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Kevin Durant: “Time dos EUA não está preocupado com expectativas”

Astro do Suns garante que seleção prioriza vitórias e basquete de qualidade a show e atropelos

kevin durant time eua
Reprodução / Instagram

O basquete masculino norte-americano é uma marca de excelência quando se discute o esporte olímpico. Mas, apesar de ter conquistado as últimas quatro medalhas de ouro, não estamos mais nos tempos do “Dream Team”. A evolução do basquete ao redor do planeta, certamente, coloca a hegemonia estadunidense em xeque a cada Olimpíada. Para Kevin Durant, esse histórico “lúdico” não influencia o time dos EUA.

“Nós não estamos preocupados com expectativas, pois estamos tentando vencer e jogar um bom basquete. Eu acho que fizemos isso hoje porque, na maior parte dessa partida, foi uma grande apresentação. Ditamos o ritmo e atuamos juntos, em síntese. Tudo gira em torno do nosso coletivo. E, de fato, temos um elenco de jogadores fantásticos”, exaltou o craque, depois da vitória sobre o Sudão do Sul.

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O jogo contra a seleção africana, aliás, serve como um exemplo dessa drástica mudança competitiva. É verdade que os EUA abriram vantagem rápido, mas nunca esboçaram os “massacres” de outros tempos. Os sul-sudaneses chegaram a diminuir a diferença para apenas 11 pontos durante o segundo tempo. No fim das contas, o placar por 103 a 86 refletiu o que foi a partida.

“As pessoas podem esperar vitórias por 30 ou 40 pontos de diferença, mas o importante é que vencemos as partidas. Ganhamos dois jogos contra bons talentos por média de 20 pontos de vantagem. Estamos entrosados na defesa, enquanto apresentamos um ótimo basquete. Estamos construindo, acima de tudo, uma base cada vez mais forte”, avaliou o astro do Phoenix Suns.

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Elogios

Kevin Durant tinha sido o destaque do time dos EUA na estreia das Olimpíadas, contra a Sérvia. E, diante do Sudão do Sul, o principal jogador estadunidense saiu do banco de reservas mais uma vez. O pivô Bam Adebayo foi o principal pontuador (18) e reboteiro (sete) da equipe. Além disso, ele surpreendeu os torcedores do Miami com duas cestas de três pontos contra os africanos.

“Quando Bam acerta esses arremessos, o nosso time alcança outro patamar. Vimos isso nos amistosos em Adu Dhabi, por exemplo. Acho que ele converteu umas três cestas de longa distância. Precisamos que siga firme no garrafão e, ao mesmo tempo, chute com confiança quando espaça a quadra. Hoje, ele combinou essas habilidades muito bem”, elogiou o tricampeão olímpico.

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Mas os elogios de Durant não se limitaram à própria atuação dos norte-americanos. O Sudão do Sul, que já deu trabalho ao Team USA em um dos amistosos de preparação, ganhou a atenção e respeito do ala. “Essa seleção, antes de tudo, nunca se intimidou conosco. Jogou basquete físico, intenso e sentiu que tinha uma chance de vencer. Eu respeito bastante esse tipo de postura”, reconheceu.

Força coletiva

As seleções olímpicas dos EUA são sempre um teste sobre colocar o coletivo acima das individualidades. Vários astros da liga, afinal, precisam se adaptar a funções menores em prol da equipe. É menos tempo de quadra, posses de bola e números para todos, mas, geralmente, uma medalha de ouro no peito. Com a experiência de três vitórias anteriores, Durant já vê o atual elenco com essa mentalidade coletiva e vencedora.

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“No primeiro jogo, nós tivemos um jogador campeão e all-NBA sem minutos. Por sua vez, nessa segunda partida, foi um MVP da liga que não entrou em quadra. Mas o que importa é que nenhum deles reclama e os atletas que entraram cumpriram os papeis. Por isso, é bom ter um grupo tão versátil. Não acertamos tudo, mas fomos intensos o jogo inteiro”, finalizou o futuro integrante do Hall da Fama.

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