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Donovan Mitchell admite dificuldade para adaptar-se ao papel de referência do Jazz

Jovem astro admite ter ficado triste e preocupado com desempenho ruim nos três primeiros meses de temporada

Donovan Mitchell foi uma das grandes revelações da NBA na última temporada, tornando-se referência técnica do competitivo Utah Jazz já como calouro. Mas a transição para o segundo ano profissional, convivendo com a maior atenção e as expectativas, não foi fácil para o ala-armador. Ele admite ter tido um começo de temporada decepcionante, em grande parte, por não saber lidar com o fato de deixar de ser uma “surpresa” ao redor da liga.

“A atenção que passei a receber dos adversários realmente me pegou de surpresa. Todos diziam que teria um tratamento diferente após o que fiz como novato, mas nada pode prepará-lo para experimentar isso na prática. É uma dessas coisas que você precisa enfrentar para crescer. Tive que adaptar-me com a situação rápido, pois, se demorasse, não conseguiríamos ser a equipe que queríamos”, contou o jovem astro, em entrevista ao site HoopsHype.

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Mitchell foi selecionado na 13ª escolha do último draft e, embora muitos analistas estivessem otimistas sobre sua transição, ninguém projetava uma referência de imediato na NBA. O atleta de 22 anos nunca foi um astro nos níveis anteriores da carreira e, na verdade, sempre foi apontado como uma “peça complementar” na liga. Até por isso, obviamente, ele mesmo relata que não sabia administrar uma situação que nunca realmente viveu na vida.

“Eu fiquei muito triste com meus três primeiros meses de temporada, pois sempre estabeleci altos padrões para mim mesmo. Havia dias que sentia que nunca havia passado por algo assim. Sempre fui o ‘azarão’ em minha carreira, aquele cara em que ninguém prestava atenção desde colegial até a última temporada. Ser o alvo dos outros times, aquele que todos conheciam, foi totalmente novo para mim”, reconheceu o jogador.

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De fato, os números contam a história de temporadas diferentes para Mitchell antes e depois da virada do ano. Ele participou de 33 jogos da atual campanha até 31 de dezembro, com médias de 20.1 pontos (41.0% de aproveitamento nos arremessos de quadra), 3.5 rebotes e 3.4 assistências. Nas 36 partidas realizadas já em 2019, as estatísticas aumentaram para 26.9 pontos (44.6% de conversão nos arremessos tentados), 4.6 rebotes e 4.7 assistências.

“Eu precisava de um recomeço e, a partir da virada do ano, foi quando permiti que o jogo viesse naturalmente até mim. Passei a ter uma abordagem diferente dentro de quadra. Meus companheiros foram fantásticos no processo, oferecendo apoio e ajudando-me nos piores momentos. Sendo novo em tudo isso, não sabia quando e se as dificuldades iriam acabar. Mas aprendi que o trabalho e confiança são tudo o que precisamos”, concluiu Mitchell, mais preparado para ser o astro do Jazz.

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https://www.youtube.com/watch?v=ki7MplbtNTM

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