Notícias Rumores Opinião Classificação Onde Assistir
Conferência Leste
Atlanta Hawks Boston Celtics Brooklyn Nets Charlotte Hornets Chicago Bulls Cleveland Cavaliers Detroit Pistons Indiana Pacers Miami Heat Milwaukee Bucks New York Knicks Orlando Magic Philadelphia 76ers Toronto Raptors Washington Wizards
Conferência Oeste
Dallas Mavericks Denver Nuggets Golden State Warriors Houston Rockets LA Clippers LA Lakers Memphis Grizzlies Minnesota T-Wolves New Orleans Pelicans OKC Thunder Phoenix Suns Portland Trail Blazers Sacramento Kings San Antonio Spurs Utah Jazz

O verdadeiro All-Star do Atlanta Hawks

Desde que Dejounte Murray assumiu a armação, time vem com grande campanha

All-Star Atlanta Hawks
Scott Cunningham / AFP

Trae Young precisou contar com contusões de outros jogadores para representar o Atlanta Hawks no último All-Star Game da NBA. Na época, muita gente reclamou e dizia que ele deveria ser até mesmo o titular do Leste. Mas Young acabou conseguindo sua vaguinha, de qualquer forma, e foi para o seu terceiro Jogo das Estrelas em seis anos de carreira. No entanto, o Hawks vinha fazendo uma campanha horrorosa e poderia corrrer riscos de sequer ir ao play-in, caso o Brooklyn Nets fosse menos ruim.

Continua após a publicidade

Não é o caso.

Mas algo aconteceu desde então. Na verdade, no primeiro jogo após a parada para o All-Star Game, o Atlanta Hawks recebeu uma notícia devastadora: Young sofreu grave lesão em um dedo da mão. Como resultado, o armador precisou passar por cirurgia e perderia, pelo menos, um mês.

Entretanto, o que poderia causar uma queda do Hawks naquele período, teve uma surpreendente recuperação.

Apenas para entender: com Young em quadra, Atlanta venceu 22 dos 51 jogos (43.1% de aproveitamento). Mas sem ele, em toda a temporada, o Hawks já ganhou 12 das 22 partidas (54.5%).

Continua após a publicidade

O que tem de diferente, afinal?

Trocou técnico? Não. Na trade deadline chegou alguém que fizesse a diferença? Também, não. Então, o que poderia acontecer?

Bem, os erros de ataque diminuíram, a porcentagem nos arremessos do perímetro aumentou, enquanto a defesa melhorou. Todos os números mostram isso.

Leia mais

O defensive rating, por exemplo, melhorou de 120.0 (29° da NBA) para 113.9 (17°). O arremesso de três melhorou de 36.1% (20°) para 38% (sexto) e turnovers, de 13.4 (14°) para 12.6 (décimo). Ainda não são grandes números, mas existe uma verdadeira evolução.

Continua após a publicidade

Aí, também é necessário considerar outras ausências desde então, como Onyeka Okongwu (15 jogos), Saddiq Bey (nove) e Jalen Johnson (oito). Além, claro, de Trae Young (17). Então, é simples entender.

Mesmo sem três titulares em boa parte do período (17 jogos), o Hawks tem campanha positiva, que levaria a equipe ao quinto lugar no Leste (58.8% de aproveitamento). Claro que é apenas um recorte da temporada, mas já deu para entender, né?

Dejounte Murray liderou o Atlanta Hawks em duas vitórias contra apenas o Boston Celtics. Só isso. O time de melhor campanha, por muito, caiu duas vezes diante de Atlanta.

Continua após a publicidade

Ele é um defensor muito bom, ótimo organizador, facilita o contra-ataque, comete poucos erros de ataque e, acima de tudo, joga pelo time. Sem demérito a Trae Young, pois são jogadores diferentes, mas Murray, sem Bey, Johnson e o ídolo de Atlanta, conseguiu fazer a equipe competir como não fez durante a primeira parte de 2023/24.

Então, é realmente incrível ver o Atlanta Hawks jogar pela vitória o tempo todo. Não que não estivesse jogando antes, vai. O Hawks não estava na briga pelo tank ou qualquer coisa assim, mas com Young o basquete simplesmente não estava sendo bom o bastante para vencer.

Continua após a publicidade

Não confunda

Parece hate, eu sei. Mas estamos falando de um cara que, desde que passou a cuidar da armação, o time foi muito melhor. Muito melhor e sem três titulares. Hoje, por exemplo, Vit Krejci faz parte do quinteto inicial de Atlanta. Enquanto isso, os principais reservas (no período) são Wesley Matthews, Bruno Fernando e Garrison Matthews.

Sério.

Com números, com fatos. Não com torcida ou hate.

Mais um número: antes da lesão de Young, o Hawks sofria 123.9 pontos por jogo (pior marca da NBA). Desde então, 110.2 (12°).

Continua após a publicidade

Sim, o basquete de Young é muito mais legal de ver, mas ao mesmo tempo não é vencedor. Na carreira, ele possui 45.3% de vitórias.

Boa parte da culpa disso é da diretoria, que não consegue fazer o time competir como deveria, mas se o Atlanta Hawks possui um All-Star, você deve “alimentar” o cara de boas peças ao seu lado. É simples assim.

Até tentou com Dejounte Murray, mas não funciona. Os dois juntos não estão dando certo. Enquanto Young venceu 45.3%, Murray tem 51.2% de triunfos na carreira.

Continua após a publicidade

Mas o Hawks vai querer trocar um deles?

Aí é que está o ponto. Antes da trade deadline, Murray era a bola da vez e estava em rumores diferentes todos os dias. Enquanto isso, o nome de Young quase sempre seguiu intacto.

Agora, não sei o que vai acontecer. Aliás, ninguém sabe. Mas Young deve voltar às quadras antes do fim da fase regular e, na sequência, vai disputar o play-in. Certamente, a direção vê o que acontece hoje para tomar uma decisão no futuro.

Continua após a publicidade

Assine o canal Jumper Brasil no Youtube

Todas as informações da NBA estão no canal Jumper Brasil. Análises, estatísticas e dicas. Inscreva-se, mas dê o seu like e ative as notificações para não perder nada do nosso conteúdo.

E quer saber tudo o que acontece na melhor liga de basquete do mundo? Portanto, ative as notificações no canto direito de sua tela e não perca nada.

Então, siga o Jumper Brasil em suas redes sociais e discuta conosco o que de melhor acontece na NBA

Continua após a publicidade

comentários