Notícias Rumores Opinião Classificação Onde Assistir
Conferência Leste
Atlanta Hawks Boston Celtics Brooklyn Nets Charlotte Hornets Chicago Bulls Cleveland Cavaliers Detroit Pistons Indiana Pacers Miami Heat Milwaukee Bucks New York Knicks Orlando Magic Philadelphia 76ers Toronto Raptors Washington Wizards
Conferência Oeste
Dallas Mavericks Denver Nuggets Golden State Warriors Houston Rockets LA Clippers LA Lakers Memphis Grizzlies Minnesota T-Wolves New Orleans Pelicans OKC Thunder Phoenix Suns Portland Trail Blazers Sacramento Kings San Antonio Spurs Utah Jazz

Com oferta na mesa de R$ 25 milhões do rapper Ice Cube, Caitlin Clark entra em quadra nesta sexta-feira pelo Final Four da NCAA

Armadora sensação do basquete norte-americano universitário tenta colocar a sua Iowa na grande decisão

Caitlin Clark Ice Cube
Reprodução / x

Sensação do basquete universitário, Caitlin Clark vem chamando a atenção do mundo com recordes batidos dentro e fora de quadra. Seu novo desafio acontece nesta sexta-feira (5), no Final Four da NCAA. Sua equipe de Iowa encara UConn, às 22h (de Brasília), valendo uma vaga na grande decisão.

Com um estilo parecido com o de Stephen Curry, do Golden State Warriors, a armadora arremessa de qualquer lugar da quadra e bateu o recorde de pontos da NCAA, que pertencia à lenda Pete Maravich. Diante desta febre, o rapper Ice Cube, que possui sua própria liga de basquete 3×3, fez uma proposta inovadora para a atleta de 22 anos disputar a temporada do Big 3, ao lado de ex-jogadores da NBA e outros especializados na modalidade: US$ 5 milhões (aproximadamente R$ 25 milhões).

Continua após a publicidade

“Reunir mulheres e homens em uma liga profissional chamaria a atenção de todo o mundo, ainda mais com uma figura que vem parando os Estados Unidos a cada partida, como Clark. É uma ótima tacada da organização e, se a contratação for concretizada, tem tudo para gerar grande retorno, com arenas lotadas, audiências marcantes e contratos mais robustos”, analisa Joaquim Lo Prete, Country Manager da Absolut Sport no Brasil.

Clark seria a primeira mulher a atuar no campeonato, abrindo espaço para a competição mista não só no basquete, como também em outros esportes. O contrato prevê R$ 3,1 milhões por partida, ao longo dos oito jogos que compõem o calendário do Big3.

Continua após a publicidade

Leia mais

“O basquete 3×3 agora está na olimpíada, tem enorme peso entre os fãs. Ver lendas do passado e do presente exibindo e testando suas habilidades cativa o público em todas as áreas, inclusive nas plataformas esportivas. Clark aumentará a atenção para a liga e culminará com recordes e marcas batidas dentro de fora de quadra”, destaca Rafael Borges, Country Manager da Reals, que também patrocina instituições esportivas, como o Coritiba e o Amazonas.

Quase todas as partidas de Caitlin Clark nesta temporada do baquete universitário quebraram recordes de audiência, sendo que a última, com pico de 6.4 milhões de aparelhos conectados, tornou-se o terceiro jogo do torneio feminino da NCAA mais assistido dos últimos 20 anos, de acordo com dados da ESPN dos Estados Unidos.

Continua após a publicidade

“Caitlin Clark vem atraindo muitos holofotes para o basquete universitário feminino, quebrando recordes de audiência a cada vez que entra em quadra. Juntar seu nome em alta com outra potência, como é o músico Ice Cube, deve gerar uma nova tendência norte-americana. O basquete 3×3 agora é esporte olímpico, o que aumenta ainda mais a popularidade da liga”, destaca Renê Salviano, CEO da Heatmap, agência de marketing esportivo.

Big 3

O Big 3, organizado por Ice Cube, já conta com direitos de transmissão da plataforma X, que pertence a Elon Musk. O campeonato sempre acontece no verão norte-americano, férias da NBA, mas nem por isso deixam de ser concorrentes. O artista já revelou em programas de TV que a maior liga de basquete do planeta estaria tentando boicotá-lo, não deixando ex-atletas se juntarem aos times.

Continua após a publicidade

A maior lenda que já passou pelas quadras do Big3 foi Allen Iverson, mas outras diversas estrelas já treinaram as equipes, como Dr. J, Gary Payton e também Lisa Leslie, que brilhou por muitos anos na WNBA. Atualmente, Rashard Lewis, Tony Allen, Michael Beasley, Mario Chalmers, Jason Richardson e o brasileiro Leandrinho são alguns dos nomes em atividade. Destaque para Cuttino Mobley, ex-Houston Rockets, que aos 48 anos e com seu cabelo grisalho, ainda dá trabalho para muitos garotos.

“O Big3, liga do rapper Ice Cube, já contou com grandes ex-jogadores da NBA, como Allen Iverson. Trazer um nome da atualidade, ainda mais vindo do esporte feminino, ampliaria o engajamento de forma espetacular, gerando assim mais oportunidades para direitos de transmissão e acordos comerciais. Tomara que dê certo”, torce Ivan Martinho, professor de marketing esportivo pela ESPM.

Continua após a publicidade

Clark está disputando sua última temporada na faculdade e já avisou que vai se inscrever no Draft da WNBA. O Indiana Fever, com a escolha de número um, deverá escolher a jogadora. Os salários previstos pela liga, no entanto, não chegam nem próximos do valor oferecido por Cube.

Assine o canal Jumper Brasil no Youtube

Todas as informações da NBA estão no canal Jumper Brasil. Análises, estatísticas e dicas. Inscreva-se, mas dê o seu like e ative as notificações para não perder nada do nosso conteúdo.

Continua após a publicidade

E quer saber tudo o que acontece na melhor liga de basquete do mundo? Portanto, ative as notificações no canto direito de sua tela e não perca nada.

Então, siga o Jumper Brasil em suas redes sociais e discuta conosco o que de melhor acontece na NBA

comentários