Você imagina Draymond Green exercendo o cargo de comissário da NBA? Pois o tetracampeão da liga pelo Golden State Warriors revelou esse sonho inusitado. A declaração ocorreu no episódio mais recente de seu podcast.
Perto de completar 36 anos, Draymond Green tem contrato com o Warriors até o final da próxima campanha. Assim, o veterano de 14 temporadas na liga se aproxima do fim da carreira. Durante o Draymond Green Show, o polêmico atleta/podcaster foi perguntado pelo analista Skip Bayless se ele gostaria de ser comissário da NBA um dia. O jogador, é claro, não ficou em cima do muro.
“Cara, eu adoraria ser comissário da NBA. Sempre quero ver esta liga crescer. Sabe, durante meu tempo na NBA, tive minha cota de percalços, mas espero, e acho que eu tenha feito mais coisas boas do que ruins”, disse o veterano.
Além disso, Draymond Green disse a Bayless que acredita ser seu dever elevar o nível da NBA, seja como jogador ou como comissário no futuro. Desse modo, ele citou um mentor que ajudou a moldar sua carreira.
“Pete Myers, que foi assistente técnico do Warriors nos meus dois primeiros anos sob o comando de Mark Jackson, costumava me dizer: ‘ei, Draymond, quero que você sempre se lembre de algumas coisas nesta liga: enquanto você estiver jogando, você deve ao esporte deixá-lo melhor do que quando o encontrou. Na NBA, você é pago para que o próximo jovem talento da liga também seja pago”.
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“Então, eu disse tudo isso para deixar claro que sempre tentei viver de acordo com a mentoria de Myers. E, ao longo da minha carreira, para garantir que, não importa o que aconteça, não importa como as pessoas se sintam, não importa o que digam, eu possa dormir tranquilo. Mas com um pensamento: ‘deixei este esporte em um lugar melhor do que quando o encontrei’”, concluiu Green.
Vale dizer que Adam Silver é comissário da NBA desde 2014. O contrato dele se encerra ao final desta década. Além da globalização da liga sob o seu comando, o dirigente tem um projeto para os próximos anos: a expansão de times. Green, por sua vez, tem uma opinião controversa sobre o assunto.
“Eu adoro a ideia de uma expansão do ponto de vista de mercado, mas não sei se é boa para o jogo. Seattle e Las Vegas vão ter um Draft de expansão e, ainda assim, também são capazes de atrair agentes livres. Então, sei que podem ser ótimas equipes. Mas me preocupo se temos talento para incluir mais 30 atletas na NBA”.
“Olho para os elencos de hoje e conheço cada vez menos gente. Não sei o nome de metade dos atletas que entram em quadra. E não era assim antes. Por isso, acho que a liga vai ficar cada vez menos seletiva em termos de talento quanto mais times tivermos. E, com isso, a qualidade do jogo cai”, opinou o camisa 35 do Warriors.
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Fonte: Reprodução / X

