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Prospecto do Draft 2023 – GG Jackson

Ala-pivô da Universidade de South Carolina é projetado como uma escolha de primeira rodada do recrutamento deste ano

GG Jackson Draft 2023
Justin Casterline / AFP

O Jumper Brasil dá seguimento à série “Prospecto do Draft 2023” com o pivô GG Jackson. Jogador da Universidade de South Carolina na temporada, o atleta de 18 anos é projetado como uma escolha de primeira rodada do recrutamento deste ano. Então, confira a análise do site para o jovem talento.

GG Jackson

Idade: 18 anos
País: EUA
Universidade: South Carolina
Experiência: freshman (primeiro ano universitário)
Posição: ala-pivô
Altura: 6’9.25″ (2,06m)
Envergadura: 6’11.5″ (2,12m)
Peso: 97,3 kg

Médias na última temporada: 15,4 pontos, 5,9 rebotes, 0,8 assistências, 0,8 roubos de bola, 0,8 tocos, 2,7 turnovers, 38,4% de aproveitamento nos arremessos de quadra, 32,4% nas bolas de três pontos (com 5,3 tentativas por jogo) e 67,7% nos lances livres em 32,0 minutos

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Atributos físico-atléticos

  • Jackson, em primeiro lugar, reúne atributos físicos adequados para um ala-pivô profissional. Dito isso, a sua estatura (2,06m) é muito mais empolgante para a posição do que a envergadura (2,12m);
  • Não é dono de condicionamento atlético que salte aos olhos, mas possui virtudes muito específicas. Destaca-se bem mais pela mobilidade e fluidez em espaço, por exemplo, do que por ser explosivo;
  • Ainda pode fortalecer, mas já mostra um físico aparentemente preparado para a competição profissional. Não deixa nada a desejar nesse aspecto, ainda mais por ser um garoto de 18 anos ainda.

 

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Ataque

  • Apresenta, a princípio, uma combinação de mobilidade e controle de bola incomum para um indivíduo do seu tamanho. A sua capacidade de acelerar o ritmo e puxar contra-ataques, certamente, pode ser muito aproveitada na NBA;
  • Muito bom finalizador em torno da cesta, apesar do aproveitamento não ser tão alto. Pode concluir jogadas com as duas mãos e, mais do que isso, utiliza-se de excelente controle corporal para lidar com contato;
  • Tem a rara versatilidade para ser uma ameaça tripla operando no pick-and-roll. Pode ser quem inicia a ação com a bola, assim como o bloqueador que rola para cesta ou abre para arremessar (pop);
  • É um criador de arremessos nato em qualquer ponto da quadra, para resumir. Combina um controle de bola desenvolto para estabelecer separação, refinado trabalho de pés e tenta pull-ups com naturalidade;
  • Os 32,4% de aproveitamento nos tiros de longa distância não fazem jus à sua qualidade como chutador. Já provou ter alcance além da linha de três pontos da NBA tanto saindo do drible, quanto recebendo posicionado;
  • Jackson é subestimado quanto ao posicionamento quando está sem a posse da bola. Prioriza espaçar a quadra, mas possui bons instintos como cutter para dar opção de passe aos companheiros;
  • Joga com uma confiança e personalidade raras para um jogador de 18 anos no lado ofensivo da quadra. Apresenta um repertório invejável e, sobretudo, não se intimida em colocá-lo em ação.

 

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Defesa

  • O prospecto revela-se um marcador esforçado quando engajado. Usa a agilidade para “perseguir” adversários no perímetro e através de bloqueios, enquanto tem disposição para contestar arremessos;
  • Mas “quando engajado”, infelizmente, é uma ponderação importante: na maior parte do tempo, não está. É preocupante como ele frustra-se com facilidade e simplesmente “larga” jogadas, por exemplo;
  • Trata-se de um atleta com sérios problemas de atenção defensiva e, aliás, nem precisa ser em dinâmicas tão complexas. Exibe um problema crônico de perder o contato com os oponentes no meio de jogadas;
  • Mostra algum potencial como protetor de aro, que revela-se na média de quase um toco por jogo. No entanto, os seus instintos nas coberturas e ajuda defensiva não são apurados consistentemente;
  • A verdade é que, para resumir, falta polidez e sagacidade defensiva por parte de Jackson. Não reage rápido o bastante às ações dos atacantes e suspeito que ele não tem ideia de como marcar pick-and-rolls.

 

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Pontos fracos

  • A bola chega em suas mãos e simplesmente para, pois ele sempre quer buscar o próprio arremesso. Comete vários desperdícios (2,7 turnovers por jogo) por causa da tendência a segurar demais as posses;
  • Pode-se dizer que a sua seleção de arremessos inexiste porque o próximo chute que julgar ser ruim vai ser o primeiro. Não importa o tempo no relógio: se tiver a bola e receber um bloqueio, ele vai arremessar.
  • Por enquanto, não parece entender como reagir às decisões tomadas pela defesa. A sua reação a dobras de marcação ou um garrafão fechado, nesse instante, é ser mais físico e agressivo;
  • Indisposto a passar a bola e, ao mesmo tempo, um passador de qualidade muito questionável. Distribuiu ridículas 0,31 assistência para cada turnover que cometeu no basquete universitário;
  • Produtividade frustrante como reboteiro, pois a sua disposição para o jogo físico sugere mais do que 5,9 rebotes por partida. Tem fundamentos instáveis e, além disso, sempre soa estar longe demais do aro;
  • O seu impacto em uma partida, para resumir, desaparece totalmente quando não está envolvido ofensivamente. Então, como Jackson vai se adaptar a um possível papel e volume menor entre os profissionais?
  • É o prospecto mais jovem da quadra e comportou-se como tal. A sua linguagem corporal transparece frustração em vários momentos e já chegou a usar as redes sociais para criticar companheiros e técnicos.

 

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Conclusão

GG Jackson é o jogador mais jovem da classe e, certamente, isso transparece em seu jogo. Trata-se de um incrível talento, mas, hoje, só sabe jogar com a bola na mão. Basquete não se joga sozinho e vai muito além de fazer cestas difíceis.

 

Comparações: Marcus Morris (Clippers) e Rui Hachimura (Lakers)

Projeção: Primeira rodada

Confira alguns lances de GG Jackson

 

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