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Phoenix Suns dispensa dois jogadores e “destrava” trocas

Movimento deve também abrir espaço para calouros

phoenix suns jogadores trocas
Reprodução / X

O Phoenix Suns conseguiu flexibilizar o elenco para destravar trocas por jogadores. De acordo com Shams Charania, do The Athletic, a equipe dispensou o ala Nassir Little e o ala-pivô EJ Liddell. Os movimentos abriram uma vaga no elenco para ajudar o time em contratação ou trocas, além de oferecer mais espaço para os calouros Ryan Dunn e Oso Ighodaro.

Ainda segundo o jornalista, o Suns optou pela rescisão de Little através da clásula de stretch. Desse modo, com o mecanismo a franquia pode pagar os US$22 milhões que ele tem para receber ao longo de sete anos. Liddell, por sua vez, tinha um contrato mínimo de veterano para 2024-25.

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Antes da dispensa dos jogadores, o Suns tinha 15 jogadores no elenco. Ou seja, estava no limite definido pela NBA para a temporada, com exceção dos contratos two-way. O elenco no máximo, portanto, impedia contratações de agentes livres ou trocas incluindo somente escolhas de Draft.

O movimento ainda diminui a folha salarial histórica do Suns. A franquia, afinal, bateu o recorde de salários na história da NBA, com US$ 231 milhões, o que a forçará a pagar uma taxa de luxo no valor de quase US$200 milhões. A saída de Little, principalmente, dá início ao trabalho da diretoria em reduzir os ‘impostos’.

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Possíveis trocas

A saída dos dois jogadores também avança na vontade do Phoenix Suns de realizar trocas. Desde o fim da temporada passada, a equipe vem se movimentando nos bastidores em busca de reforços para o trio Kevin Durant, Devin Booker e Bradley. No entanto, pela falta de espaço e excesso de gastos, não pôde realizar nenhuma adição desta forma, se limitando aos agentes livres Tyus Jones, Monte Morris e Mason Plumlee.

Ainda assim, desde o mês passado, a diretoria mantém o interesse no pivô Walker Kessler, segundo Jake Fischer, do Yahoo Sports!. Pelo Utah Jazz, o jovem jogador se destaca pela sua proteção de aro. Na última campanha, por exemplo, registrou 2.4 tocos por partida, sendo o segundo no ranking, atrás apenas de Victor Wembanyama.

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O Jazz, contudo, exigiria um pacote considerável por Kessler, considerando o comportamento do CEO Danny Ainda. Logo, além das escolhas de Draft, o Suns precisaria enviar jogadores para balancear a folha salarial. Para a próxima temporada, Kessler deve receber cerca de US$ 2.9 milhões.

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Por fim, o movimento do Suns sinaliza também a prioridade do Suns em desenvolver seus calouros. Segundo Charania, afinal, a expectativa é de que o ala Ryan Dunn e o ala-pivô Oso Igodaro ganhem mais oportunidades no elenco principal em 2024-25.

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Selecionado na 28ª posição, Dunn é considerado um nome promissor do elenco, principalmente na defesa. Durante a Summer League, por exemplo, o ala registrou médias de 1.5 toco e 1.3 roubo. Por outro lado, o ataque é algo que ele terá que evoluir, uma vez que teve números modestos de 5.8 pontos, 3.8 rebotes e 1.8 assistência.

A expectativa da diretoria, portanto, é que ele possa deixar a vaga deixada por Little para aumentar sua contribuição ofensiva. Da mesma forma, deve ser um defensor importante na segunda unidade da equipe.

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Ighodaro, selecionado na 40ª posição, também tem um estilo de jogo parecido. Para Matt Escobar, analista do portal Valley Of The Suns, inclusive, o jovem ala-pivô tem condições de se transformar em um ‘novo Draymond Green’, graças a ótima defesa e alto QI para construir o jogo e comandar ataques.

“Ighodaro não é um pivô que vai entregar jogos de 30 pontos. Porém, é visto como um jogador que pode facilitar o jogo e até aumentar o ritmo de seu time a partir de um rebote. Em seus quatro anos na faculdade, teve uma média de 2.3 assistências. Esse número chegou a 3.3 em sua melhor marca, no terceiro ano”, citou o jornalista.

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