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Tyrese Haliburton vê Canadá como potencial rival dos EUA

Armador espera muita disputa entre as seleções nos próximos anos

Tyrese Haliburton Canadá EUA
Brian Choi / AFP

O armador Tyrese Haliburton enxerga o Canadá como um grande rival dos EUA para os próximos anos. Em entrevista à ESPN, o armador destacou o encontro entre as seleções na disputa do bronze na Copa do Mundo de Basquete. O Canadá levou a melhor e, assim, garantiu o terceiro lugar no Mundial.

“Eles não ganham uma medalha desde 1930. Então, estão vindo atrás de nós. Acho que nossos dois países esperam se ver bastante nos próximos anos. Enfim, parece que isso é o começo de uma rivalidade”, destacou Haliburton, antes da partida.

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Nesse domingo (10), EUA e Canadá fizeram um duelo aguardado pelo público. Mas, ao contrário das expectativas, não foi pela medalha de ouro. Ambos caíram nas semifinais e tiveram que se contentar em batalhar pelo bronze.

Como esperado, a partida teve um ritmo intenso. Afinal, as seleções contam com 18 atletas que atuam na NBA. O Canadá esteve com a mão na vitória, mas Mikal Bridges roubou a cena no fim do tempo regulamentar. Errou um lance livre de propósito, pegou o rebote e acertou uma bola de três para empatar o jogo. Ou seja, uma sequência surreal.

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Na prorrogação, porém, os canadenses controlaram o jogo e saíram com o triunfo. Assim, pela primeira vez em sua história, conseguiu uma medalha na Copa do Mundo. Portanto, corroborando à fala de Tyrese Haliburton, não é exagero afirmar que a disputa pelo bronze pode marcar o início de uma rivalidade entre Canadá e EUA.

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Ambas as seleções estão garantidas nos Jogos Olímpicos de Paris, em 2024. Ao contrário do que ocorreu no Mundial, os EUA deverão levar o que têm de melhor para as Olimpíadas. Do elenco que disputou a Copa, Anthony Edwards, Bridges e o próprio Haliburton deixaram uma boa impressão. Ou seja, poderão figurar no time olímpico.

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Além disso, a expectativa é que astros como Stephen Curry, Kevin Durant, Devin Booker e Jayson Tatum se comprometam a disputar os Jogos Olímpicos.

Tyrese Haliburton quer seguir na seleção dos EUA

O armador do Indiana Pacers, aliás, tem o desejo continuar defendendo a seleção dos EUA. Para Haliburton, é um privilégio e uma honra competir pelo seu país.

“Essa foi uma experiência divertida, embora o resultado tenha sido decepcionante. Mas, todas as vezes em que puder, eu estarei aqui. Competir com a seleção, para mim, é um privilégio e uma honra. Então, não tenham dúvida de que quero voltar. Se for chamado novamente, eu não pensarei duas vezes antes de aceitar. Sempre”, garantiu Haliburton.

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Haliburton projeta escrever uma história com a seleção, mas não nega que o primeiro capítulo foi desapontador. Afinal, os EUA terminaram a Copa na quarta colocação. Ou seja, sem medalha. Mas, individualmente, o armador foi bem, com médias de 8,6 pontos, 5,6 assistências, 1,5 roubo de bola e 1,1 toco, em 21 minutos. Além disso, converteu 47% das bolas de três.

“Você sempre quer se despedir de uma competição com uma nota positiva ou uma boa recordação, mas não deu. Infelizmente, não conseguimos. Tínhamos que ser melhores defensivamente, sobretudo, durante a competição. Por isso, obviamente, a minha análise é que foi um desempenho decepcionante”, admitiu o armador de 23 anos.

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Canadá

O Canadá, por sua vez, não será diferente. Levou uma seleção forte para o Mundial, mas também teve desfalques importantes. Jamal Murray e Andrew Wiggins, por exemplo, são atletas que elevam o nível da equipe. Desse modo, a expectativa é que ambos estejam disponíveis para Paris 2024.

“Estou entusiasmado com o nosso futuro”, resumiu Jordi Fernández, técnico da seleção canadense.

Com suas forças máximas, EUA e Canadá inegavelmente se tornam favoritos em qualquer competição. Dessa forma, Paris pode ter uma reunião de talentos poucas vezes vista.

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