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Mesmo após playoffs, Jalen Duren pode ganhar grande contrato no Pistons

Extensão virou pauta após pivô decepcionar na pós-temporada

playoffs Jalen Duren Pistons
Reprodução / X

A extensão de contrato de Jalen Duren no Detroit Pistons tem sido um tema central na franquia desde que os playoffs começaram. Após a queda da franquia e atuações ruins do pivô, o barulho aumentou bastante, já que muitos indicavam que o jovem jogador de 22 anos conseguiria um contrato máximo. Bom, pode até não ser o máximo, mas parece que ele ganhará muito dinheiro mesmo assim.

O setorista de Detroit para o portal The Athletic, Hunter Patterson, afirmou que o novo contrato de Jalen Duren com o Pistons pode estar na casa dos US$200 milhões por cinco anos, mesmo após a falha nos playoffs.

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“Há um sentimento geral de que existe uma distância considerável entre o que Duren vai pedir e o que o Detroit Pistons está disposto a pagar. Ainda assim, a tendência é de que eles cheguem a um equilíbrio nas negociações. Então, espero um acordo na casa dos US$200 milhões até US$220 milhões por cinco anos. O valor anual giraria em torno de US$40 milhões e US$44 milhões”, explicou o jornalista.

Apesar de uma pós-temporada muito ruim, Detroit tenta enxergar a visão geral a longo prazo que o pivô ainda gera aos 22 anos.

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“É verdade que Duren os decepcionou nos playoffs da NBA, isso é um fato e não está escondido. Mas mesmo assim, 2025/26 também marca o primeiro ano em que ele chegou ao All-NBA com uma eleição ao terceiro time. Também foi o primeiro ano como All-Star. Então, apesar do fracasso na reta final, ele é um jogador que ainda pode crescer muito e em que vale a pena apostar”, afirmou o jornalista.

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Sam Amick, principal insider do portal The Athletic, confirmou a informação de Patterson de que os lados estão distantes para começar a negociação para estender o contrato.

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De fato, a queda de produção do pivô chegou a níveis históricos. Em 70 jogos na temporada regular de 2025/26, teve médias de 19.5 pontos, 10.5 rebotes e duas assistências. Além disso, acertou 65% dos arremessos de quadra que tentou. Em suma, esteve no top-20 de rebotes e eficiência nos arremessos, sendo chave para a campanha de 60 vitórias e liderança do Leste da franquia de Michigan.

Nos playoffs, a queda foi brutal: 10.2 pontos, 8.5 rebotes e 51.4% nos arremessos. Para se ter uma noção, ele foi o 79° maior pontuador da fase regular e ficou em 81° na pós-temporada. Ele teve mais jogos abaixo dos dez pontos em seus 14 duelos na reta decisiva, do que em 70 partidas disputadas na fase regular. Na série da eliminação contra o Cleveland Cavaliers, marcou apenas 9.4 pontos por jogo, desaparecendo após os dois primeiros duelos.

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Por fim, o dado mais brutal. Sua queda de 9.4 pontos por jogo da temporada regular para os playoffs foi a segunda maior da história da NBA para um All-Star que jogou pelo menos dez vezes na fase decisiva.

A maior foi a de Wilt Chamberlain em 1962, mas com um adendo importante. O histórico pivô teve 50.4 pontos de média na fase regular. Sua queda foi grande, mas ele ainda marcou mais de 35 pontos por jogo na pós-temporada.

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