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Jovens do Magic dão dicas para Hezonja lidar com “pressão pós-draft”

Quinto selecionado do recrutamento deste ano, ala croata está sob os holofotes em Orlando

RIO DE JANEIRO – O Orlando Magic, como qualquer equipe em reconstrução, trabalha com vários atletas recém-selecionados no draft. Nesta temporada, a bola da vez é Mario Hezonja. Aposta da franquia com a quinta escolha do recrutamento deste ano, o ala croata é esperado com grande expectativa pela torcida da Flórida e analistas. Aaron Gordon precisou conviver com pressão parecida no ano passado e tem um conselho para o novo companheiro de time: trabalho é a única forma de se firmar.

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“Você só tem que preocupar-se em jogar com o máximo que puder, fazer o seu melhor. Isso é o que resume tudo. É preciso tornar-se confortável em uma situação que começa incômoda, com uma mudança de cidade e casa. Uma vez que você vence essa etapa, tudo se clareia”, resumiu o ala-pivô, escolhido na quarta posição do draft de 2014, em entrevista ao Jumper Brasil após o treino do Magic, nesta sexta-feira.

Para Victor Oladipo, a pressão chegou a ser ainda maior. O atleta de 23 anos foi a segunda escolha do recrutamento de 2013 e era considerado um dos calouros mais preparados da classe para causar impacto imediato na NBA. Atuando fora de posição na maior parte da temporada regular, o ala-armador acredita que sua vontade e esforço individuais foram fundamentais para que superasse a pressão “pós-draft”.  

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“Ninguém pode ter maiores expectativas para você do que você menos. Pelo menos, para mim, o pensamento sempre foi esse. No fim das contas, eu sempre quis ser o melhor que podia sem importar o que era dito por aí. Essa vontade independe de você ter sido a segunda, quinta ou 27ª seleção no recrutamento”, apontou Oladipo, segundo maior cestinha e assistenciador do Magic na temporada passada.

Hezonja ouve as orientações dos companheiros todos os dias e também fala com experiência de causa: um prodígio desde as categorias de base, ele sempre foi o “novato sensação” dos elencos em que chegava. No Magic, isso não será diferente e o jovem não pretende mudar a forma como encara as atenções: com trabalho, com confiança e colocando o coletivo acima do individual.  

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“Eu sou um novato desde que tinha 11 anos. Essa é minha nona temporada como estreante, pois era o mais novo em todo lugar em que joguei. Estou acostumado. E, para ser honesto, não ouço a expectativa dos outros. Busco não colocar pressão de fora sobre mim. Vou fazer o meu melhor e trabalhar tudo para alcançarmos as vitórias, o mais importante”, assegurou Hezonja, que registra médias de 9.2 pontos, 5.0 rebotes e 2.7 roubos de bola em cinco jogos disputados nesta pré-temporada.

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