Notícias Rumores Opinião Classificação Onde Assistir
Conferência Leste
Atlanta Hawks Boston Celtics Brooklyn Nets Charlotte Hornets Chicago Bulls Cleveland Cavaliers Detroit Pistons Indiana Pacers Miami Heat Milwaukee Bucks New York Knicks Orlando Magic Philadelphia 76ers Toronto Raptors Washington Wizards
Conferência Oeste
Dallas Mavericks Denver Nuggets Golden State Warriors Houston Rockets LA Clippers LA Lakers Memphis Grizzlies Minnesota T-Wolves New Orleans Pelicans OKC Thunder Phoenix Suns Portland Trail Blazers Sacramento Kings San Antonio Spurs Utah Jazz

NBA Draft 2026: Tarris Reed

Pivô da UConn é projetado como uma escolha de final de primeira rodada

Tarris Reed NBA Draft
Reprodução / X

O Jumper Brasil segue com a série de perfis das maiores promessas do Draft de 2026 da NBA, agora com o pivô Tarris Reed. Um dos destaques da Universidade de Connecticut (UConn), ele é projetado como uma escolha de final de primeira rodada. Confira, portanto, a análise do portal para o atleta de 22 anos.

Tarris Reed

Idade: 22 anos
País: EUA
Universidade: UConn (senior – quatro temporadas no College)
Posições: pivô
Altura: 6’10″ (2,08m)
Envergadura: 7’4.5″ (2,24m)
Peso: 119 kg

Médias na última temporada: 14,7 pontos, nove rebotes, 2,3 assistências, 0,7 roubo de bola, dois tocos, 1,9 turnover, 60,7% nos arremessos gerais, 61,7% nos lances livres (com 4,4 tentativas), 27,3 minutos

Continua após a publicidade

Atributos físicos e atléticos

Tarris Reed é um dos jogadores de maior força física do Draft 2026 da NBA. Além disso, ele tem uma envergadura invejável. Ou seja, Reed tem o biotipo do big corpulento tradicional.

Mas sua agilidade lateral deixa a desejar, o que é perfeitamente compreensível para um jogador do seu porte físico.

Leia mais!

Ataque

Excelente finalizador, que coloca pressão no aro. Alvo frequente em lobs, Reed é um espaçador vertical. Afinal, ele possui ótimo entendimento de espaçamento para se colocar atrás da defesa, na posição de quem finaliza com a enterrada. Além disso, tem um ótimo trabalho de pés. Eficiente nos spin moves, fakes e ganchos. Ou seja, é uma ameaça no post-up.

Continua após a publicidade

Sólido passador. Reed evoluiu bastante nessa área nos quatro anos em que ficou no College. Da cabeça do garrafão e no short-roll, mostra facilidade para achar companheiros que cortam em direção à cesta e arremessadores livres do lado fraco da defesa. Ou seja, Reed não é aquele tipo de pivô que recebe/segura a bola e não a devolve para os companheiros. Pelo contrário, ele mantém a bola rodando.

Jogo de perímetro inexistente.

Continua após a publicidade

Excelente screener. Entende ângulos e usa a base larga e muita fisicalidade para conseguir contato e liberar seus ballhandlers.

Defesa

Bom protetor de aro (posicional). Adepto do jogo mais físico, Reed tem um ótimo timing para distribuir tocos. Ou seja, faz bem o “trabalho sujo” no garrafão. Eficiente na drop coverage (cobertura feita pelo jogador que está na defesa do screener e sai para marcar o ballhandler), pois sabe como ocupar espaço e em que área precisa estar.

Continua após a publicidade

Não oferece versatilidade nesse lado da quadra. Por não ser o mais atlético dos pivôs, Reed costuma ser exposto nas trocas defensivas. Portanto, ele não é muito móvel cobrindo espaços.

Reboteiro de elite. Muito forte, longo e dono de um ótimo tempo de bola, Reed abusa da fisicalidade nas duas tábuas. Mostra excelência no box out (bloqueio de rebote).

Conclusão

Tarris Reed passou quatro anos no College e se tornou um jogador com algumas valências, além da força. Acima de tudo, ele tem o biotipo físico de um pivô tradicional (pesado e longo). Desse modo, seu jogo se resume à área próxima à cesta.

Continua após a publicidade

No ataque, Reed pontua basicamente na área pintada. Além disso, se tornou um passador confiável na última temporada da NCAA. Mas no perímetro, ele é nulo. Já na defesa, Reed é um bom protetor de aro. No entanto, o pivô fica exposto nas trocas defensivas por não ser tão móvel. E o mais importante, ele é um reboteiro de elite (talvez o melhor da classe).

Portanto, o cenário ideal para Reed, que tem um baixo teto para evolução, é jogar ao lado de um ala-pivô mais móvel e que espaça a quadra.

Continua após a publicidade

Comparações: Isaiah Stewart (Detroit Pistons) / Neemias Queta (Boston Celtics) / Day’Ron Sharpe (Brooklyn Nets)

Projeção: entre as escolhas 24 e 35

comentários