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“A Olimpíada foi como uma terapia para mim”, analisa Durant

Criticado após deixar Thunder, astro foi cestinha da seleção dos EUA no Rio de Janeiro

Kevin Durant

A conquista da medalha de ouro olímpica no Rio de Janeiro serviu para legitimar a carreira de vários atletas da seleção norte-americana. Para Kevin Durant, porém, a vitória trouxe uma realização muito mais pessoal. Alvo de críticas após deixar o Oklahoma City Thunder para assinar com o Golden State Warriors, o craque encontrou um pouco de paz para trabalhar em sua passagem no Brasil.

“Foi como uma terapia para mim, depois de tomar uma grande decisão em minha vida. Eu consegui fazer tudo ficar um pouco mais fácil. Sabia que as críticas viriam e, definitivamente, foi diferente chegar em um local onde as pessoas me aceitaram e só queriam ser amigos. Precisava disso e não vou deixar ninguém roubar minha alegria”, afirmou o ala, em entrevista concedida ao site The Vertical.

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Atuando pela primeira vez ao lado dos novos companheiros Draymond Green e Klay Thompson, Durant foi o cestinha da seleção norte-americana na campanha no Rio-2016 com média de 19.4 pontos em oito jogos. As atuações já colocaram o agora bicampeão olímpico como segundo maior pontuador da história da equipe, atrás apenas do recém-aposentado de torneios internacionais Carmelo Anthony.

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