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Revisão da temporada – New Orleans Pelicans

Graças a Anthony Davis, franquia voltou aos playoffs após três temporadas

https://www.youtube.com/watch?v=9Wugn9fgqsA

New Orleans Pelicans (45-37)

Playoffs: oitavo colocado na conferência Oeste. Eliminado pelo Golden State Warriors na primeira rodada em quatro jogos.

MVP do time na campanha: Anthony Davis – 24.4 pontos, 10.2 rebotes e 2.9 tocos.

Pontos positivos

– Anthony Davis foi o cara do Pelicans na temporada. A evolução do ala-pivô é notória a cada temporada que passa. Em grande nível após o título do Mundial FIBA com a Seleção Americana, Davis abriu seus trabalhos na temporada com um jogo de 26 pontos, 17 rebotes e nove tocos. O jogador manteve as grandes atuações enquanto esteve em quadra, e alcançou média final de 24.4 pontos, 10.2 rebotes e 2.9 tocos, liderando a NBA no quesito de bloqueios. Seus esforços durante os 68 jogos atuados renderam uma nomeação para o Jogo das Estrelas e um lugar no 1º time geral da temporada. Com Davis, o Pelicans venceu 59% das partidas, e teve na única bola de três do jogador na temporada a cesta que garantiu o time na pós-temporada.

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– New Orleans não aparecia nos playoffs desde 2010-11, ainda com Chris Paul, Trevor Ariza e David West. A varrida sofrida para o campeão Golden State Warriors não apaga o fato de o Pelicans ter alcançado um lugar entre os oito melhores da forte conferência Oeste, além de conquistar rodagem em pós-temporada. Davis, por exemplo, teve médias de 31.5 pontos, 11 rebotes e três tocos na série contra o Warriors.

– Com bons arremessadores, o Pelicans ficou com aproveitamento de 37% nas bolas de três pontos, 4ª melhor porcentagem na temporada. Destaques para Luke Babbitt, Eric Gordon e Quincy Pondexter.

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Pontos negativos

– É fácil concordar que as lesões nas outras equipes da conferência Oeste – principalmente no Oklahoma City Thunder – ajudaram o Pelicans a conseguir um lugar na pós-temporada, mas, as lesões também foram cruéis com o time de Luisiana. Davis, Gordon, Ryan Anderson e Jrue Holiday perderam jogos, principalmente os três últimos. O quinteto ideal do início da temporada começou apenas nove partidas, com cinco vitórias e quatro derrotas, limitando os triunfos da equipe.

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– Com as lesões, o banco de reservas foi colocado à prova, e não correspondeu. Holiday foi o que mais perdeu jogos, e seu substituto acabou sendo o também titular Tyreke Evans. Norris Cole até foi adquirido para resolver o problema, mas iniciou apenas dois dos 28 jogos que esteve presente. O pivô Alexis Ajinca se salvou, tanto que renovou por mais quatro anos.

– As 16 vitórias em 30 jogos contra times da conferência Leste é um recorde positivo, mas não seria o suficiente para colocar o Pelicans em uma “pós-temporada” no quesito. Outras nove equipes tiveram melhores resultados com as equipes do Leste, e no equilibrado Oeste, o desempenho com estes times pode definir se você joga ou não na segunda metade de abril.

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Análise

A equipe vinha de 34 vitórias em 2013-14, além de muitas dúvidas sobre a montagem da equipe. O trio Holiday, Gordon e Evans parecia não se encaixar quando juntos em quadra, e essa era a maior tarefa para o técnico Monty Williams.

As lesões não permitiram Williams alcançar êxito em seu desafio no perímetro, mas o bom trabalho do treinador no garrafão foi evidenciado com a grande temporada de Davis. O jogador aumentou seu número de arremessos por partida, e ainda sim melhorou seu aproveitamento. Na defesa, o Pelicans foi o time com mais tocos na temporada, 510 totais.

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Na pós-temporada, o time parou na clara superioridade do Warriors, e no seu elenco desequilibrado.

Dadas as circunstâncias, a temporada 2014-15 do New Orleans Pelicans não poderia ser melhor. A equipe conseguiu uma classificação inesperada para os playoffs na forte conferência Oeste, e talvez na mais forte divisão da NBA no ano.

Futuro

Com a demissão de Monty Williams, o Pelicans escolheu Alvin Gentry como novo comandante, e o ex-assistente do Warriors trouxe grandes expectativas para a temporada 2015-16. Durante a offseason, Gentry declarou diversas vezes que Anthony Davis não teve seu potencial trabalhado adequadamente, e uma das evoluções será o ala-pivô arremessar mais bolas de longa distância.

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Os arremessos de três pontos aumentarão ainda mais o vasto cartel de Davis, que já é considerado um dos melhores protetores de aro da liga, e um dos mais dominantes de sua posição no ataque. Além disso, o seu novo contrato no valor de US$ 145 milhões por cinco anos só aumentará a sede do jogador em mostrar serviço.

Sem escolhas no recrutamento, as renovações de Davis e Ajinca foram os grandes negócios até aqui para a nova temporada, confirmando que a diretoria permanece compromissada com o elenco das últimas das temporadas, e apostando que as lesões possam, enfim, deixar o time projetado atuar.

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