar que ele era só a quarta ou quinta opção ofensiva. Além disso, teve menos minutos. No entanto, acertou mais de 40% de três em cada um dos últimos três anos.

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Então, na agência livre, ele fechou com o Clippers por US$28 milhões pelos próximos dois anos, sendo que seu antigo contrato tinha uma média de US$17 milhões anuais. Ou seja, o time conseguiu um sólido arremessador e que joga pela equipe por um valor realmente razoável. Ele poderia estender com o Lakers e ganhar mais espaço com a saída de LeBron James, mas optou por mudança de ares.

Extensão de contrato de Tari Eason

Tari Eason era um dos alvos de vários times na agência livre e recebeu uma extensão por um valor bem abaixo que jogadores como ele no mercado. Afinal, vai ganhar US$81.5 milhões pelos próximos cinco anos. É algo em torno de US$16.3 milhões por campanha para um atleta que produziu 10.5 pontos e 6.3 rebotes como reserva no Houston Rockets.

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E Eason, aos 25 anos, joga sem pressão alguma. Afinal, em um time com Kevin Durant, Alperen Sengun e Amen Thompson, ele vem do banco e corresponde. O fato é que o Rockets ainda fez um outro grande negócio ao fechar com o excelente defensor Marcus Smart por US$6 milhões.

Portanto, o Rockets deu um verdadeiro show na agência livre da NBA, pagando valores abaixo do mercado para dois jogadores que serão muito importantes em 2026/27. Eason ainda tem todo o potencial para alcançar, sendo que já mostrou muita habilidade em seus primeiros anos. Houston será um problema para os outros times.

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Tobias Harris no Spurs

Claro que Tobias Harris está ligado a um dos piores movimentos da história recente da NBA, quando o Philadelphia 76ers optou por ele ao invés de Jimmy Butler. Sim, aquilo fez com que ele carregasse um peso muito maior do que deveria. Harris é um ótimo jogador, mas a comparação com Butler foi inevitável.

Ele teve uma temporada pelo Detroit Pistons, mas foi ainda mais importante nos playoffs. Isso porque saiu de 13.3 pontos e 5.1 rebotes na fase regular para 18.1 pontos e 7.2 rebotes nas séries contra Orlando Magic e Cleveland Cavaliers.

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Então, na agência livre, o San Antonio Spurs fechou com ele por US$31 milhões pelos próximos dois anos. Defensor sólido e bom nos rebotes, Harris chega por um ótimo preço pelo que produz. Isso, em um time que acabou de bater em uma final da NBA após várias temporadas fora dos playoffs. Grande reforço.

Norman Powell fechando com o Bulls

Vamos entender algumas coisas aqui. Primeiro, o Chicago Bulls precisava de uma presença veterana e de arremesso de três. De cara, conseguiu os dois em um só: Norman Powell. Claro que ele vai ganhar US$22.5 milhões por ano, mas ele vem de uma temporada de All-Star, a sua primeira na carreira.

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Ótima contratação na agência livre, especialmente por um preço justo por um dos jogadores que os times candidatos ao título estavam de olho. É óbvio que o Bulls não vem para competir por grandes coisas, mas Powell deve ajudar muito na reformulação do elenco.

E em um time cheio de jovens com muito talento, é bom entender que o Bulls vai voltar aos playoffs antes do que parece.

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Extensão de Isaiah Hartenstein

A direção do Oklahoma City Thunder faz negócios excelentes o tempo todo, então não chega a ser surpresa alguém aparecer aqui. Com o teto salarial estourado, cheio de multas para pagar, o Thunder fez pequenas trocas, abriu espaço em sua folha e não perdeu absolutamente ninguém importante. Fechar a extensão de Isaiah Hartenstein por US$75 milhões pelos próximos três anos foi excelente.

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Afinal, o Thunder manteve seu pivô titular, um ótimo defensor perto do aro e que ajuda em rebotes e sabe passar a bola. As movimentações da equipe na agência livre foram incríveis ao ponto de manter Lu Dort, excelente defensor de perímetro.

Troca de Ja Morant para o Blazers

Oportunidade de negócio é exatamente isso. Ja Morant não foi bem nas últimas três temporadas, sempre por problemas de suspensões e lesões, mas ele é excelente jogador. Duas vezes All-Star, Morant vai ganhar US$42.1 milhões em 2026/27 e ainda tem vínculo para mais um ano. É caro, sim.

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No entanto, o que o Blazers “pagou” para ter o armador foi muito pouco: mandou Jerami Grant e Kris Murray sem dar nenhuma escolha de Draft. Claro que é uma aposta da direção. Pode ser win or wall, mas na pior das hipóteses, é só por dois anos.

Ainda tem uma questão de encaixe, mas aí é com o técnico Micah Nori. São quatro armadores (Damian Lillard, Jrue Holiday, Scoot Henderson e Morant) que poderiam ser titulares e vão dividir minutos, o que pode ser um problema. Mas, em termos de talento, Portland vai bem na agência livre.

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Trocas do Hornets

Por fim, o que a direção do Charlotte Hornets aprontou? Foi algo espetacular. Claro, o time abriu mão de um armador com muito talento (LaMelo Ball), mas reforçou o setor de forma incrível. Primeiro, estendeu com Coby White. Depois, trocou para ter Grayson Allen e selecionou Christian Anderson no Draft.

De cara, o Hornets cortou os turnovers, foi atrás de ótimos arremessadores e a bola vai girar mais em cima de Kon Knueppel e Brandon Miller. Além disso, recebeu o ótimo Naz Reid.

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O Hornets quer jogar um basquete vencedor e ter um vestiário mais tranquilo, com boas referências para os jovens. Charlotte acertou em cheio e vem para competir por playoffs pela primeira vez em anos, após a agência livre.

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