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“Meu plano nunca foi ser treinador na NBA”, admite Steve Nash

Ex-armador teve primeira experiência como técnico no comando do Brooklyn Nets, entre 2020 e 2022

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Divulgação / Brooklyn Nets

Você pode já não lembrar mais, mas Steve Nash era treinador na NBA até pouco tempo atrás. O ex-armador assumiu o comando do Brooklyn Nets em 2020 e seguiu no cargo por dois anos. Foi um curto período em que resultados positivos se equilibravam entre várias mudanças bruscas no elenco e a total instabilidade interna. Ele revela que tudo surgiu de surpresa e, por isso, não estava pronto para o “turbilhão” que encarou.

“Meu plano nunca foi ser treinador. Eu não me planejei para isso, mas foi uma situação única que apareceu para mim. A transição foi rápida. É uma dinâmica bem diferente da vida de jogador, pois você precisa administrar diferentes personalidades. Há os atletas, mas também dirigentes e empresários. Esse é um grande componente do trabalho de um técnico na liga”, contou o veterano, em entrevista ao site EuroHoops.

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Nash, antes de tudo, chegou ao Nets com a missão de ser um grande gestor. Era uma voz respeitada para se impor diante de um elenco estrelado, mas estava claro que lhe faltava estofo como técnico. A sua única experiência anterior, afinal, havia sido como consultor de desenvolvimento de jogadores. Ele não se arrepende de ter aceitado o cargo no Nets, mas sugere que não deve voltar à beira das quadras tão cedo.

“Ser técnico foi uma grande experiência. Não queria uma carreira como treinador e não achava que iria acontecer, mas aconteceu. Agora, eu estou mais ocupado em preparar os meus filhos para a vida. Mas ganhei a oportunidade de escolher entre carreiras. Foi um prêmio. Sempre há algo acontecendo em minha vida, mas, hoje, estou focado em minha família”, afirmou o integrante do Hall da Fama.

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Jogo aberto

Sem experiência anterior como treinador principal na NBA, Steve Nash tomou a carreira como atleta como base. Ele deu importância, sobretudo, ao modo como administrava o elenco. Era o que o Nets desejava mesmo para o trabalho de um técnico com os astros Kevin Durant, James Harden e Kyrie Irving. As coisas não deram tão certo, mas o ex-atleta mantém a certeza de que o “jogo aberto” com o plantel é a prioridade.

“A coisa mais importante é ser sincero com os jogadores. Você pode fazer isso de várias formas, mas é crucial ser claro e honesto com os seus atletas. Assim, a gente não deixa dúvidas para ninguém. A comunicação é uma questão chave. Existe uma outra parte do trabalho, no entanto, que foi bem confortável para mim: a questão da liderança. Afinal, sempre fui um líder pelo exemplo”, argumentou o lendário armador.

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No entanto, aos poucos, Nash entendeu que diferentes posições exigem nuances muito diferentes do profissional. “A liderança necessária para um técnico, a princípio, guarda outros traços em relação ao jogador. Isso tornou o trabalho um pouco mais difícil, sim. O treinador precisa ser um líder muito mais nos pequenos momentos, nos detalhes do dia a dia”, explicou.

Treinador?

Mas, no fim das contas, Nash sentiu falta de uma coisa curiosa enquanto foi treinador: ser um técnico efetivamente. Foi um dos pontos que mais o surpreendeu, na verdade. Ele relata que queria ganhar a confiança do elenco, mas o cargo não lhe proporcionou uma relação tão próxima da equipe. O seu impacto junto ao elenco, no fim das contas, foi muito menor do que imaginou.

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“Eu fiquei surpreso com a forma como o treinador está pouco tempo com o time. Você passa cinco minutos com os jogadores antes da partida, durante o intervalo e após o jogo. Esses são os momentos, em síntese, que você conversa com todos. Queria me conectar mais com cada atleta. Você precisa mostrar-lhes que quer extrair o melhor de cada um, mas não houve como fazer isso”, lamentou o ídolo do Phoenix Suns.

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