Norman Powell prova que Heat é o grande vencedor em troca

Negócio aconteceu em julho deste ano com o Los Angeles Clippers e Utah Jazz

Norman Powell Heat troca Fonte: Reprodução / X

O Miami Heat reforçou seu elenco neste verão com a chegada de Norman Powell, em uma troca que envolveu também John Collins, Kevin Love, Kyle Anderson e uma escolha de segunda rodada do Draft de 2027. Entretanto, a pergunta que ficou foi: quem foi o grande vencedor da negociação?

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Quando o Heat oficializou a troca, poucos esperavam algo além de um bom complemento. A aposta era tímida. Mas o time não largou mão de escolhas de primeira rodada nem de jogadores do núcleo principal para fechar o negócio. Em troca de Norman Powell, o rival enviou Kevin Love e Kyle Anderson.

A aposta do Heat era ganhar um ala-armador com cerca de 30 anos, capaz de ajudar imediatamente. E com o início da temporada, essa aposta começou a dar frutos. Mesmo com a ausência prolongada de Tyler Herro, o Heat viu em Powell uma válvula de escape ofensiva, que também se tornou o principal pontuador na ausência de outro grande nome do elenco.

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Nesta temporada, Powell esteve em 15 dos 19 jogos do Heat. Sempre no quinteto titular, atuou em média 30.4 minutos por partida — atrás apenas de Andrew Wiggins no tempo de quadra. Além disso, é o segundo maior pontuador da equipe, com médias de 24.5 pontos, 3.9 rebotes, 2.3 assistências e 1.3 roubo de bola por jogo. Nos arremessos, faz 49.4% dos de quadra e 44.1% na linha de três, em 6.8 tentativas por jogo.

Com tais números, ele não é apenas um dos líderes do time, mas também devolve ao elenco um desafogo. Além disso, ele assume a armação quando o armador principal descansa, atira de fora e cria espaço para o ataque fluir. Isso, então, tem ajudado o Heat a subir na tabela. Hoje, o time soma 13 vitórias e 6 derrotas, o que o mantém na briga pelo topo do Leste.

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Jazz e Clippers

A troca que levou Norman Powell ao Heat, para o Jazz, ainda não surtiu efeito, principalmente porque o draft ainda está distante. Além disso, os veteranos pouco agregam ao time de Utah. A franquia de Utah está em mais um ano, no fundo da tabela.

Já para a terceira parte, o Clippers hoje vê o negócio com outros olhos — e com pouco orgulho. Depois de mandar Powell embora, o clube luta para se encontrar. Com só cinco vitórias e 14 derrotas, tem só a 12ª posição no Oeste, fora da zona do play-in. A aposta em John Collins, então, não surtiu o efeito esperado, e o ataque perdeu força. Com pouco acréscimo, o Clippers perdeu ritmo e poder de fogo. Além disso, a ausência de um armador eficaz para marcar e criar foi sentida, e a rotação sofreu com isso.

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