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Ainda é possível?

Thunder passa por um péssimo momento sem os astros Durant e Westbrook

Sempre que falamos sobre o Oklahoma City Thunder, logo pensamos em um dos francos favoritos ao título. Mas quando vários jogadores se machucam por um longo período — incluindo os astros Kevin Durant e Russell Westbrook — fica aquela sensação de que o talento dos que permaneceram será suficiente para “segurar a barra” até que eles retornem. Infelizmente, não é isso o que acontece neste exato momento.

O Thunder acumula apenas três vitórias em 13 partidas disputadas e ocupa a última posição da tão concorrida conferência Oeste. Como se isso não bastasse, Durant e Westbrook ainda vão demorar aproximadamente mais três semanas para que estejam completamente curados de suas lesões, algo como dez jogos.

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Até lá, com 23 embates, o time comandado por Scott Brooks precisa fazer as pazes com as vitórias — não vence desde o dia 12. Hoje, para um time entrar na zona de classificação para os playoffs no Oeste, é necessário ao menos 60% de aproveitamento. O Thunder transpira sangue para ter meros 23.1%.

Vamos supor que para uma equipe conseguir entrar nos mata-matas, seja preciso alcançar os mesmos 60% — ou seja, 49 vitórias, como o Dallas Mavericks o fez em 2013-14 na oitava posição.

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A sequência de quatro partidas em casa, que se inicia nesta sexta-feira, soa como um alento. Presumindo que o Thunder consiga vencer três dos próximos dez, terá uma campanha de seis vitórias e 17 derrotas, com cerca de 26% de triunfos. Dos 59 restantes, é necessário que a equipe consiga ganhar em torno de 43 para se classificar por volta da oitava posição. Ou seja, até lá, só poderá perder 16 — número que supostamente terá alcançado em menos de 23 disputados. 

A lista de contundidos é grande: Perry Jones vinha sendo um dos destaques e teve um problema no joelho. Não entra em quadra há 17 dias. O calouro Mitch McGary sequer atuou ainda, por conta de uma fratura no pé esquerdo. O também novato Grant Jerrett não recuperou-se de uma entorse no tornozelo e segue fora. Reggie Jackson, Anthony Morrow, e Jeremy Lamb só voltaram depois que a fase regular já havia se iniciado. Andre Roberson foi outro que passou um tempo no estaleiro.

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É impossível? Claro que não, até porque estamos falando de um gênio como Durant e de um astro, como Westbrook. É notório que o grupo de apoio melhorou, afinal de contas ele foi obrigado a produzir. Jackson pode continuar como titular na volta dos dois e já pediu isso a Brooks. Até o momento, ele sustenta médias em torno de 20 pontos e oito assistências. A presença do pivô Steven Adams no quinteto inicial fez com que até o apenas voluntarioso Kendrick Perkins evoluísse, ainda que timidamente.

O grande problema deste grupo sem os dois é a falta de maturidade. O time-base das últimas partidas tem uma média de apenas 23.6 anos e, tirando Serge Ibaka, os outros quatro somados possuem 115 jogos como titulares na carreira. É muito pouco.

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Tem ainda a falta de organização. Jackson não é dos melhores preparadores de jogadas e distribui apenas 2.3 passes decisivos para cada erro de ataque — números similares aos do tão questionado Westbrook na carreira. Contratado para ser o terceiro armador, Sebastian Telfair não ajuda muito no caso.

O ataque é sofrível, com apenas 89.7 pontos por jogo, melhor somente que o terrível Philadelphia 76ers. Ainda assim, é o nono que mais comete erros ofensivos e converteu até aqui, 41.9% dos arremessos. Ao menos, a defesa é a quinta menos vazada e uma das que mais contesta arremessos dos adversários. Contra o Houston Rockets, o time anotou 65 pontos, mas segurou o elenco texano a 69.

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De qualquer forma, a meta é obter 49 vitórias ao fim da fase regular. Completo, é possível o Thunder chegar a este número. O duro é confiar que o grupo não sofra mais com lesões.

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